É o que realmente move os mercados: a diferença entre o que os trabalhadores produzem e o que ganham. Pegue os EUA—os salários estão em alta comparados aos ganhos de produtividade, então as pessoas gastam mais e guardam menos dinheiro. É o oposto na China, onde a produção laboral supera em muito o crescimento dos salários. A enorme disparidade entre produtividade e salários? Alimenta uma das taxas de poupança mais altas do mundo. Essas dinâmicas reverberam em tudo—padrões de consumo, alocação de ativos, pressões inflacionárias. Compreender essa relação entre produtividade e salários é fundamental para entender onde o capital flui e como diferentes economias irão se comportar.
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É o que realmente move os mercados: a diferença entre o que os trabalhadores produzem e o que ganham. Pegue os EUA—os salários estão em alta comparados aos ganhos de produtividade, então as pessoas gastam mais e guardam menos dinheiro. É o oposto na China, onde a produção laboral supera em muito o crescimento dos salários. A enorme disparidade entre produtividade e salários? Alimenta uma das taxas de poupança mais altas do mundo. Essas dinâmicas reverberam em tudo—padrões de consumo, alocação de ativos, pressões inflacionárias. Compreender essa relação entre produtividade e salários é fundamental para entender onde o capital flui e como diferentes economias irão se comportar.