Sem dinheiro. Esqueça buscas espirituais, ideais, autorrealização. 99% da sua dor, é causada pelo saldo do seu cartão bancário. Quem não tem dinheiro, nem sequer “escolhas” são um luxo, apenas sendo conduzido pela vida.
Cérebro insuficiente. Você não entende as regras, não capta as indiretas, não consegue distinguir quem está te explorando. Por isso, você se esforça tanto, o dinheiro é roubado por outros, e você fica com a culpa.
Sonha demais. Você acha o mundo demasiado gentil, a humanidade demasiado pura. A realidade não é conto de fadas, é um campo de batalha.
Só porque você é ingênuo demais.
Muito ocioso. Quem realmente luta pela sobrevivência, não tem tempo para depressão, autossabotagem, fragilidade emocional. Sua dor, muitas vezes, é por estar tão ocioso, começar a olhar para o teto e pensar no sentido da vida.
Fazendo besteira. Você fica de olho na renda, na casa, na esposa, nos filhos dos outros. Esquece que: o que você vê, é a vida cuidadosamente editada dos outros. Você usa sua própria calça, para comparar com o terno dos outros.
Muito vaidoso. Medo de rejeição, medo de ser zombado, medo de perder a face. E o que acontece? Nunca se atreve a falar, a lutar, a virar a mesa. Você não é gentil, você é covarde.
Sem limites. Você é responsável pelas emoções dos outros, se preocupa com a vida dos outros, mas sua própria bagunça é uma zona de guerra. Você está cansado, não por destino cruel, mas por carregar peso errado.
Procrastina. Você não é que não sabe o que fazer, é que simplesmente não faz. Quanto mais adia, mais ansiedade sente. A dor não é o problema, é o juro da sua fuga.
Ambicioso e preguiçoso. Quer tudo: dinheiro, liberdade, respeito, amor. Mas não quer investir tempo, esforço, custo. Acha que é azar, mas na verdade quer aproveitar a vida de graça.
Não aceita o destino, nem a si mesmo. Não sabe o que realmente vale, e não aceita a realidade. Ao mesmo tempo que critica a sociedade, age como se fosse alguém que não é.
A dor da maioria, não é que o mundo seja cruel, é que são pobres, preguiçosos e sonhadores demais.
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A maior parte da dor no mundo não é sofisticada.
Resumindo, são estas poucas coisas.
Sem dinheiro.
Esqueça buscas espirituais, ideais, autorrealização.
99% da sua dor,
é causada pelo saldo do seu cartão bancário.
Quem não tem dinheiro,
nem sequer “escolhas” são um luxo,
apenas sendo conduzido pela vida.
Cérebro insuficiente.
Você não entende as regras,
não capta as indiretas,
não consegue distinguir quem está te explorando.
Por isso, você se esforça tanto,
o dinheiro é roubado por outros,
e você fica com a culpa.
Sonha demais.
Você acha o mundo demasiado gentil,
a humanidade demasiado pura.
A realidade não é conto de fadas,
é um campo de batalha.
Só porque você é ingênuo demais.
Muito ocioso.
Quem realmente luta pela sobrevivência,
não tem tempo para depressão, autossabotagem, fragilidade emocional.
Sua dor,
muitas vezes, é por estar tão ocioso,
começar a olhar para o teto
e pensar no sentido da vida.
Fazendo besteira.
Você fica de olho na renda, na casa, na esposa, nos filhos dos outros.
Esquece que:
o que você vê,
é a vida cuidadosamente editada dos outros.
Você usa sua própria calça,
para comparar com o terno dos outros.
Muito vaidoso.
Medo de rejeição,
medo de ser zombado,
medo de perder a face.
E o que acontece?
Nunca se atreve a falar,
a lutar,
a virar a mesa.
Você não é gentil,
você é covarde.
Sem limites.
Você é responsável pelas emoções dos outros,
se preocupa com a vida dos outros,
mas sua própria bagunça é uma zona de guerra.
Você está cansado,
não por destino cruel,
mas por carregar peso errado.
Procrastina.
Você não é que não sabe o que fazer,
é que simplesmente não faz.
Quanto mais adia,
mais ansiedade sente.
A dor não é o problema,
é o juro da sua fuga.
Ambicioso e preguiçoso.
Quer tudo:
dinheiro, liberdade, respeito, amor.
Mas não quer investir tempo, esforço, custo.
Acha que é azar,
mas na verdade quer aproveitar a vida de graça.
Não aceita o destino, nem a si mesmo.
Não sabe o que realmente vale,
e não aceita a realidade.
Ao mesmo tempo que critica a sociedade,
age como se fosse alguém que não é.
A dor da maioria,
não é que o mundo seja cruel,
é que são pobres, preguiçosos e sonhadores demais.