Hoje choveu demais, o trânsito ficou uma loucura, o café na mesa até esfriou… Então, aproveitei para dar uma olhada nos endereços na blockchain e fazer uma análise dessas coisas. Para ser honesto, etiquetas/clusterização são bem úteis, mas confiar nelas depende muito de como você as usa: é comum um mesmo indivíduo estar dividido em dezenas de endereços, exchanges/serviços de custódia misturam várias pessoas em um único endereço, e ainda tem cross-chain, mixer, carteiras de contrato que deixam a imagem bem “parecida com a realidade”.



Agora eu prefiro ficar de olho no “movimento” do fluxo de fundos do que na “identidade”: quando começa a concentrar em um contrato, quando de repente se dispersa, se há sinais de movimentação antes de liquidações, se um buscador de MEV está por perto… essas coisas são mais confiáveis do que “quem é essa pessoa”. Recentemente, a discussão sobre taxas de royalties de NFTs ficou forte, e na blockchain também dá para ver isso de forma bem realista: quando a liquidez fica apertada, todo mundo prefere mercados alternativos, endereços marcados como “criador/ baleia” podem também estar operando como máquinas de arbitragem no mercado secundário. Enfim, eu vejo a análise de endereços mais como um mapa, não como uma lista de registros civis.
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