O mercado de hipotecas acaba de gerar uma onda de turbulência, enquanto o foco das políticas nos EUA se volta para o crédito ao consumo. Nesta semana, Trump fez uma declaração bombástica nas redes sociais — sugerindo que, a partir de 20 de janeiro do próximo ano, o limite de juros das cartões de crédito seja fixado em 10% por um período de um ano, apontando diretamente para o problema de "cobranças excessivas" por parte das empresas de cartão de crédito.
Essa proposta não é uma ideia vazia; já havia sido prometida durante a campanha de 2024, e agora se torna um sinal concreto de política. Mas, por mais que seja uma ideia ambiciosa, a realidade é dura — a Casa Branca ainda não apresentou um plano de implementação nem explicou como obrigar as instituições financeiras a cumprir a medida.
O setor financeiro imediatamente entrou em ebulição. O gestor de fundos de hedge que apoiou Trump anteriormente, Bill Ackman, foi o primeiro a se pronunciar, dizendo que é uma "má ideia". Ele levantou uma questão que corta fundo: se os juros forem forçosamente reduzidos, como os bancos cobrirão seus custos de risco? Como garantir o retorno aos acionistas? O resultado provável será — os bancos cancelarão coletivamente os cartões de crédito ao consumidor, forçando milhões de pessoas a recorrer ao mercado de empréstimos informais de alta taxa, o que tornará a vida muito difícil.
Os principais emissores de cartões, como JPMorgan Chase, Bank of America, Citibank, US Bank e First Capital, permanecem em silêncio, ninguém quer ser o primeiro a desafiar publicamente. Especialistas do setor acreditam que, sem uma legislação do Congresso, apenas apelos administrativos dificilmente conseguirão impor restrições legais às empresas. Ainda não se sabe qual será o desfecho dessa batalha de taxas de juros, tudo dependerá da postura do Congresso.
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GweiWatcher
· 15h atrás
Mais uma vez, é só promessas vazias, desta vez com os cartões de crédito. Os bancos devem estar morrendo de rir hahaha
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LiquidityNinja
· 01-11 01:55
Mais uma demonstração de política de baixa, os bancos nem ligam
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ProxyCollector
· 01-11 01:51
Limite de 10% de taxa de juro? Parece bom, mas simplesmente não funciona, sem leis nem planos de execução, por que é que os bancos vão ouvir?
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CommunityJanitor
· 01-11 01:49
Começam novamente a fazer promessas vazias, desta vez com o crédito ao consumo sendo o foco. O limite de 10% de taxa de juros soa bem, mas como será implementado? Só se os bancos estiverem dispostos a colaborar, o que é improvável.
O mercado de hipotecas acaba de gerar uma onda de turbulência, enquanto o foco das políticas nos EUA se volta para o crédito ao consumo. Nesta semana, Trump fez uma declaração bombástica nas redes sociais — sugerindo que, a partir de 20 de janeiro do próximo ano, o limite de juros das cartões de crédito seja fixado em 10% por um período de um ano, apontando diretamente para o problema de "cobranças excessivas" por parte das empresas de cartão de crédito.
Essa proposta não é uma ideia vazia; já havia sido prometida durante a campanha de 2024, e agora se torna um sinal concreto de política. Mas, por mais que seja uma ideia ambiciosa, a realidade é dura — a Casa Branca ainda não apresentou um plano de implementação nem explicou como obrigar as instituições financeiras a cumprir a medida.
O setor financeiro imediatamente entrou em ebulição. O gestor de fundos de hedge que apoiou Trump anteriormente, Bill Ackman, foi o primeiro a se pronunciar, dizendo que é uma "má ideia". Ele levantou uma questão que corta fundo: se os juros forem forçosamente reduzidos, como os bancos cobrirão seus custos de risco? Como garantir o retorno aos acionistas? O resultado provável será — os bancos cancelarão coletivamente os cartões de crédito ao consumidor, forçando milhões de pessoas a recorrer ao mercado de empréstimos informais de alta taxa, o que tornará a vida muito difícil.
Os principais emissores de cartões, como JPMorgan Chase, Bank of America, Citibank, US Bank e First Capital, permanecem em silêncio, ninguém quer ser o primeiro a desafiar publicamente. Especialistas do setor acreditam que, sem uma legislação do Congresso, apenas apelos administrativos dificilmente conseguirão impor restrições legais às empresas. Ainda não se sabe qual será o desfecho dessa batalha de taxas de juros, tudo dependerá da postura do Congresso.