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A UE mira na etiqueta “Feito na UE” para produtos turcos
A Comissão Europeia anunciou na quinta-feira que bens e componentes turcos podem ser classificados como “Made in EU” sob um esquema de política industrial sugerido, permitindo-lhes aceder a certos subsídios públicos e concursos dentro do bloco europeu.
Durante uma conferência de imprensa organizada pela Delegação da UE na Turquia em Bruxelas, um porta-voz da Comissão Europeia explicou que a iniciativa demonstra o objetivo da UE de preservar relações comerciais e industriais fortes com a Turquia.
As declarações seguiram-se a perguntas sobre a proposta de Lei do Acelerador Industrial, que estabeleceria uma condição de “Made in EU” para contratos públicos e programas de ajuda estatal destinados a fortalecer o setor industrial do bloco.
O porta-voz observou que a medida visa promover a fabricação europeia e abordar o que a UE considera uma concorrência internacional injusta.
Indústrias europeias — especialmente áreas como tecnologias limpas, cimento, aço e alumínio — têm enfrentado uma pressão crescente, nomeadamente de fabricantes chineses, segundo o porta-voz.
De acordo com o plano, a UE pretende aproveitar programas de contratação pública, subsídios e processos de licitação para estimular a procura por bens industriais de baixo carbono e de importância estratégica produzidos na Europa.
O porta-voz acrescentou que a proposta, que abrange padrões relacionados com a produção na UE, redução de emissões de carbono e alocações de fundos para iniciativas públicas, tem gerado discussões em vários países fora da UE.