Este história não tem uma abertura glamorosa. São três técnicos, cada um atormentado por problemas de dados em seus respectivos campos, que numa noite qualquer começam a desabafar numa conversa de voz. Um trabalha com cibersegurança, outro é responsável por sistemas de dados financeiros, e o terceiro desenvolve ferramentas de análise em tempo real — todos eles testemunharam o mesmo fenômeno: a tecnologia blockchain é poderosa, mas a qualidade dos dados que nela entram é desigual, e muitas vezes uma verdadeira confusão.
Durante a conversa, eles identificaram o ponto central: o que mais falta na ecologia blockchain não é armazenamento, mas um sistema completo de confiança nos dados. Como garantir que os dados sejam realmente validados? Como distribuí-los? Como protegê-los? Ninguém tinha realmente resolvido essa questão.
O escritório foi escolhido numa pensão antiga, com um quadro branco cheio de rascunhos, e o micro-ondas quebrado. Foi nesse ambiente que eles conceberam o conceito de "Oráculo 3.0" — uma solução inteligente de dados capaz de se autoavaliar.
O desenvolvimento não foi fácil. Divergências frequentes, várias refatorações, e momentos em que pensaram "isso simplesmente não funciona". A primeira versão era rudimentar, apenas capaz de enviar dados, mas funcionava. Depois, adicionaram um modo de puxar dados, permitindo que os desenvolvedores acessassem conforme a necessidade — essa etapa mudou completamente a flexibilidade do sistema.
O período mais difícil foi no começo. Sem suporte de comunidade, sem parceiros, apenas código e testes incessantes. Eles postaram em diversos fóruns para divulgar, a maioria ignorou, alguns até zombaram. Mas aos poucos, dezenas de pessoas começaram a se interessar, atraídas pela ideia de uma tecnologia que pudesse se autoavaliar. Essas pessoas não estavam lá por hype, mas porque realmente acreditavam que estavam fazendo algo significativo.
A confiança foi sendo construída aos poucos. Quando a tecnologia amadureceu, a APRO começou a mostrar seu verdadeiro potencial.
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PumpingCroissant
· 18h atrás
Apartamentos antigos, micro-ondas avariados, ser alvo de zombarias... esses são os verdadeiros construtores, não aquele discurso de algumas notícias de financiamento
A questão da confiança nos dados realmente foi negligenciada por tempo demais, há uma enxurrada de projetos no mercado de criptomoedas que só se empolgam sozinhos
A abordagem de auto-verificação do Oráculo 3.0 é interessante, mas a dificuldade de implementação... ainda vai depender do desempenho real subsequente
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mev_me_maybe
· 18h atrás
O conceito de sistema de confiança de dados é realmente profundo; a blockchain tem estado na mesma desde há muitos anos, e finalmente alguém está levando a sério o setor de oráculos. Os detalhes do design de push e pull são realmente o segredo.
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blocksnark
· 18h atrás
Isto é o que o web3 deve ser. Sem exageros, sem críticas injustas. São apenas algumas pessoas que criaram isto.
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DefiSecurityGuard
· 18h atrás
ngl, o problema do oráculo é real mas... dados auto-validantes? preciso ver os relatórios de auditoria reais antes de tocar nisso. já vi muitas soluções "revolucionárias" se transformarem em vetores de exploração, para ser honesto. qual é a estratégia de proteção contra MEV deles, de qualquer forma? 🚩
Este história não tem uma abertura glamorosa. São três técnicos, cada um atormentado por problemas de dados em seus respectivos campos, que numa noite qualquer começam a desabafar numa conversa de voz. Um trabalha com cibersegurança, outro é responsável por sistemas de dados financeiros, e o terceiro desenvolve ferramentas de análise em tempo real — todos eles testemunharam o mesmo fenômeno: a tecnologia blockchain é poderosa, mas a qualidade dos dados que nela entram é desigual, e muitas vezes uma verdadeira confusão.
Durante a conversa, eles identificaram o ponto central: o que mais falta na ecologia blockchain não é armazenamento, mas um sistema completo de confiança nos dados. Como garantir que os dados sejam realmente validados? Como distribuí-los? Como protegê-los? Ninguém tinha realmente resolvido essa questão.
O escritório foi escolhido numa pensão antiga, com um quadro branco cheio de rascunhos, e o micro-ondas quebrado. Foi nesse ambiente que eles conceberam o conceito de "Oráculo 3.0" — uma solução inteligente de dados capaz de se autoavaliar.
O desenvolvimento não foi fácil. Divergências frequentes, várias refatorações, e momentos em que pensaram "isso simplesmente não funciona". A primeira versão era rudimentar, apenas capaz de enviar dados, mas funcionava. Depois, adicionaram um modo de puxar dados, permitindo que os desenvolvedores acessassem conforme a necessidade — essa etapa mudou completamente a flexibilidade do sistema.
O período mais difícil foi no começo. Sem suporte de comunidade, sem parceiros, apenas código e testes incessantes. Eles postaram em diversos fóruns para divulgar, a maioria ignorou, alguns até zombaram. Mas aos poucos, dezenas de pessoas começaram a se interessar, atraídas pela ideia de uma tecnologia que pudesse se autoavaliar. Essas pessoas não estavam lá por hype, mas porque realmente acreditavam que estavam fazendo algo significativo.
A confiança foi sendo construída aos poucos. Quando a tecnologia amadureceu, a APRO começou a mostrar seu verdadeiro potencial.