O grande modelo de venda a descoberto Mike Burry emite alerta por imagem: o património líquido em ações das famílias americanas ultrapassa pela primeira vez o setor imobiliário, cruzamento histórico pela terceira vez!
“Grande Baixa” protótipo Mike Burry publicou ontem à noite uma imagem no Twitter, apontando para uma grande mudança na estrutura de ativos das famílias americanas: a proporção de ações (linha vermelha) ultrapassou pela primeira vez a proporção de imóveis (linha azul)! Nos últimos 70 anos, esse “vermelho acima do azul” só aconteceu duas vezes — após a bolha das “Beautiful 50” no final dos anos 1960, durante o mercado de baixa com estagnação inflacionária, e após a bolha da internet no final dos anos 1990, quando o índice Nasdaq foi cortado pela metade em 78%. Agora, pela terceira vez, Burry parece estar tocando um sino de alerta.
Mas desta vez, é diferente: a revolução real na produtividade trazida pela IA vai muito além do início da internet. Ainda mais importante, ao observar o gráfico de distribuição de riqueza do Federal Reserve, você perceberá: ações superam imóveis, não é o fim de uma bolha, mas a configuração padrão da estrutura de riqueza dos ricos! Os pobres dependem de imóveis e carros para “mostrar fachada”, enquanto os ricos fazem dinheiro com ações e participações empresariais. A disparidade de riqueza, na essência, é uma questão de diferença na alocação de ativos.
Análise aprofundada do gráfico de Burry: a terceira vez que a proporção de ações ultrapassa imóveis
O gráfico publicado por Mike Burry (dados do Federal Reserve, 1951-2025Q3) mostra a comparação entre duas categorias principais de ativos na riqueza total das famílias americanas:
Linha vermelha: ativos em ações (posse direta, fundos mútuos, contas de aposentadoria como 401K/IRA etc.)
Linha azul: imóveis (principalmente valor líquido de residências próprias)
Momentos históricos em que a “proporção de ações ultrapassou imóveis”:
1966-1968: era das Beautiful 50, auge da bolha de ações de crescimento. Logo depois, veio a longa fase de estagnação inflacionária e mercado de baixa dos anos 1970, com retorno negativo do mercado por uma década.
1998-2000: pico da bolha da internet, Nasdaq atingindo 5000 pontos. Depois, a bolha estourou, índice caiu 78%, levando 15 anos para recuperar o pico.
2025 atualmente: terceira vez, ações oficialmente superando imóveis em valor líquido, com uma escala total superior a 50 trilhões de dólares.
Ao publicar essa imagem, Burry claramente está alertando: esses extremos de configuração de ativos na história sempre estiveram associados a grandes bolhas e subsequentes ajustes. Mas o contexto desta vez é fundamentalmente diferente:
Nas duas primeiras vezes, foi uma especulação puramente conceitual (valores excessivos nas Beautiful 50, empresas de internet sem lucro).
Agora, a IA já está sendo aplicada de fato: adoção empresarial em rápida expansão, aumento real na produtividade (relatório da McKinsey: IA pode acrescentar US$13 trilhões ao PIB global por ano).
Os lucros do mercado de ações estão sustentados: gigantes como Magnificent 7 têm fluxo de caixa abundante, dividendos e recompras de ações atingindo recordes.
Portanto, não se pode simplesmente “seguir o curso” — desta vez, pode ser uma transformação estrutural, não uma bolha pura e simples.
Gráfico de alocação de ativos dos bilionários: quanto mais ricos, menos dependentes de imóveis para enriquecer
Dados mais recentes da “Pesquisa de Finanças do Consumidor” (SCF 2025) do Federal Reserve, mostram a estrutura de ativos familiares dividida em 7 camadas, com base no patrimônio líquido (famílias mais ricas possuem principalmente ativos financeiros e empresariais):
Alta renda: foco em investimentos em participações
$100M-$1B
Participações empresariais + ações
Total >70%
Pré-milionários: ações de empresas são o núcleo
> $10B
Participações empresariais 35% + ações 37%
Ativos financeiros total 72%
Top de riqueza (ex: Bezos, Musk, Zuckerberg): riqueza quase toda por valorização de participações/ações
Conclusões principais:
Riqueza dos pobres “morre” em bens físicos (imóveis, carros): baixa liquidez, valorização lenta, sensível às taxas de juros.
Riqueza dos ricos “vive” em ativos financeiros (ações + participações empresariais): efeito de juros compostos, fluxo de caixa forte.
A proporção de imóveis entre os bilionários geralmente fica abaixo de 10%. Eles não dependem de “uma casa para subir na vida”, mas de mercados de capitais e crescimento empresarial.
Por que essa “superioridade de ações sobre imóveis” pode ser uma coisa boa desta vez?
Revolução real da IA: diferente de 1999, com a “economia de olhares”, hoje a IA está profundamente integrada às empresas (Microsoft Copilot, Google Gemini para empresas etc.), com dados concretos de aumento de produtividade.
Atualização na estrutura de riqueza familiar: os americanos estão mudando de “dependência de imóveis” para “participação acionária”, um avanço que alinha a configuração de riqueza com os mais ricos.
Fundamentos do mercado de ações sustentam: lucros das empresas atingindo recordes, recompras na casa do trilhão, ambiente de taxas de juros mais frouxo.
Versão aprimorada da experiência histórica: após as duas primeiras bolhas, os ajustes foram severos, mas sempre seguidos por longos mercados de alta (1982-2000, 2009-2021).
Claro que há riscos: se a IA não avançar como esperado, ou se o Federal Reserve mudar sua política, ajustes podem acontecer. Mas, a longo prazo, abraçar ações de qualidade continua sendo a melhor estratégia.
A maior lição: a chave para a liberdade financeira é a transformação na alocação de ativos
Erro comum dos comuns: investir a maior parte do dinheiro em imóveis (alto endividamento, baixa liquidez, impostos pesados)
Segredo do sucesso dos ricos: colocar o dinheiro em ativos que “fazem dinheiro” (ações, fundos de índice, participações empresariais)
Para mudar de nível social: salário + imóveis não basta, é preciso aprender a investir no mercado de capitais
Atualmente, as famílias americanas estão passando por essa transformação — ações superando imóveis não é sinal do fim, mas o começo de uma conscientização sobre riqueza.
Devemos acompanhar: reduzir a proporção de ativos de consumo, aumentar a alocação em ativos produtivos, especialmente em ativos de qualidade na era da IA.
Qual a proporção de ações na sua carteira? Comente abaixo~
A. Predominância de imóveis (>70%)
B. Ações já superaram imóveis
C. Em transição gradual para ações/fundos
D. Dinheiro em caixa, ainda observando
Se a direção estiver certa, o tempo ajudará você. Um passo de cada vez, olhando de cada vez — mas sem errar o caminho!
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O grande modelo de venda a descoberto Mike Burry emite alerta por imagem: o património líquido em ações das famílias americanas ultrapassa pela primeira vez o setor imobiliário, cruzamento histórico pela terceira vez!
“Grande Baixa” protótipo Mike Burry publicou ontem à noite uma imagem no Twitter, apontando para uma grande mudança na estrutura de ativos das famílias americanas: a proporção de ações (linha vermelha) ultrapassou pela primeira vez a proporção de imóveis (linha azul)! Nos últimos 70 anos, esse “vermelho acima do azul” só aconteceu duas vezes — após a bolha das “Beautiful 50” no final dos anos 1960, durante o mercado de baixa com estagnação inflacionária, e após a bolha da internet no final dos anos 1990, quando o índice Nasdaq foi cortado pela metade em 78%. Agora, pela terceira vez, Burry parece estar tocando um sino de alerta.
Mas desta vez, é diferente: a revolução real na produtividade trazida pela IA vai muito além do início da internet. Ainda mais importante, ao observar o gráfico de distribuição de riqueza do Federal Reserve, você perceberá: ações superam imóveis, não é o fim de uma bolha, mas a configuração padrão da estrutura de riqueza dos ricos! Os pobres dependem de imóveis e carros para “mostrar fachada”, enquanto os ricos fazem dinheiro com ações e participações empresariais. A disparidade de riqueza, na essência, é uma questão de diferença na alocação de ativos.
Análise aprofundada do gráfico de Burry: a terceira vez que a proporção de ações ultrapassa imóveis
O gráfico publicado por Mike Burry (dados do Federal Reserve, 1951-2025Q3) mostra a comparação entre duas categorias principais de ativos na riqueza total das famílias americanas:
Momentos históricos em que a “proporção de ações ultrapassou imóveis”:
Ao publicar essa imagem, Burry claramente está alertando: esses extremos de configuração de ativos na história sempre estiveram associados a grandes bolhas e subsequentes ajustes. Mas o contexto desta vez é fundamentalmente diferente:
Portanto, não se pode simplesmente “seguir o curso” — desta vez, pode ser uma transformação estrutural, não uma bolha pura e simples.
Gráfico de alocação de ativos dos bilionários: quanto mais ricos, menos dependentes de imóveis para enriquecer
Dados mais recentes da “Pesquisa de Finanças do Consumidor” (SCF 2025) do Federal Reserve, mostram a estrutura de ativos familiares dividida em 7 camadas, com base no patrimônio líquido (famílias mais ricas possuem principalmente ativos financeiros e empresariais):
Conclusões principais:
A proporção de imóveis entre os bilionários geralmente fica abaixo de 10%. Eles não dependem de “uma casa para subir na vida”, mas de mercados de capitais e crescimento empresarial.
Por que essa “superioridade de ações sobre imóveis” pode ser uma coisa boa desta vez?
Claro que há riscos: se a IA não avançar como esperado, ou se o Federal Reserve mudar sua política, ajustes podem acontecer. Mas, a longo prazo, abraçar ações de qualidade continua sendo a melhor estratégia.
A maior lição: a chave para a liberdade financeira é a transformação na alocação de ativos
Atualmente, as famílias americanas estão passando por essa transformação — ações superando imóveis não é sinal do fim, mas o começo de uma conscientização sobre riqueza.
Devemos acompanhar: reduzir a proporção de ativos de consumo, aumentar a alocação em ativos produtivos, especialmente em ativos de qualidade na era da IA.
Qual a proporção de ações na sua carteira? Comente abaixo~
A. Predominância de imóveis (>70%)
B. Ações já superaram imóveis
C. Em transição gradual para ações/fundos
D. Dinheiro em caixa, ainda observando
Se a direção estiver certa, o tempo ajudará você. Um passo de cada vez, olhando de cada vez — mas sem errar o caminho!