A indústria artesanal das previsões de Wall Street está viva e a trabalhar em 2026. Os observadores do mercado estão a concentrar-se no que poderá transformar as carteiras no próximo ano—particularmente em torno de três grandes temas.
Primeiro: investimento em IA. O impulso do setor não mostra sinais de abrandar, e os analistas estão a traçar onde o capital poderá fluir à medida que a tecnologia continua a evoluir. Depois, há o crédito privado, que se tornou uma presença séria nas carteiras institucionais nos últimos anos. Por fim, não subestime o ouro—ativos tradicionais de refúgio seguro estão de volta à conversa enquanto a incerteza macro persiste.
A conclusão? 2026 parece ser um ano em que é preciso pensar através de classes de ativos, não apenas seguir um único plano.
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SchrodingersFOMO
· 13h atrás
Mais uma vez, essa mesma narrativa: IA, crédito privado, ouro, todos os anos falando dessas três coisas. Será que há realmente criatividade nisso?
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SchrödingersNode
· 13h atrás
A parte de IA já foi bastante explorada, ainda está a fazer barulho? Acho que a dívida de fundos de private equity está complicada.
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ProtocolRebel
· 13h atrás
A manipulação de IA ainda precisa continuar? Estou a ficar um pouco cansado disso, mas a parte do crédito privado é interessante, as instituições estão a fazer movimentos discretos.
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HalfBuddhaMoney
· 13h atrás
AI, crédito privado, ouro... Wall Street voltou a inventar histórias, sempre a mesma conversa todos os anos, e no final não passa de os investidores serem os chouriços a levar com a panela
A indústria artesanal das previsões de Wall Street está viva e a trabalhar em 2026. Os observadores do mercado estão a concentrar-se no que poderá transformar as carteiras no próximo ano—particularmente em torno de três grandes temas.
Primeiro: investimento em IA. O impulso do setor não mostra sinais de abrandar, e os analistas estão a traçar onde o capital poderá fluir à medida que a tecnologia continua a evoluir. Depois, há o crédito privado, que se tornou uma presença séria nas carteiras institucionais nos últimos anos. Por fim, não subestime o ouro—ativos tradicionais de refúgio seguro estão de volta à conversa enquanto a incerteza macro persiste.
A conclusão? 2026 parece ser um ano em que é preciso pensar através de classes de ativos, não apenas seguir um único plano.