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Usando Claude Code há mais de dois meses, de um ficheiro de configuração transformou-se numa espécie de sistema operativo.
A pior armadilha que caí: os ficheiros no diretório rules/ são carregados na totalidade a cada conversa. Coloquei lá 17KB de regras, o que fez o contexto explodir — 125.996 / 125.999 tokens, o Claude ficou a pensar sem escrever nada. Reduzi para 6.6KB e voltou ao normal.
Esta experiência ensinou-me um princípio de design: cada byte tem um custo, carregar por necessidade é a solução correta.
Atualmente, a minha estrutura é de três camadas:
(Sempre carregada, <200 linhas, apenas apontadores)
→ rules/ (carregamento automático, normas de comportamento, processos de debugging, regras de captura)
→ docs/ (carregamento sob demanda, documentos pesados, lidos apenas quando necessários)
Acima disto, operam quatro mecanismos:
Camada de dados quentes —
Regista o progresso do dia, escreve automaticamente antes de fechar a janela, sem esperar que digas "guardar". Na próxima conversa, o Claude pode continuar do ponto onde parou.
Roteamento de tarefas — Sonnet trata do dia a dia, envolvendo fundos/estratégias que são automaticamente atualizadas para Opus, e para validações cruzadas, terceiriza-se para Codex ou Gemini. Quatro níveis de agendamento, cada um com condições de disparo claras.
Retrospetiva de experiência — Ao encontrar um bug, a primeira ação é consultar a base de memória; não consultar é uma violação do fluxo de depuração. Os erros corrigidos são imediatamente gravados.
Validação final — Antes de afirmar "já está resolvido", é obrigatório rodar testes, ler a saída e confirmar que passou. É proibido dizer "provavelmente não há problema".
Depois de dois meses, a maior sensação: não é um ficheiro de configuração que se faz uma vez e acabou, é um sistema vivo. Corriges, ele aprende; tropeças, ele acumula experiência; fecha a janela, ele salva sozinho. Quanto mais usas, mais intuitivo fica, porque evolui contigo.
Como é que é o teu?