O Acordo do Mercado Comum do Sul pode tornar-se na maior zona de livre comércio do mundo? Este tem sido o objetivo perseguido pela União Europeia nos últimos 25 anos. Segundo o conteúdo do acordo, a Europa obteria isenções de tarifas e barreiras comerciais para mais de 90% dos produtos — parece muito atraente, mas a sua implementação enfrenta muitas dificuldades.
Por que isso acontece? Por um lado, as exportações agrícolas da América do Sul impactariam diretamente os interesses dos agricultores europeus, sendo França, Itália e outros grandes países agrícolas os mais contrários. Por outro lado, há dúvidas sobre a capacidade dos países sul-americanos de cumprir os padrões laborais e compromissos ambientais, o que gera muitas preocupações na UE.
O acordo comercial parece simples, mas na prática envolve múltiplas dimensões como disputa de interesses, proteção de indústrias e compromissos políticos. É por isso que acordos semelhantes frequentemente entram em impasse nas negociações — todas as partes querem lucrar, mas relutam em fazer concessões. A complexidade desta situação de comércio global reflete, em certa medida, o estado atual do panorama económico: a luta entre fluxo livre e protecionismo ainda não terminou.
Ver original
Esta página pode conter conteúdos de terceiros, que são fornecidos apenas para fins informativos (sem representações/garantias) e não devem ser considerados como uma aprovação dos seus pontos de vista pela Gate, nem como aconselhamento financeiro ou profissional. Consulte a Declaração de exoneração de responsabilidade para obter mais informações.
O Acordo do Mercado Comum do Sul pode tornar-se na maior zona de livre comércio do mundo? Este tem sido o objetivo perseguido pela União Europeia nos últimos 25 anos. Segundo o conteúdo do acordo, a Europa obteria isenções de tarifas e barreiras comerciais para mais de 90% dos produtos — parece muito atraente, mas a sua implementação enfrenta muitas dificuldades.
Por que isso acontece? Por um lado, as exportações agrícolas da América do Sul impactariam diretamente os interesses dos agricultores europeus, sendo França, Itália e outros grandes países agrícolas os mais contrários. Por outro lado, há dúvidas sobre a capacidade dos países sul-americanos de cumprir os padrões laborais e compromissos ambientais, o que gera muitas preocupações na UE.
O acordo comercial parece simples, mas na prática envolve múltiplas dimensões como disputa de interesses, proteção de indústrias e compromissos políticos. É por isso que acordos semelhantes frequentemente entram em impasse nas negociações — todas as partes querem lucrar, mas relutam em fazer concessões. A complexidade desta situação de comércio global reflete, em certa medida, o estado atual do panorama económico: a luta entre fluxo livre e protecionismo ainda não terminou.