A 17 de dezembro, a mais recente declaração do governador da Fed, Waller, atraiu a atenção do mercado. Deixou claro que o mercado de trabalho está "muito fraco" e que o desempenho atual dos novos empregos não é satisfatório, e acredita que a política de corte das taxas de juro ajudará a reparar a situação do emprego.
O significado mais profundo desta observação merece reflexão – não é que a inflação tenha vencido, mas sim que o emprego é o primeiro a suportá-lo.
Embora os aumentos dos preços ainda estejam acima da meta, Waller dá um conjunto de sinais: espera-se que a inflação continue a diminuir nos próximos meses; As expectativas de inflação têm sido firmemente "ancoradas"; Manter um ambiente de taxas de juro elevadas só causará mais danos ao emprego.
Ou seja, se não relaxar, o custo pode ser mais elevado do que a própria inflação. Isto também explica porque é que a atual Fed é belicista em relação ao mundo exterior, mas ao mesmo tempo frequentemente divulga "sinais para deixar ir" nas reuniões.
Do ponto de vista do mercado, a próxima questão chave torna-se: Será que uma recuperação súbita da inflação é a principal ameaça? Ou será que o emprego continua a estagnar e a travar o crescimento? Ou dois riscos graves surgem ao mesmo tempo? Cada situação tem um impacto muito diferente na liquidez e na alocação de ativos.
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ColdWalletAnxiety
· 2025-12-17 14:47
O mercado de trabalho não aguenta mais, o Federal Reserve está preparando o terreno para cortes de juros, a operação é bastante evidente...
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StillBuyingTheDip
· 2025-12-17 14:46
Resumindo, é preciso escolher entre emprego e inflação para levar a culpa, o Federal Reserve ainda tem que fazer parecer que está numa situação difícil.
A 17 de dezembro, a mais recente declaração do governador da Fed, Waller, atraiu a atenção do mercado. Deixou claro que o mercado de trabalho está "muito fraco" e que o desempenho atual dos novos empregos não é satisfatório, e acredita que a política de corte das taxas de juro ajudará a reparar a situação do emprego.
O significado mais profundo desta observação merece reflexão – não é que a inflação tenha vencido, mas sim que o emprego é o primeiro a suportá-lo.
Embora os aumentos dos preços ainda estejam acima da meta, Waller dá um conjunto de sinais: espera-se que a inflação continue a diminuir nos próximos meses; As expectativas de inflação têm sido firmemente "ancoradas"; Manter um ambiente de taxas de juro elevadas só causará mais danos ao emprego.
Ou seja, se não relaxar, o custo pode ser mais elevado do que a própria inflação. Isto também explica porque é que a atual Fed é belicista em relação ao mundo exterior, mas ao mesmo tempo frequentemente divulga "sinais para deixar ir" nas reuniões.
Do ponto de vista do mercado, a próxima questão chave torna-se: Será que uma recuperação súbita da inflação é a principal ameaça? Ou será que o emprego continua a estagnar e a travar o crescimento? Ou dois riscos graves surgem ao mesmo tempo? Cada situação tem um impacto muito diferente na liquidez e na alocação de ativos.