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Fundos estrangeiros acelerem o resgate, títulos do Tesouro americano enfrentam a maior pressão de venda em seis anos
Escrito por: Bu Shuqing
Fonte: Wall Street Journal
O mercado de títulos do Tesouro dos EUA enfrenta uma potencial pressão de venda por parte de investidores oficiais estrangeiros, o que tem despertado grande atenção no mercado.
De acordo com o Windy Trading Desk, um relatório de pesquisa do Deutsche Bank divulgado em 23 de março mostra que as posições de títulos do Tesouro dos EUA detidas por contas oficiais estrangeiras sob custódia do Federal Reserve de Nova York caíram 75 bilhões de dólares nas últimas quatro semanas, atingindo a maior redução mensal desde o impacto da pandemia de 2020. Com base em modelos de dados históricos, essa mudança indica que o volume líquido de vendas de títulos do Tesouro pelos investidores oficiais estrangeiros foi de aproximadamente 60 bilhões de dólares, também o maior desde a pandemia.
Esses dados corroboram a tendência de aumento rápido dos rendimentos dos títulos do Tesouro dos EUA recentemente, especialmente a elevação anormal dos rendimentos de médio prazo — uma faixa onde os investidores oficiais estrangeiros concentram suas posições. O Deutsche Bank alerta que, se a demanda estrangeira continuar a diminuir, a vantagem do “rendimento conveniente” dos títulos do Tesouro será corroída, e há riscos de aumento substancial nos rendimentos de longo prazo.
Dados de custódia revelam sinais de venda
A fonte mais confiável para acompanhar a movimentação dos investidores oficiais estrangeiros em títulos do Tesouro é o relatório TIC (Fluxo de Capital Internacional) do Departamento do Tesouro dos EUA, mas esses dados apresentam um atraso significativo — os dados de março só serão divulgados em meados de maio.
Como indicador alternativo, o relatório H.4.1 do Federal Reserve de Nova York, publicado às quintas-feiras, inclui uma nota que registra o valor de face de títulos detidos por contas oficiais e internacionais sob custódia do Fed, com um atraso de apenas um dia. Os estrategistas do Deutsche Bank, Matthew Raskin, Steven Zeng e Andrew Fu, apontam que os dados mais recentes do H.4.1 mostram que, em média semanal, as posições de títulos do Tesouro detidas por contas oficiais estrangeiras caíram 75 bilhões de dólares nas últimas quatro semanas, sendo a maior redução desde março de 2020 e a segunda maior em uma única rodada nos últimos dez anos.
Vale destacar que, diferentemente de uma situação semelhante em março de 2023, o volume de recompra do FIMA (Foreign Investment in US Securities) não aumentou simultaneamente, indicando que essa rodada de desinvestimento foi feita por venda direta ou vencimento sem renovação, e não por operações de recompra com o Federal Reserve para obter liquidez. As operações de reverse repo, depósitos de contas oficiais estrangeiras e empréstimos de títulos FIMA também permaneceram praticamente inalterados no último mês.
Alta correlação entre dados de custódia e TIC
Até que ponto os dados de custódia representam a mudança geral na posição de títulos do Tesouro dos investidores oficiais estrangeiros? O Deutsche Bank realizou uma análise sistemática.
O relatório mostra que, nos últimos 15 anos, a correlação entre as variações de custódia e o volume líquido de compras dos investidores oficiais estrangeiros no TIC é bastante significativa, com a primeira explicando cerca de 50% da variação da segunda. Mesmo ao restringir a análise ao período desde 2019, para eliminar possíveis mudanças no modelo de gestão de reservas, essa relação permanece robusta.
Com base nessa relação histórica, a redução de 75 bilhões de dólares na custódia corresponde a uma venda líquida de aproximadamente 60 bilhões de dólares por parte dos investidores oficiais estrangeiros. O Deutsche Bank destaca que essa será a maior venda líquida desde a pandemia de COVID-19, e, se retrocedermos ainda mais, só encontramos casos comparáveis em dezembro de 2018.
Mudanças no fluxo de fundos em contexto de intervenção cambial
A recente queda na custódia de títulos do Tesouro também está alinhada com as observações recentes do time de estratégia cambial do Deutsche Bank.
Segundo relatório anterior do time de estratégia cambial, no contexto do conflito com o Irã e do aumento dos preços do petróleo, o dólar não conseguiu se fortalecer como esperado, em parte devido às intervenções cambiais em grande escala por vários bancos centrais asiáticos. Além disso, dados de monitoramento de ETFs de alta frequência do banco indicam uma desaceleração clara na compra de ativos denominados em dólares por investidores estrangeiros.
Essas duas pistas apontam para uma conclusão comum: os investidores oficiais estrangeiros estão reduzindo suas posições em ativos denominados em dólares, e a venda de títulos do Tesouro é uma manifestação direta dessa tendência.
Vendas contínuas podem elevar os rendimentos de longo prazo em mais de 100 pontos base
A análise do Deutsche Bank revela uma preocupação estrutural: os rendimentos dos títulos do Tesouro dos EUA se beneficiam há muito tempo do “rendimento conveniente” derivado do status do dólar como moeda de reserva global, mas essa vantagem está sendo testada.
O relatório cita estudos anteriores do Deutsche Bank que indicam que o rendimento do título de 10 anos está atualmente mais de 100 pontos base abaixo do nível razoável implícito na posição líquida de investimento internacional dos EUA (NIIP). Outros trabalhos acadêmicos recentes estimam que o status do dólar como moeda de reserva faz com que as taxas de longo prazo nos EUA sejam cerca de 90 pontos base mais baixas do que o “nível normal”.
O Deutsche Bank alerta que, se a demanda estrangeira continuar a diminuir, essa vantagem do rendimento conveniente será pressionada a retornar, e os prêmios de prazo e os rendimentos gerais dos títulos do Tesouro podem subir de forma substancial, impactando diretamente os investidores que detêm esses títulos.