O abismo económico entre os países: como 2025 revelou a profundidade da pobreza mundial

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Dados de 2025 pintam um quadro preocupante da economia mundial. Enquanto os países desenvolvidos desfrutam de prosperidade, um cinturão de Estados permanece na pobreza mais profunda. O país mais pobre do mundo — Sudão do Sul — mal consegue sobreviver com um PIB per capita de $251, o que é 40 vezes inferior à média mundial. Isto não é apenas uma estatística — é a realidade de milhões de pessoas.

África: epicentro da pobreza

É notável que, entre os 20 países mais pobres do planeta, 18 estão no continente africano. Iémen ($417) continua sendo a única exceção não africana nesta classificação pouco encorajadora.

Os países seguintes ao Sudão do Sul formam um cluster sombrio:

  • Burundi ($490), República Centro-Africana ($532), Maláui ($580) e Madagascar ($595) fecham o top cinco
  • Na faixa de $600-800: Sudão, Moçambique, RDC, Níger e Somália
  • Nigéria ($807), apesar de liderar economicamente na África, também está entre os dez mais pobres

Segundo nível de pobreza: $900-1.500

De Libéria ($908) até Nepal ($1.458) estende-se a segunda linha de pobreza. Aqui estão países onde o país mais pobre deste segmento é apenas 4 vezes mais rico que o Sudão do Sul. Serra Leoa, Mali, Gâmbia e Chade competem por um lugar nesta lista sombria.

Um detalhe interessante: Mianmar ($1.177) e Tadjiquistão ($1.432) coexistem com países africanos, o que destaca a universalidade do problema da pobreza.

Terceiro segmento: ultrapassando $2.000

De Zâmbia ($1.332) até Índia ($2.878), vemos uma melhora gradual, embora relativa. Aqui já aparecem países com economias mais diversificadas:

  • Tadjiquistão, Nepal, Timor-Leste
  • Bangladesh ($2.689), apesar de sua enorme população, permanece na faixa inferior
  • Índia ($2.878), embora esteja na lista, demonstra um indicador relativamente mais alto graças aos setores em desenvolvimento

Análise geográfica

O inventário realizado com os 50 países mais pobres revelou uma clara regularidade geográfica. O continente africano está desproporcionalmente representado, refletindo problemas estruturais econômicos da região. A Ásia está menos presente, mas seus representantes (Iémen, Mianmar, Tadjiquistão, Nepal, Bangladesh) enfrentam desafios semelhantes aos países africanos.

Sobre o que esses números nos dizem

A disparidade entre o país mais pobre ($251) e os Estados mais prósperos reflete não apenas diferenças econômicas — é uma distribuição desigual de recursos, problemas de gestão, falta de investimentos e fatores históricos.

É notável que, mesmo o país mais pobre do mundo, possui potencial de desenvolvimento, mas sem ajuda internacional significativa e reformas internas, esse potencial permanece não explorado. A comunidade global enfrenta uma escolha: continuar assistindo à crise ou participar ativamente do desenvolvimento econômico dos Estados mais vulneráveis.

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