Walmart adota pagamentos em criptomoedas: uma revolução silenciosa sobre soberania financeira
5 de janeiro de 2026, o gigante global do retalho Walmart anunciou oficialmente a inclusão de criptomoedas no seu sistema de pagamento, suportando ativos como Bitcoin, Ethereum e outros principais. Esta notícia foi como uma pedra atirada no mar, provocando ondas de choque no mercado de criptomoedas. Mas esta mudança não é simplesmente uma tentativa de aproveitar uma tendência, e sim uma estratégia de Walmart para recuperar sua soberania financeira, além de uma revolução silenciosa que desafia o sistema financeiro tradicional.
1. A “despertar da soberania financeira” da Walmart: de “máquina de fluxo de caixa” a iniciadora da revolução nos pagamentos
O modelo de negócio da Walmart funciona como uma máquina de fluxo de caixa altamente eficiente: 2,3 milhões de funcionários globalmente, presença em 24 países, receita anual superior a 600 bilhões de dólares. No entanto, o sistema de pagamento tradicional tornou-se uma trava para sua eficiência:
1. Taxas elevadas: taxas de 1,5%-3% nas redes de cartão de crédito, uma “imposto invisível” para o setor de varejo de baixa margem, consumindo bilhões de dólares em lucros anualmente.
2. Ciclos de liquidação longos: velocidade de liquidação T+1/T+2, prejudicando a eficiência do fluxo de caixa, com fundos não disponíveis instantaneamente para a cadeia de suprimentos.
3. Perda de soberania de dados: dados de pagamento controlados por bancos e instituições financeiras, enquanto a Walmart, como núcleo da transação, não consegue ter controle total sobre o perfil financeiro dos clientes.
O pagamento com criptomoedas oferece uma solução para a Walmart:
Reestruturação de custos: stablecoins e pagamentos na blockchain reduzem as taxas ao nível das taxas de rede, possibilitando uma otimização de custos controlada.
Liquidação em tempo real: transações na blockchain concluídas em segundos, com fundos retornando instantaneamente, reformulando a eficiência do fluxo de caixa.
Retorno da soberania de dados: através da subsidiária de tecnologia financeira OnePay, a Walmart lança o OnePay Cash, recuperando o controle sobre pagamentos e dados dos usuários, integrando serviços financeiros como fidelidade e pontos, criando um ecossistema fechado.
2. OnePay Cash: o “campo invisível” da guerra nos pagamentos em criptomoedas
O OnePay Cash, em parceria com o provedor de infraestrutura de criptomoedas Zerohash, possibilita a troca e liquidação em tempo real de pagamentos em Bitcoin. Quando o usuário faz o pagamento, o sistema converte automaticamente o Bitcoin na taxa de câmbio em tempo real para dólares, garantindo que a Walmart receba o valor em dólares estáveis, evitando riscos de volatilidade. Essa funcionalidade já cobre todo o território dos EUA, tanto online quanto presencialmente, marcando a transição silenciosa da Walmart de “retalhista” para “gigante de tecnologia financeira”.
3. Reação em cadeia dos pagamentos em criptomoedas: reconfigurando o mapa do poder financeiro
Este movimento da Walmart não é uma decisão isolada, mas uma alavanca para alterar a estrutura de poder no setor financeiro:
1. Desafios aos bancos: ao contornar o sistema de liquidação tradicional, o papel de intermediário dos bancos será redefinido.
2. Impacto na soberania monetária: grandes empresas podem escolher livremente suas moedas de liquidação, desafiando a obrigatoriedade do uso de moedas nacionais.
3. Mudança de paradigma na indústria de criptomoedas: a entrada da Walmart não é um “sinal de alta”, mas um marco na transição das criptomoedas de “ativos marginais” para “infraestrutura de negócios”.
4. O crescimento das stablecoins: o combustível subjacente aos pagamentos em criptomoedas
A viabilidade dos pagamentos em criptomoedas depende do crescimento explosivo das stablecoins:
Em 2025, o volume de negociações de stablecoins ultrapassou 46 trilhões de dólares, abrangendo pagamentos transfronteiriços, DeFi, liquidações institucionais e outros cenários.
O valor de mercado ultrapassou 310 bilhões de dólares, com gigantes como Amazon e eBay integrando pagamentos com stablecoins.
A Coinbase prevê que, até 2028, o valor de mercado das stablecoins pode atingir 1,2 trilhão de dólares.
A entrada da Walmart valida ainda mais a maturidade tecnológica e a viabilidade comercial dos pagamentos em criptomoedas, impulsionando a transferência de poder financeiro do setor bancário para plataformas comerciais.
5. A essência da reestruturação do poder financeiro: de “centralizado” a “multi-centralizado”
Bitcoin, como âncora de valor e camada de liquidação não soberana, stablecoins como ferramentas de pagamento comercial, moedas digitais de bancos centrais para impostos e governança, e bancos tradicionais se transformando em intermediários regulados — o sistema financeiro do futuro apresentará uma estrutura “multi-centralizada”. Isso não é uma revolução do sistema atual, mas uma desmontagem e reorganização do poder, uma disputa de longo prazo sobre “quem define a moeda”.
Conclusão: o jogo da Walmart e o futuro das finanças
A introdução de pagamentos em criptomoedas pela Walmart não visa apenas aproveitar uma tendência, mas recuperar sua soberania nos pagamentos. Por trás dessa revolução silenciosa, há uma busca extrema por eficiência financeira e soberania de dados por parte de grandes empresas, além de um marco na evolução das criptomoedas de “ativos alternativos” para “infraestrutura de negócios”.
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Walmart adota pagamentos em criptomoedas: uma revolução silenciosa sobre soberania financeira
5 de janeiro de 2026, o gigante global do retalho Walmart anunciou oficialmente a inclusão de criptomoedas no seu sistema de pagamento, suportando ativos como Bitcoin, Ethereum e outros principais. Esta notícia foi como uma pedra atirada no mar, provocando ondas de choque no mercado de criptomoedas. Mas esta mudança não é simplesmente uma tentativa de aproveitar uma tendência, e sim uma estratégia de Walmart para recuperar sua soberania financeira, além de uma revolução silenciosa que desafia o sistema financeiro tradicional.
1. A “despertar da soberania financeira” da Walmart: de “máquina de fluxo de caixa” a iniciadora da revolução nos pagamentos
O modelo de negócio da Walmart funciona como uma máquina de fluxo de caixa altamente eficiente: 2,3 milhões de funcionários globalmente, presença em 24 países, receita anual superior a 600 bilhões de dólares. No entanto, o sistema de pagamento tradicional tornou-se uma trava para sua eficiência:
1. Taxas elevadas: taxas de 1,5%-3% nas redes de cartão de crédito, uma “imposto invisível” para o setor de varejo de baixa margem, consumindo bilhões de dólares em lucros anualmente.
2. Ciclos de liquidação longos: velocidade de liquidação T+1/T+2, prejudicando a eficiência do fluxo de caixa, com fundos não disponíveis instantaneamente para a cadeia de suprimentos.
3. Perda de soberania de dados: dados de pagamento controlados por bancos e instituições financeiras, enquanto a Walmart, como núcleo da transação, não consegue ter controle total sobre o perfil financeiro dos clientes.
O pagamento com criptomoedas oferece uma solução para a Walmart:
Reestruturação de custos: stablecoins e pagamentos na blockchain reduzem as taxas ao nível das taxas de rede, possibilitando uma otimização de custos controlada.
Liquidação em tempo real: transações na blockchain concluídas em segundos, com fundos retornando instantaneamente, reformulando a eficiência do fluxo de caixa.
Retorno da soberania de dados: através da subsidiária de tecnologia financeira OnePay, a Walmart lança o OnePay Cash, recuperando o controle sobre pagamentos e dados dos usuários, integrando serviços financeiros como fidelidade e pontos, criando um ecossistema fechado.
2. OnePay Cash: o “campo invisível” da guerra nos pagamentos em criptomoedas
O OnePay Cash, em parceria com o provedor de infraestrutura de criptomoedas Zerohash, possibilita a troca e liquidação em tempo real de pagamentos em Bitcoin. Quando o usuário faz o pagamento, o sistema converte automaticamente o Bitcoin na taxa de câmbio em tempo real para dólares, garantindo que a Walmart receba o valor em dólares estáveis, evitando riscos de volatilidade. Essa funcionalidade já cobre todo o território dos EUA, tanto online quanto presencialmente, marcando a transição silenciosa da Walmart de “retalhista” para “gigante de tecnologia financeira”.
3. Reação em cadeia dos pagamentos em criptomoedas: reconfigurando o mapa do poder financeiro
Este movimento da Walmart não é uma decisão isolada, mas uma alavanca para alterar a estrutura de poder no setor financeiro:
1. Desafios aos bancos: ao contornar o sistema de liquidação tradicional, o papel de intermediário dos bancos será redefinido.
2. Impacto na soberania monetária: grandes empresas podem escolher livremente suas moedas de liquidação, desafiando a obrigatoriedade do uso de moedas nacionais.
3. Mudança de paradigma na indústria de criptomoedas: a entrada da Walmart não é um “sinal de alta”, mas um marco na transição das criptomoedas de “ativos marginais” para “infraestrutura de negócios”.
4. O crescimento das stablecoins: o combustível subjacente aos pagamentos em criptomoedas
A viabilidade dos pagamentos em criptomoedas depende do crescimento explosivo das stablecoins:
Em 2025, o volume de negociações de stablecoins ultrapassou 46 trilhões de dólares, abrangendo pagamentos transfronteiriços, DeFi, liquidações institucionais e outros cenários.
O valor de mercado ultrapassou 310 bilhões de dólares, com gigantes como Amazon e eBay integrando pagamentos com stablecoins.
A Coinbase prevê que, até 2028, o valor de mercado das stablecoins pode atingir 1,2 trilhão de dólares.
A entrada da Walmart valida ainda mais a maturidade tecnológica e a viabilidade comercial dos pagamentos em criptomoedas, impulsionando a transferência de poder financeiro do setor bancário para plataformas comerciais.
5. A essência da reestruturação do poder financeiro: de “centralizado” a “multi-centralizado”
Bitcoin, como âncora de valor e camada de liquidação não soberana, stablecoins como ferramentas de pagamento comercial, moedas digitais de bancos centrais para impostos e governança, e bancos tradicionais se transformando em intermediários regulados — o sistema financeiro do futuro apresentará uma estrutura “multi-centralizada”. Isso não é uma revolução do sistema atual, mas uma desmontagem e reorganização do poder, uma disputa de longo prazo sobre “quem define a moeda”.
Conclusão: o jogo da Walmart e o futuro das finanças
A introdução de pagamentos em criptomoedas pela Walmart não visa apenas aproveitar uma tendência, mas recuperar sua soberania nos pagamentos. Por trás dessa revolução silenciosa, há uma busca extrema por eficiência financeira e soberania de dados por parte de grandes empresas, além de um marco na evolução das criptomoedas de “ativos alternativos” para “infraestrutura de negócios”.
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