Na semana passada, o Federal Reserve anunciou que iria acalmar o mercado, mas nesta semana já há sinais de que o problema ainda não foi completamente resolvido. O nervo mais sensível do sistema financeiro — o mercado de financiamento de curto prazo — voltou a acender luzes vermelhas.
Na segunda-feira, a taxa de recompra de garantias overnight ultrapassou novamente o intervalo-alvo da Federal Funds Rate (3.5%-3.75%), chegando perto de 3.8%. Essa taxa parece abstrata, mas é muito importante — ela reflete o custo do empréstimo de curto prazo entre grandes instituições financeiras, sendo considerada um termômetro da liquidez do sistema financeiro. Quanto maior o número, mais tenso fica o mercado.
Há apenas uma semana, o Federal Reserve anunciou um plano de compra mensal de 400 bilhões de dólares em títulos do governo de curto prazo, na esperança de aliviar a pressão no mercado de financiamento. E qual foi a reação? O mercado reagiu um pouco de forma fria. Alguns observadores apontaram que as taxas ainda estão sob pressão, o que indica que a injeção de liquidez pelo Fed talvez não tenha sido tão eficaz quanto o esperado. Esse programa deve continuar até 14 de janeiro do próximo ano.
Quão importante é o mercado de financiamento de curto prazo para o sistema financeiro? Imagine-o como o "vaso sanguíneo" de todo o sistema. Se ele ficar entupido, o dinheiro se tornará escasso, e o mercado pode entrar em caos — algo que os investidores enfrentaram no final de 2019. Agora, todos se perguntam: as medidas do Federal Reserve são suficientes para estabilizar a situação? Com a demanda por liquidez no pico do final do ano, será que as grandes instituições financeiras conseguirão obter fundos a baixo custo com tranquilidade?
Wall Street também discute intensamente. Os estrategistas da Morgan Stanley fizeram a pergunta crucial: o que o Federal Reserve está fazendo agora é realmente suficiente? Ou será que são necessárias mais ações para evitar que o problema continue se agravando? Essa dúvida paira na cabeça de todos os participantes do mercado.
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Na semana passada, o Federal Reserve anunciou que iria acalmar o mercado, mas nesta semana já há sinais de que o problema ainda não foi completamente resolvido. O nervo mais sensível do sistema financeiro — o mercado de financiamento de curto prazo — voltou a acender luzes vermelhas.
Na segunda-feira, a taxa de recompra de garantias overnight ultrapassou novamente o intervalo-alvo da Federal Funds Rate (3.5%-3.75%), chegando perto de 3.8%. Essa taxa parece abstrata, mas é muito importante — ela reflete o custo do empréstimo de curto prazo entre grandes instituições financeiras, sendo considerada um termômetro da liquidez do sistema financeiro. Quanto maior o número, mais tenso fica o mercado.
Há apenas uma semana, o Federal Reserve anunciou um plano de compra mensal de 400 bilhões de dólares em títulos do governo de curto prazo, na esperança de aliviar a pressão no mercado de financiamento. E qual foi a reação? O mercado reagiu um pouco de forma fria. Alguns observadores apontaram que as taxas ainda estão sob pressão, o que indica que a injeção de liquidez pelo Fed talvez não tenha sido tão eficaz quanto o esperado. Esse programa deve continuar até 14 de janeiro do próximo ano.
Quão importante é o mercado de financiamento de curto prazo para o sistema financeiro? Imagine-o como o "vaso sanguíneo" de todo o sistema. Se ele ficar entupido, o dinheiro se tornará escasso, e o mercado pode entrar em caos — algo que os investidores enfrentaram no final de 2019. Agora, todos se perguntam: as medidas do Federal Reserve são suficientes para estabilizar a situação? Com a demanda por liquidez no pico do final do ano, será que as grandes instituições financeiras conseguirão obter fundos a baixo custo com tranquilidade?
Wall Street também discute intensamente. Os estrategistas da Morgan Stanley fizeram a pergunta crucial: o que o Federal Reserve está fazendo agora é realmente suficiente? Ou será que são necessárias mais ações para evitar que o problema continue se agravando? Essa dúvida paira na cabeça de todos os participantes do mercado.