## Zelenskyy Traça Linha Reta: Por Que Acordos de Paz Fracos Apenas Prolongam o Conflito



Na sua mensagem de Ano Novo, o Presidente ucraniano Volodymyr Zelenskyy deixou clara a sua posição—há uma diferença entre querer paz e render-se a termos desfavoráveis. A sua mensagem direta: "Paz? Sim. A qualquer custo? Não. Queremos o fim da guerra, mas não o fim da Ucrânia." Esta distinção importa mais do que possa parecer inicialmente.

O quadro mais amplo mostra negociações em andamento, com o Presidente dos EUA Donald Trump supostamente tendo avançado as discussões para a marca de 90% de conclusão. No entanto, Trump destacou que os 10% restantes representam as questões mais difíceis—disputas territoriais, garantias de segurança e acordos de longo prazo que irão "determinar o destino da Ucrânia e da Europa."

**Onde Estão as Negociações**

A ênfase de Zelenskyy em "acordos fortes" em vez de acordos apressados revela a tensão central nas conversações de paz. Ele afirmou claramente: "Qualquer assinatura colocada em acordos fracos apenas alimenta a guerra. A minha assinatura será colocada num acordo forte." Isto reflete a preocupação da Ucrânia de que um acordo mal estruturado possa simplesmente adiar o conflito em vez de resolvê-lo de forma genuína.

O foco diplomático mudou para garantir o que Zelenskyy chama de "resolução duradoura"—não um cessar-fogo que dure semanas ou meses, mas uma estrutura duradoura construída para resistir ao tempo. Cada rodada de negociações, cada telefonema e cada decisão agora centram-se neste objetivo.

**A Perspectiva Russa**

A retórica de Ano Novo do Presidente russo Putin ecoou uma linguagem familiar de guerra, dizendo às tropas na linha de frente que Moscovo permanece confiante na vitória final. No entanto, essa confiança contrasta fortemente com o progresso aparente nas negociações a que Trump se referiu. A continuação do posicionamento militar de Putin e as alegações de ataques alegados à sua residência criam atritos que complicam momentos de avanço.

**O Verdadeiro Obstáculo**

Território continua a ser o obstáculo não resolvido. Nenhuma das partes cedeu substancialmente no controlo das regiões disputadas, tornando qualquer compromisso fraco altamente arriscado para a soberania da Ucrânia. A recusa de Zelenskyy em aceitar compromissos que parecem fortes na superfície, mas fracos na substância, reflete esta realidade.

Ambas as nações enfrentam pressão para alcançar uma resolução, mas a diferença entre os termos aceitáveis revela por que acordos prematuros podem piorar em vez de melhorar a situação. Por agora, o Ano Novo encontra ambos os lados enraizados—um exigindo proteções fortes, o outro relutante em ceder terreno, deixando a paz duradoura ainda distante apesar do progresso nas negociações.
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