Giancarlo Devasini, CFO do Tether, vê sua fortuna potencial superar a de Warren Buffett

Segundo informações recentes do BlockBeats citando a Forbes, o CFO Giancarlo Devasini, principal executivo financeiro da Tether, está prestes a alcançar um marco impressionante: sua riqueza pode ultrapassar significativamente a fortuna do lendário investidor Warren Buffett. Este cenário surge da valorização acelerada que a Tether tem experimentado nos mercados secundários, onde a plataforma de stablecoin foi recentemente avaliada entre US$ 350 bilhões e US$ 375 bilhões.

A ascensão exponencial do património dos acionistas principais

A disparidade entre as diferentes avaliações de mercado revela o potencial financeiro contido na estrutura acionária da Tether. A Forbes estima atualmente a empresa em aproximadamente US$ 200 bilhões com base em negociações de mercado, superando significativamente os US$ 50 bilhões registados há um ano. Nesse cenário, Giancarlo Devasini, que detém cerca de 44–45% das ações, teria um património estimado em US$ 89 bilhões. No entanto, se considerarmos a avaliação mais alta de US$ 350 bilhões, sua participação chegaria a mais de US$ 156 bilhões, eclipsando a fortuna atual de Buffett, estimada em US$ 147,8 bilhões.

Paralelamente, o CEO Paolo Ardoino e o ex-CEO Jean-Louis van der Velde possuem participações de aproximadamente 19% cada, o que lhes confere patrimónios de cerca de US$ 38 bilhões em cada cenário. O conselheiro geral Stuart Hoegner, com uma participação de 12%, alcançaria uma fortuna próxima aos US$ 25 bilhões.

Operações financeiras robustas sustentam a valorização

A solidez operacional da Tether fundamenta essas estimativas de valorização. No ano anterior, a empresa gerou um lucro aproximado de US$ 10 bilhões, consolidando-se como um empreendimento altamente rentável. O USDT, principal stablecoin emitido pela plataforma, possui um valor de mercado de aproximadamente US$ 184 bilhões, reafirmando sua posição dominante no setor.

A carteira de reservas da Tether reflete uma estratégia de diversificação prudente: mais de 80% dos ativos estão concentrados em títulos do Tesouro dos EUA e instrumentos de curto prazo, garantindo segurança e estabilidade. Além disso, a empresa detém cerca de US$ 23 bilhões em ouro e US$ 6,4 bilhões em bitcoin, diversificando exposições em ativos digitais e commodities. Seu portfólio de venture capital ultrapassa 120 empresas, com um valor agregado superior a US$ 10 bilhões, posicionando a Tether não apenas como emissora de stablecoins, mas como ator relevante no ecossistema de inovação cripto.

Expansão estratégica no mercado norte-americano

A Tether está acelerando sua penetração no mercado americano através de iniciativas inovadoras. O lançamento do USAT, um stablecoin regulamentado sob jurisdição dos EUA, marca um passo fundamental nesta estratégia. Simultaneamente, a empresa nomeou Bo Hines, ex-chefe de assuntos criptográficos da Casa Branca, para liderar as operações na região, sinalizando compromisso institucional e busca por legitimidade regulatória.

Neste contexto de competição acelerada entre emissores de stablecoins e endurecimento regulatório nos EUA, esse movimento é interpretado como uma manobra estratégica para reforçar a credibilidade institucional, expandir a influência política e consolidar a liderança de mercado durante uma fase crítica de maturação do setor de ativos digitais.

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