A história ensina-nos a ser cautelosos. Mais de quarenta anos atrás, no final de 1979, a prata demonstrava um crescimento semelhante do interesse especulativo, quando o prémio sobre a média móvel de 50 semanas era igualmente extremo. Na altura, o metal atingiu o pico em 1980, mas a queda subsequente foi implacável—uma queda de 52% levou o preço a atingir os $15,5 por onça. Hoje, a história pode estar a repetir-se.
Prata dá sinais de alarme
No último dia do ano que termina, o metal branco fixou-se em cerca de $72 por onça. Isto significa um lucro de 73% acima do indicador de referência de médio prazo—a média móvel de 50 semanas. Uma diferença tão grande é extremamente rara: desde o final dos anos 1970, tal discrepância ocorreu apenas uma vez. Quando um indicador técnico mostra uma divergência tão anormal, o mercado geralmente procura uma correção.
Bitcoin: outro cenário, perigo semelhante
A situação do Bitcoin é diferente, mas potencialmente igualmente ameaçadora. O preço atual está próximo dos $91.35K, mas em relação à média móvel de 50 semanas, o ativo está a negociar com um desconto de 13%. À primeira vista, parece mais saudável, mas a análise técnica indica o contrário: períodos de escassez como este frequentemente antecedem reversões de preço significativas. Os analistas avaliam um potencial de correção de até 55% em caso de cenário de baixa.
O que isto significa para os traders
Ambos os ativos enviam sinais técnicos mistos. A prata parece estar sobrecomprada e pronta para uma correção, enquanto o Bitcoin encontra-se numa posição mais vulnerável, apesar da aparente relativa acessibilidade. Para 2026, deve-se esperar maior volatilidade e possíveis consolidações tanto para o ativo tradicional quanto para o líder do mercado de criptomoedas.
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Ouro branco e o rei das criptomoedas sob pressão: o que o análise técnica prevê para 2026
A história ensina-nos a ser cautelosos. Mais de quarenta anos atrás, no final de 1979, a prata demonstrava um crescimento semelhante do interesse especulativo, quando o prémio sobre a média móvel de 50 semanas era igualmente extremo. Na altura, o metal atingiu o pico em 1980, mas a queda subsequente foi implacável—uma queda de 52% levou o preço a atingir os $15,5 por onça. Hoje, a história pode estar a repetir-se.
Prata dá sinais de alarme
No último dia do ano que termina, o metal branco fixou-se em cerca de $72 por onça. Isto significa um lucro de 73% acima do indicador de referência de médio prazo—a média móvel de 50 semanas. Uma diferença tão grande é extremamente rara: desde o final dos anos 1970, tal discrepância ocorreu apenas uma vez. Quando um indicador técnico mostra uma divergência tão anormal, o mercado geralmente procura uma correção.
Bitcoin: outro cenário, perigo semelhante
A situação do Bitcoin é diferente, mas potencialmente igualmente ameaçadora. O preço atual está próximo dos $91.35K, mas em relação à média móvel de 50 semanas, o ativo está a negociar com um desconto de 13%. À primeira vista, parece mais saudável, mas a análise técnica indica o contrário: períodos de escassez como este frequentemente antecedem reversões de preço significativas. Os analistas avaliam um potencial de correção de até 55% em caso de cenário de baixa.
O que isto significa para os traders
Ambos os ativos enviam sinais técnicos mistos. A prata parece estar sobrecomprada e pronta para uma correção, enquanto o Bitcoin encontra-se numa posição mais vulnerável, apesar da aparente relativa acessibilidade. Para 2026, deve-se esperar maior volatilidade e possíveis consolidações tanto para o ativo tradicional quanto para o líder do mercado de criptomoedas.