Quando um país gere corretamente os recursos energéticos, toda a economia beneficia. Grandes empresas petrolíferas trazem tecnologia de ponta, o governo arrecada receitas sólidas de impostos e royalties, os locais conseguem empregos bem remunerados, além de prestadores de serviços e fornecedores que obtêm seus próprios ganhos. É um efeito multiplicador em toda a região.
Depois há o que correu mal noutros lugares. Tomar controlo dos ativos energéticos sem a experiência ou infraestrutura para os manter — é assim que tudo se destrói. A nacionalização parecia boa na teoria, mas a má gestão transformou um ativo valioso numa responsabilidade. A infraestrutura desmoronou-se, a produção caiu, e todos, desde os trabalhadores até às empresas locais, foram duramente afetados.
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ImaginaryWhale
· 01-06 20:49
A chave é a capacidade de execução; os planos na teoria são inúteis.
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TestnetNomad
· 01-06 20:48
ngl A abordagem do Estado na gestão de energia já foi provada como um fracasso... Basta olhar para a Venezuela para perceber isso
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TestnetScholar
· 01-06 20:42
ngl Isto é o típico "parece incrível, na verdade uma bagunça total"... É realmente muito comum que empresas estatais assumam ativos de energia e acabem com uma gestão desastrosa.
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OPsychology
· 01-06 20:39
NGL, a nacionalização é uma coisa que soa bem, mas na prática acaba em desastre... Basta olhar para as lições de sangue desses países para entender.
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TokenomicsDetective
· 01-06 20:35
ngl Esta lógica parece boa, mas na realidade não é tão simples... Uma empresa estatal assumir significa necessariamente falir, e como garantir que o lucro retornará à região com o monopólio privado? Basta olhar para a Venezuela e o Oriente Médio para perceber que o design do sistema é o núcleo da questão
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ShamedApeSeller
· 01-06 20:31
ngl É por isso que aquele monte de projetos nacionalizados falharam, a retórica é bonita, mas na prática é um caos total
Quando um país gere corretamente os recursos energéticos, toda a economia beneficia. Grandes empresas petrolíferas trazem tecnologia de ponta, o governo arrecada receitas sólidas de impostos e royalties, os locais conseguem empregos bem remunerados, além de prestadores de serviços e fornecedores que obtêm seus próprios ganhos. É um efeito multiplicador em toda a região.
Depois há o que correu mal noutros lugares. Tomar controlo dos ativos energéticos sem a experiência ou infraestrutura para os manter — é assim que tudo se destrói. A nacionalização parecia boa na teoria, mas a má gestão transformou um ativo valioso numa responsabilidade. A infraestrutura desmoronou-se, a produção caiu, e todos, desde os trabalhadores até às empresas locais, foram duramente afetados.