#数字资产动态追踪 Duas grandes convulsões na história financeira dos EUA
Quando chegou a "Quinta-feira Negra" de 1929, o mercado de ações desabou de um dia para o outro, o pânico na Bolsa de Nova York espalhou-se pelo mundo. A capacidade de produção foi drasticamente reduzida pela metade, e uma onda de desemprego varreu o país — uma taxa de desemprego de 25% mergulhou toda a sociedade num buraco profundo. 79 anos depois, em 2008, a crise de hipotecas subprime voltou a provar: a vulnerabilidade do sistema financeiro nunca mudou. No dia em que o Lehman Brothers declarou falência, o valor de mercado das ações globais evaporou instantaneamente, trilhões de dólares desapareceram no ar, e a economia mundial voltou a mergulhar no poço. Como é que tudo voltou a acontecer? A raiz continua sendo os mesmos velhos problemas: o Federal Reserve cortando taxas de juros repetidamente, injetando liquidez de forma louca, os preços do imobiliário sendo inflados a níveis cada vez mais absurdos. Ainda mais perigoso são as inovações financeiras — produtos derivados como MBS, CDS, que crescem de forma selvagem, agências de classificação de risco atribuindo AAA a títulos lixo, e a proporção de alavancagem chegando a 1:40. Assim, uma "bomba financeira" de 33 trilhões de dólares acumula-se silenciosamente. Os reguladores parecem inoperantes, assistindo a tudo isso acontecer sem poder fazer nada. Remendos após a crise Plano TARP de 700 bilhões de dólares, três rounds de flexibilização quantitativa, política de juros zero… o Federal Reserve usou todos os recursos disponíveis. A Lei Dodd-Frank tentou corrigir as falhas, mas o risco sistêmico ainda permanece latente. A próxima crise vai acontecer de novo? Quando a bolha recomeçar a inflar, quem vai segurar a queda? Talvez a resposta esteja mais próxima do que imaginamos. $BTC $ETH $FIL
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#数字资产动态追踪 Duas grandes convulsões na história financeira dos EUA
Quando chegou a "Quinta-feira Negra" de 1929, o mercado de ações desabou de um dia para o outro, o pânico na Bolsa de Nova York espalhou-se pelo mundo. A capacidade de produção foi drasticamente reduzida pela metade, e uma onda de desemprego varreu o país — uma taxa de desemprego de 25% mergulhou toda a sociedade num buraco profundo. 79 anos depois, em 2008, a crise de hipotecas subprime voltou a provar: a vulnerabilidade do sistema financeiro nunca mudou. No dia em que o Lehman Brothers declarou falência, o valor de mercado das ações globais evaporou instantaneamente, trilhões de dólares desapareceram no ar, e a economia mundial voltou a mergulhar no poço.
Como é que tudo voltou a acontecer?
A raiz continua sendo os mesmos velhos problemas: o Federal Reserve cortando taxas de juros repetidamente, injetando liquidez de forma louca, os preços do imobiliário sendo inflados a níveis cada vez mais absurdos. Ainda mais perigoso são as inovações financeiras — produtos derivados como MBS, CDS, que crescem de forma selvagem, agências de classificação de risco atribuindo AAA a títulos lixo, e a proporção de alavancagem chegando a 1:40. Assim, uma "bomba financeira" de 33 trilhões de dólares acumula-se silenciosamente. Os reguladores parecem inoperantes, assistindo a tudo isso acontecer sem poder fazer nada.
Remendos após a crise
Plano TARP de 700 bilhões de dólares, três rounds de flexibilização quantitativa, política de juros zero… o Federal Reserve usou todos os recursos disponíveis. A Lei Dodd-Frank tentou corrigir as falhas, mas o risco sistêmico ainda permanece latente.
A próxima crise vai acontecer de novo? Quando a bolha recomeçar a inflar, quem vai segurar a queda? Talvez a resposta esteja mais próxima do que imaginamos.
$BTC $ETH $FIL