O presidente dos EUA, Trump, afirmou que o lado iraniano já fez oficialmente um pedido de cessar-fogo (CEASEFIRE) aos EUA. Mas, com uma postura ainda mais dura, apresentou condições: só se o Estreito de Ormuz estiver totalmente reaberto à navegação, os EUA considerarão um cessar-fogo. Antes disso, Trump ameaçou continuar a bombardear o Irã até o país “regredir à Idade da Pedra”.
(Antecedentes: Trump mente vezes demais! O presidente do parlamento iraniano confrontou publicamente: nunca houve negociações com os EUA)
(Nota de contexto: Trump afirmou “o Irã voltou à Idade da Pedra”: seis capacidades militares destruídas na totalidade, a reconstrução levará 15-20 anos)
Depois de o presidente iraniano Masoud Pezeshkian ter manifestado vontade de um acordo de trégua, o presidente dos EUA, Donald Trump, apresentou uma resposta mais recente e fortemente marcada pela sua personalidade na plataforma Truth Social. Embora a declaração de Trump tenha um tom de ameaça, também abriu condições concretas de “negociação” para o conflito militar que já dura há várias semanas.
Numa publicação, Trump afirmou que o presidente do novo regime iraniano, em comparação com o seu antecessor, é “bem menos radical e muito mais inteligente”, e confirmou que o lado iraniano já fez oficialmente um pedido de cessar-fogo (CEASEFIRE) aos EUA.
No entanto, Trump não concordou imediatamente. Indica claramente:
“Só quando o Estreito de Ormuz estiver numa situação de abertura, liberdade e passagem sem entraves é que iremos considerar.”
Antes de o estreito ser reaberto ao tráfego, Trump sublinhou que a ofensiva das forças militares dos EUA não será interrompida, com um tom extremamente severo:
“Antes disso (de o estreito estar aberto), iremos bombardear o Irã até ao seu desaparecimento (Oblivion), ou, como eles dizem, de volta à Idade da Pedra!!!”
Neste momento, os olhares do mundo estão fixos na questão de saber se o Irã vai aceitar a “abertura total do estreito” proposta por Trump como condição de troca para o cessar-fogo. Se os dois países conseguirem chegar a um acordo específico num futuro próximo, é possível que, no início de 2026, esta crise no Médio Oriente entre oficialmente numa fase de arrefecimento.