O grupo de mineiros recentemente entrou em ebulição. Quando os rumores de "grandes grupos de mineiros vão fugir" estavam por toda parte, uma entidade chamada Shuntai surgiu repentinamente — nos últimos nove meses, investiu mais de 30 milhões de yuan, comprando servidores freneticamente e acumulando tokens. Isso deixou todos confusos: dizem que o setor está em inverno, como é que esse cara ainda se atreve a fazer isso?
Atualmente, o que se vê no mercado são dois mundos paralelos. De um lado, os mineiros, cujo rendimento da mineração não cobre nem mesmo as contas de eletricidade e manutenção, precisam desligar suas máquinas e aceitar perdas. O preço do token continua caindo. Do outro lado, investidores como Shuntai continuam investindo pesado, aumentando suas posições em hardware e tokens. Quem está certo? Será que Shuntai viu um futuro invisível para os outros, ou está jogando uma grande aposta em uma "armadilha de custos"?
Falando nisso, o conflito entre esses dois grupos é, na essência, uma colisão de dimensões temporais.
Os pequenos mineiros fazem negócios de fluxo de caixa de curto prazo. Eles precisam de ganhos positivos semanais ou mensais para cobrir eletricidade, mão de obra, depreciação de equipamentos e até mesmo pagar os tokens que colocaram em garantia. Desde que o dinheiro obtido com a mineração não seja suficiente para cobrir esses custos, eles têm que desligar as máquinas — não há espaço para discussão. O ciclo de decisão desses mineiros é semanal ou mensal, sendo altamente sensíveis às oscilações de preço; uma queda no preço os faz pensar em sair.
Já instituições como Shuntai operam com uma lógica diferente. Os 14 milhões investidos na compra de servidores já representam um custo irrecuperável para eles. O que importa não é "agora está lucrando ou não", mas "se o projeto pode gerar grandes lucros no futuro ao longo de seu ciclo". Quando o ciclo de decisão é estendido por vários anos, as flutuações de curto prazo no preço deixam de ser um problema. Com tempo, vem o interesse composto.
Ver original
Esta página pode conter conteúdo de terceiros, que é fornecido apenas para fins informativos (não para representações/garantias) e não deve ser considerada como um endosso de suas opiniões pela Gate nem como aconselhamento financeiro ou profissional. Consulte a Isenção de responsabilidade para obter detalhes.
O grupo de mineiros recentemente entrou em ebulição. Quando os rumores de "grandes grupos de mineiros vão fugir" estavam por toda parte, uma entidade chamada Shuntai surgiu repentinamente — nos últimos nove meses, investiu mais de 30 milhões de yuan, comprando servidores freneticamente e acumulando tokens. Isso deixou todos confusos: dizem que o setor está em inverno, como é que esse cara ainda se atreve a fazer isso?
Atualmente, o que se vê no mercado são dois mundos paralelos. De um lado, os mineiros, cujo rendimento da mineração não cobre nem mesmo as contas de eletricidade e manutenção, precisam desligar suas máquinas e aceitar perdas. O preço do token continua caindo. Do outro lado, investidores como Shuntai continuam investindo pesado, aumentando suas posições em hardware e tokens. Quem está certo? Será que Shuntai viu um futuro invisível para os outros, ou está jogando uma grande aposta em uma "armadilha de custos"?
Falando nisso, o conflito entre esses dois grupos é, na essência, uma colisão de dimensões temporais.
Os pequenos mineiros fazem negócios de fluxo de caixa de curto prazo. Eles precisam de ganhos positivos semanais ou mensais para cobrir eletricidade, mão de obra, depreciação de equipamentos e até mesmo pagar os tokens que colocaram em garantia. Desde que o dinheiro obtido com a mineração não seja suficiente para cobrir esses custos, eles têm que desligar as máquinas — não há espaço para discussão. O ciclo de decisão desses mineiros é semanal ou mensal, sendo altamente sensíveis às oscilações de preço; uma queda no preço os faz pensar em sair.
Já instituições como Shuntai operam com uma lógica diferente. Os 14 milhões investidos na compra de servidores já representam um custo irrecuperável para eles. O que importa não é "agora está lucrando ou não", mas "se o projeto pode gerar grandes lucros no futuro ao longo de seu ciclo". Quando o ciclo de decisão é estendido por vários anos, as flutuações de curto prazo no preço deixam de ser um problema. Com tempo, vem o interesse composto.