#衍生品交易市场 Quando vi a notícia de Coinbase adquirir a Deribit por 2,9 bilhões de dólares, a primeira coisa que me veio à cabeça foi — a guerra pelo mercado de derivativos foi oficialmente declarada.
Lembro-me daquela alta do mercado em 2017, quando o trading de derivativos ainda era uma atividade de nicho, e a maioria das exchanges competia pelo fatia do mercado de spot. Naquela época, nós, os primeiros participantes, observávamos a profundidade de mercado insuficiente e os altos slippages, pensando que cedo ou tarde alguém iria dominar completamente o jogo dos derivativos. E o que aconteceu? Em 2020, com o verão do DeFi, o setor de derivativos foi realmente despertado. Agora, em 2025, essa categoria que antes era de nicho se tornou um campo de batalha essencial para os grandes players.
Com um total de fusões e aquisições de 8,6 bilhões de dólares, quase quatro vezes o valor do ano passado — o que esse número revela? Não é apenas uma festa de capital, mas uma reestruturação completa do setor. Instituições financeiras tradicionais estão entrando oficialmente, a postura regulatória mudou de resistência para acolhimento, e grandes exchanges estão consolidando suas capacidades de derivativos por meio de aquisições. Essa cadeia de reações aponta para um mesmo destino: os derivativos estão saindo da margem e se tornando o centro das atenções.
Já passei por muitas fases de ciclos de mercado. Cada grande onda de fusões e aquisições indica que esse setor está evoluindo de um crescimento selvagem para uma competição mais regulada. A aquisição da Deribit não é o fim, mas um sinal — as próximas disputas não serão mais apenas sobre funcionalidades de trading, mas sobre a capacidade de integrar ecossistemas. Aqueles times que ainda operam plataformas de derivativos de forma isolada, podem estar com o tempo contado.
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#衍生品交易市场 Quando vi a notícia de Coinbase adquirir a Deribit por 2,9 bilhões de dólares, a primeira coisa que me veio à cabeça foi — a guerra pelo mercado de derivativos foi oficialmente declarada.
Lembro-me daquela alta do mercado em 2017, quando o trading de derivativos ainda era uma atividade de nicho, e a maioria das exchanges competia pelo fatia do mercado de spot. Naquela época, nós, os primeiros participantes, observávamos a profundidade de mercado insuficiente e os altos slippages, pensando que cedo ou tarde alguém iria dominar completamente o jogo dos derivativos. E o que aconteceu? Em 2020, com o verão do DeFi, o setor de derivativos foi realmente despertado. Agora, em 2025, essa categoria que antes era de nicho se tornou um campo de batalha essencial para os grandes players.
Com um total de fusões e aquisições de 8,6 bilhões de dólares, quase quatro vezes o valor do ano passado — o que esse número revela? Não é apenas uma festa de capital, mas uma reestruturação completa do setor. Instituições financeiras tradicionais estão entrando oficialmente, a postura regulatória mudou de resistência para acolhimento, e grandes exchanges estão consolidando suas capacidades de derivativos por meio de aquisições. Essa cadeia de reações aponta para um mesmo destino: os derivativos estão saindo da margem e se tornando o centro das atenções.
Já passei por muitas fases de ciclos de mercado. Cada grande onda de fusões e aquisições indica que esse setor está evoluindo de um crescimento selvagem para uma competição mais regulada. A aquisição da Deribit não é o fim, mas um sinal — as próximas disputas não serão mais apenas sobre funcionalidades de trading, mas sobre a capacidade de integrar ecossistemas. Aqueles times que ainda operam plataformas de derivativos de forma isolada, podem estar com o tempo contado.