O ouro continua a ser um dos ativos mais procurados para proteger o património. A sua solidez como proteção contra turbulências económicas, a sua capacidade de manter valor face à inflação e o seu reconhecimento histórico tornam-no uma opção estratégica. Nas últimas cinco décadas, este metal experimentou um crescimento extraordinário: passou de cotar a 35 dólares a onça a atingir aproximadamente 4200 dólares no segundo semestre de 2025, representando um aumento de mais de 120 vezes. Desde o início de 2024, o ouro quebrou recordes consecutivamente, mostrando um avanço superior a 103% apenas nesse ano. Este artigo irá guiá-lo sobre as melhores formas de investir em ouro em 2025 e as plataformas mais confiáveis para o fazer de qualquer lugar, além de técnicas de proteção incluindo operações de venda a descoberto.
Cinco plataformas reguladas e seguras para investir em ouro
Antes de escolher qualquer instrumento de investimento, é fundamental selecionar um corretor autorizado e apoiado por reguladores internacionais. As seguintes opções possuem múltiplas licenças e oferecem condições competitivas para negociar ouro, garantindo segurança operacional e transparência.
Mitrade: acesso democrático a partir de 20 dólares
Dados-chave:
Depósito inicial: apenas 20 USD
Spreads: baixos sem comissões
Retiradas: primeira retirada gratuita mensalmente; 5 USD adicionais
Plataformas: iOS, Android, PC e WebTrader
Fundada em Melbourne, Austrália, a Mitrade consolidou a sua posição internacional graças às regulações da ASIC, CIMA e FSC. A sua plataforma intuitiva e acessível torna-a ideal tanto para principiantes como para operadores experientes. Com mais de 5 milhões de contas globais, demonstra solidez operacional. Entre as suas características destacam-se o apalancamento configurável de 1 a 100 vezes para ouro, múltiplos métodos de depósito (Visa, Mastercard, Skrill, Neteller, transferências bancárias) e conta demo sem risco.
eToro: trading social e comunidade internacional
Dados-chave:
Depósito mínimo: 100 USD
Comissão de retirada: 5 USD
Inatividade: 10 USD/mês após 12 meses sem movimento
Futuros de ouro disponíveis
Com mais de 30 milhões de utilizadores desde 2007, a eToro revolucionou o trading através de ferramentas colaborativas como CopyTrader™. Esta função permite replicar automaticamente as operações de traders bem-sucedidos, perfeita para aprender ou automatizar estratégias. Oferece mais de 5000 ativos incluindo 100 criptomoedas. A sua interface clara favorece a experiência de utilizadores sem experiência prévia.
AvaTrade: análise profissional e futuros de ouro
Dados-chave:
Depósito mínimo: 100 USD
Sem comissões; spreads competitivos
Inatividade: 10 USD/mês após 2 meses inativo
Plataformas: MT4, MetaTrader e WebTrader
Este corretor global, ativo desde 2006 com 400.000 utilizadores, destaca-se por ferramentas de análise avançadas e cobertura noticiosa. Permite operar tanto no mercado spot como em contratos de futuros de ouro. É mais adequado para investidores com operações sustentadas, pois penaliza contas inativas.
TIOmarkets: regulação FCA e alavancagem flexível
Dados-chave:
Depósito mínimo: não especificado
Comissões: variáveis consoante o tipo de conta
Retiradas sem comissão na plataforma
MetaTrader disponível
Estabelecida em 2019 e regulada pela FCA britânica, a TIOmarkets oferece propostas competitivas com custos reduzidos. O seu principal desafio é a curva de aprendizagem da interface, especialmente para principiantes. Compensa com alavancagem sem limites e flexibilidade na tipologia de contas.
Tickmill: custos baixos e regulação tripla
Dados-chave:
Depósito mínimo: 100 USD
Sem comissões em contas padrão (spreads mais amplos)
Inatividade: 10 USD/mês após 12 meses
Regulada pela FCA, FSA e CySEC
Desde 2014, a Tickmill conquistou confiança com mais de 785.000 contas. O seu amplo catálogo de instrumentos financeiros e regulação tripla posicionam-na como uma opção segura. As plataformas requerem familiarização prévia.
Quatro formas de expor o seu capital ao ouro
O ouro pode ser adquirido de múltiplas formas consoante o seu perfil, capital e horizonte temporal. Conheça cada modalidade e decida qual se ajusta melhor.
Ouro físico: tangibilidade com trade-offs
Possuir lingotes ou joias de ouro oferece contacto direto com o ativo, o que psicologicamente tranquiliza muitos. No entanto, implica riscos de roubo, custos elevados de armazenamento assegurado, baixa liquidez para vender rapidamente e impostos mais agressivos sobre ganhos.
O que ganha: segurança emocional, valor intrínseco permanente, independência de intermediários financeiros, cobertura contra crises.
O que perde: exposição a roubos, gastos de custódia, dificuldades para liquidar posições, pressão fiscal elevada.
Contratos por diferença (CFD): ideal para capital reduzido
Um CFD é um acordo entre investidor e corretor para trocar diferenças de preço sem possuir o ativo subjacente. É a opção ótima para quem começa com menos de 1000 USD. Permite especular sobre preços, aceder a múltiplos instrumentos (ações, ETF, cruzamentos ouro/USD, ouro/EUR) e diversificar facilmente.
O que ganha: acesso rápido, baixo capital inicial, flexibilidade para comprar (longo) ou vender (curto), multiplicação de capital através de alavancagem.
O que perde: risco aumentado com alta alavancagem, nunca possui o ativo físico, volatilidade amplificada.
Ações mineiras: exposição indireta com variáveis empresariais
Investir em empresas dedicadas à extração e processamento de ouro é investir indiretamente. Exemplos como Wheaton Precious Metals Corp (WPM), Dundee Precious Metals Inc (DPM.TO) ou DRDGold Limited (DRD) podem gerar dividendos. Requer análise financeira rigorosa de balanços, projeções e riscos operacionais.
O que ganha: potencial de rendimentos por dividendos, acesso a mercados de crescimento específicos, investimento em negócios reais.
O que perde: necessidade de expertise financeira, sensibilidade a problemas empresariais particulares, risco bolsista adicional não relacionado ao ouro.
ETF: diversificação instantânea sem esforço
Os fundos cotados em bolsa agrupam múltiplos ativos negociáveis. Os que seguem ouro (SPDR Gold Shares, iShares Gold Trust, SPDR Gold MiniShares Trust) oferecem diversificação imediata sem necessidade de gestão ativa. O trade-off: menor controlo sobre movimentos individuais e comissões de administração que reduzem retornos.
O que ganha: carteira diversificada de imediato, acesso fácil, alta liquidez, redução de risco individual.
O que perde: liberdade limitada em decisões, gastos de gestão, ausência de ouro físico, decisões corporativas fora do seu controlo.
Por que investir em ouro: benefícios e limitações
Razões que justificam incluir ouro na sua carteira
Escudo contra mercados adversos: O ouro atua como «ativo refúgio», protegendo investimentos em contextos económicos turbulentos. Por exemplo, entre 2008 e 2012, durante a crise financeira, o preço subiu mais de 100%.
Proteção inflacionária: Quando o dólar perde capacidade de compra, o ouro tipicamente valoriza-se, mantendo o seu poder de compra.
Diversificação real: Adicionar ouro à sua carteira reduz o risco global, pois poucos ativos reagem igual perante as mesmas condições de mercado.
Desvantagens a considerar seriamente
Rentabilidade limitada: O ouro não é especialmente volátil. Esperar retornos espetaculares é ilusório comparado com ações ou criptomoedas, criando custo de oportunidade.
Custos operacionais: Transportar, assegurar ou guardar ouro em cofre aumentam custos significativamente.
Carga fiscal desproporcional: Vender ouro físico com ganhos gera impostos em cada transação, sendo a carga muitas vezes superior ao trading de forex, ações ou ETF.
Ganhe dinheiro mesmo se o preço do ouro cair: vender a descoberto
Ao contrário da crença comum, é possível obter lucros quando o ouro se desvaloriza. Isto é conseguido através de uma operação a descoberto: vender um ativo que não possui esperando comprar mais barato posteriormente.
Exemplo prático: Se o ouro cotar a $1800/onça e espera que baixe a $1700, vende a $1800. Quando descer, recompra a $1700, garantindo um lucro de $100.
Passos para executar uma venda a descoberto
Passo 1: Analise a tendência de baixa
Acesse à sua plataforma corretora e realize análise técnica ou fundamental. Use indicadores como médias móveis e linhas de tendência. Consulte notícias económicas e eventos globais que afetem preços. Se os sinais indicarem queda, prossiga.
Passo 2: Configure a posição
Na janela de ordens, selecione «vender» ou «operar a descoberto». Defina:
Tipo de ordem: Ordem de mercado (preço atual) ou ordem pendente (preço específico futuro)
Quantidade: Indicada em lotes (1 lote padrão = 100 onças). Ajuste à sua capacidade e tolerância ao risco
Alavancagem: Multiplica o seu capital mas também o risco. Use com prudência
Passo 3: Proteja os lucros e limite perdas
Antes de executar, fixe níveis de take profit (fecho vencedor) e stop loss (fecho perdedor). Use suportes, resistências, retrocessos de Fibonacci ou médias móveis como referências. Isto é fundamental para gestão de risco.
Passo 4: Execute e monitore
Confirme a operação e aguarde resultados. Mantenha-se informado sobre o mercado para ajustes necessários.
Reflexão final: ouro na sua estratégia 2025
O ouro continua a ser uma peça valiosa em qualquer estratégia patrimonial diversificada. Seja através de plataformas reguladas com depósitos acessíveis a partir de 20 dólares, ou explorando variantes mais complexas como futuros e vendas a descoberto, a tecnologia moderna democratiza o acesso. O importante é escolher corretores licenciados, entender o instrumento específico e gerir riscos conscientemente.
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Guia completa: como fazer crescer o seu património investindo em ouro durante 2025
O ouro continua a ser um dos ativos mais procurados para proteger o património. A sua solidez como proteção contra turbulências económicas, a sua capacidade de manter valor face à inflação e o seu reconhecimento histórico tornam-no uma opção estratégica. Nas últimas cinco décadas, este metal experimentou um crescimento extraordinário: passou de cotar a 35 dólares a onça a atingir aproximadamente 4200 dólares no segundo semestre de 2025, representando um aumento de mais de 120 vezes. Desde o início de 2024, o ouro quebrou recordes consecutivamente, mostrando um avanço superior a 103% apenas nesse ano. Este artigo irá guiá-lo sobre as melhores formas de investir em ouro em 2025 e as plataformas mais confiáveis para o fazer de qualquer lugar, além de técnicas de proteção incluindo operações de venda a descoberto.
Cinco plataformas reguladas e seguras para investir em ouro
Antes de escolher qualquer instrumento de investimento, é fundamental selecionar um corretor autorizado e apoiado por reguladores internacionais. As seguintes opções possuem múltiplas licenças e oferecem condições competitivas para negociar ouro, garantindo segurança operacional e transparência.
Mitrade: acesso democrático a partir de 20 dólares
Dados-chave:
Fundada em Melbourne, Austrália, a Mitrade consolidou a sua posição internacional graças às regulações da ASIC, CIMA e FSC. A sua plataforma intuitiva e acessível torna-a ideal tanto para principiantes como para operadores experientes. Com mais de 5 milhões de contas globais, demonstra solidez operacional. Entre as suas características destacam-se o apalancamento configurável de 1 a 100 vezes para ouro, múltiplos métodos de depósito (Visa, Mastercard, Skrill, Neteller, transferências bancárias) e conta demo sem risco.
eToro: trading social e comunidade internacional
Dados-chave:
Com mais de 30 milhões de utilizadores desde 2007, a eToro revolucionou o trading através de ferramentas colaborativas como CopyTrader™. Esta função permite replicar automaticamente as operações de traders bem-sucedidos, perfeita para aprender ou automatizar estratégias. Oferece mais de 5000 ativos incluindo 100 criptomoedas. A sua interface clara favorece a experiência de utilizadores sem experiência prévia.
AvaTrade: análise profissional e futuros de ouro
Dados-chave:
Este corretor global, ativo desde 2006 com 400.000 utilizadores, destaca-se por ferramentas de análise avançadas e cobertura noticiosa. Permite operar tanto no mercado spot como em contratos de futuros de ouro. É mais adequado para investidores com operações sustentadas, pois penaliza contas inativas.
TIOmarkets: regulação FCA e alavancagem flexível
Dados-chave:
Estabelecida em 2019 e regulada pela FCA britânica, a TIOmarkets oferece propostas competitivas com custos reduzidos. O seu principal desafio é a curva de aprendizagem da interface, especialmente para principiantes. Compensa com alavancagem sem limites e flexibilidade na tipologia de contas.
Tickmill: custos baixos e regulação tripla
Dados-chave:
Desde 2014, a Tickmill conquistou confiança com mais de 785.000 contas. O seu amplo catálogo de instrumentos financeiros e regulação tripla posicionam-na como uma opção segura. As plataformas requerem familiarização prévia.
Quatro formas de expor o seu capital ao ouro
O ouro pode ser adquirido de múltiplas formas consoante o seu perfil, capital e horizonte temporal. Conheça cada modalidade e decida qual se ajusta melhor.
Ouro físico: tangibilidade com trade-offs
Possuir lingotes ou joias de ouro oferece contacto direto com o ativo, o que psicologicamente tranquiliza muitos. No entanto, implica riscos de roubo, custos elevados de armazenamento assegurado, baixa liquidez para vender rapidamente e impostos mais agressivos sobre ganhos.
O que ganha: segurança emocional, valor intrínseco permanente, independência de intermediários financeiros, cobertura contra crises.
O que perde: exposição a roubos, gastos de custódia, dificuldades para liquidar posições, pressão fiscal elevada.
Contratos por diferença (CFD): ideal para capital reduzido
Um CFD é um acordo entre investidor e corretor para trocar diferenças de preço sem possuir o ativo subjacente. É a opção ótima para quem começa com menos de 1000 USD. Permite especular sobre preços, aceder a múltiplos instrumentos (ações, ETF, cruzamentos ouro/USD, ouro/EUR) e diversificar facilmente.
O que ganha: acesso rápido, baixo capital inicial, flexibilidade para comprar (longo) ou vender (curto), multiplicação de capital através de alavancagem.
O que perde: risco aumentado com alta alavancagem, nunca possui o ativo físico, volatilidade amplificada.
Ações mineiras: exposição indireta com variáveis empresariais
Investir em empresas dedicadas à extração e processamento de ouro é investir indiretamente. Exemplos como Wheaton Precious Metals Corp (WPM), Dundee Precious Metals Inc (DPM.TO) ou DRDGold Limited (DRD) podem gerar dividendos. Requer análise financeira rigorosa de balanços, projeções e riscos operacionais.
O que ganha: potencial de rendimentos por dividendos, acesso a mercados de crescimento específicos, investimento em negócios reais.
O que perde: necessidade de expertise financeira, sensibilidade a problemas empresariais particulares, risco bolsista adicional não relacionado ao ouro.
ETF: diversificação instantânea sem esforço
Os fundos cotados em bolsa agrupam múltiplos ativos negociáveis. Os que seguem ouro (SPDR Gold Shares, iShares Gold Trust, SPDR Gold MiniShares Trust) oferecem diversificação imediata sem necessidade de gestão ativa. O trade-off: menor controlo sobre movimentos individuais e comissões de administração que reduzem retornos.
O que ganha: carteira diversificada de imediato, acesso fácil, alta liquidez, redução de risco individual.
O que perde: liberdade limitada em decisões, gastos de gestão, ausência de ouro físico, decisões corporativas fora do seu controlo.
Por que investir em ouro: benefícios e limitações
Razões que justificam incluir ouro na sua carteira
Escudo contra mercados adversos: O ouro atua como «ativo refúgio», protegendo investimentos em contextos económicos turbulentos. Por exemplo, entre 2008 e 2012, durante a crise financeira, o preço subiu mais de 100%.
Proteção inflacionária: Quando o dólar perde capacidade de compra, o ouro tipicamente valoriza-se, mantendo o seu poder de compra.
Diversificação real: Adicionar ouro à sua carteira reduz o risco global, pois poucos ativos reagem igual perante as mesmas condições de mercado.
Desvantagens a considerar seriamente
Rentabilidade limitada: O ouro não é especialmente volátil. Esperar retornos espetaculares é ilusório comparado com ações ou criptomoedas, criando custo de oportunidade.
Custos operacionais: Transportar, assegurar ou guardar ouro em cofre aumentam custos significativamente.
Carga fiscal desproporcional: Vender ouro físico com ganhos gera impostos em cada transação, sendo a carga muitas vezes superior ao trading de forex, ações ou ETF.
Ganhe dinheiro mesmo se o preço do ouro cair: vender a descoberto
Ao contrário da crença comum, é possível obter lucros quando o ouro se desvaloriza. Isto é conseguido através de uma operação a descoberto: vender um ativo que não possui esperando comprar mais barato posteriormente.
Exemplo prático: Se o ouro cotar a $1800/onça e espera que baixe a $1700, vende a $1800. Quando descer, recompra a $1700, garantindo um lucro de $100.
Passos para executar uma venda a descoberto
Passo 1: Analise a tendência de baixa
Acesse à sua plataforma corretora e realize análise técnica ou fundamental. Use indicadores como médias móveis e linhas de tendência. Consulte notícias económicas e eventos globais que afetem preços. Se os sinais indicarem queda, prossiga.
Passo 2: Configure a posição
Na janela de ordens, selecione «vender» ou «operar a descoberto». Defina:
Passo 3: Proteja os lucros e limite perdas
Antes de executar, fixe níveis de take profit (fecho vencedor) e stop loss (fecho perdedor). Use suportes, resistências, retrocessos de Fibonacci ou médias móveis como referências. Isto é fundamental para gestão de risco.
Passo 4: Execute e monitore
Confirme a operação e aguarde resultados. Mantenha-se informado sobre o mercado para ajustes necessários.
Reflexão final: ouro na sua estratégia 2025
O ouro continua a ser uma peça valiosa em qualquer estratégia patrimonial diversificada. Seja através de plataformas reguladas com depósitos acessíveis a partir de 20 dólares, ou explorando variantes mais complexas como futuros e vendas a descoberto, a tecnologia moderna democratiza o acesso. O importante é escolher corretores licenciados, entender o instrumento específico e gerir riscos conscientemente.