Tenho recebido muitas perguntas sobre como realmente funciona o juros de empréstimos, então achei melhor explicar isso de uma forma que faça sentido.



A primeira coisa a entender é que as taxas de juros não são aleatórias. Elas dependem de vários fatores que os credores analisam. Sua pontuação de crédito importa bastante—basicamente, quanto melhor seu histórico de crédito, menor será a taxa oferecida. O tipo de empréstimo também importa. Empréstimos garantidos (onde você oferece garantia) tendem a ter taxas mais baixas do que os não garantidos, porque o risco para o credor é menor. Cartões de crédito e empréstimos de payday? Esses cobram taxas muito altas. Hipotecas e empréstimos estudantis geralmente são bem mais razoáveis.

As condições de mercado também influenciam. O Federal Reserve define a política monetária, que influencia o que os bancos estão dispostos a oferecer. Depois, há o próprio credor—cooperativas de crédito e plataformas online costumam oferecer taxas melhores do que bancos tradicionais. Mesmo o valor do empréstimo e o prazo de pagamento afetam o que você pagará. Empréstimos maiores e prazos mais longos geralmente têm taxas mais altas porque envolvem mais risco.

Agora, se você realmente quer calcular quanto está pagando de juros, aqui está a abordagem prática. Pegue sua taxa de juros anual, divida por 12 (para pagamentos mensais), e depois multiplique pelo saldo restante. Isso te dá a cobrança de juros daquele mês. O restante do seu pagamento vai para o principal. Depois, repita o processo a cada mês com o saldo atualizado.

Quanto ao que é típico, em 2022, pessoas com crédito sólido (720+) estavam pagando cerca de 12% em empréstimos pessoais de três anos e cerca de 15,6% em prazos de cinco anos. As taxas mudaram desde então, dependendo das condições de mercado.

A verdadeira questão, no entanto, é o que você realmente pode pagar. Olhe para sua renda mensal e todas as suas despesas—incluindo aquelas que não aparecem todo mês, como gastos de feriado ou poupança para férias. Se sobrar dinheiro após as despesas, esse é o seu limite máximo de pagamento de empréstimo. Uma boa estratégia é ficar bem abaixo desse limite, caso algo inesperado aconteça. Se as despesas estão consumindo tudo, talvez seja preciso cortar gastos antes de assumir qualquer empréstimo.
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