As casas de banho estão a acabar com a cultura do bar: como os novos "terceiros lugares" estão a revolucionar o mercado de álcool

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Z-поколение está a abandonar rapidamente os pubs tradicionais, e as razões para isso não são tendências de vida saudável, mas sim outras causas. Segundo a Bloomberg, os jovens estão a reorientar-se para bat-houses e complexos termais, onde reina uma atmosfera completamente diferente — sem bebidas alcoólicas, telemóveis e multidões barulhentas. Este fenómeno é, aos poucos, o prego no caixão da antiga cultura de bar e, ao mesmo tempo, o ponto de partida para um negócio de vários milhares de milhões.

Zumers mudam o lazer: por que as pessoas deixam os bares pelos spas

Os jovens procuram não um estilo de vida saudável, mas uma comunicação genuína e energia positiva. Spas, piscinas de gelo e salas de vapor tornaram-se novos espaços de encontro, onde as pessoas podem relaxar e conectar-se sem os atributos alcoólicos habituais. Isto não é apenas uma moda — é uma mudança fundamental na forma como a juventude vê o lazer social e os locais de encontro. A simplicidade da oferta: vapor quente, água fria, espaço privado e companhia — revelou-se mais atraente do que os menus de cocktails e a música alta dos bares.

De bat-houses a parques termais: como os investidores lucram com a nova tendência

Os investidores já perceberam que nesta tendência há uma mina de ouro. Em todo o mundo, estão a abrir-se grandes complexos termais — desde a Europa e os Estados Unidos até à Coreia do Sul. Em janeiro, foi lançado o Lore Bathing Club em Nova Iorque, que é simplesmente uma sauna com uma piscina de gelo adjacente, mas rapidamente se tornou popular. A chave do sucesso está na economia: em vez de um negócio de cocktails com as suas dificuldades, os proprietários vendem vapor e gelo. A rentabilidade deste negócio chega a 60%, muito acima da margem típica do setor de bares.

Maiores fabricantes de bebidas alcoólicas em crise: perdas de $22 mil milhões

Entretanto, a indústria do álcool enfrenta os tempos mais difíceis da sua história. Os cinco principais fabricantes mundiais enfrentaram um problema verdadeiramente arcaico: têm 22 mil milhões de dólares em álcool não vendido. A procura caiu de forma tão catastrófica que até empresas lendárias, como Jim Beam e Diageo, tiveram de fechar unidades de produção. Não se trata de uma simples diminuição das vendas — é uma crise sistémica, que reflete uma mudança fundamental nas preferências dos consumidores. Os bat-houses estão a acabar com a cultura que, durante séculos, sustentou o lazer social do Ocidente.

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