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A mensagem afirma que o primeiro superpetroleiro carregado com petróleo bruto iraquiano passou pelo Estreito de Ormuz.
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Fonte: Caixin
Caixin, 24 de março (edição por Shi Zhengcheng) — A última notícia do mercado indica que um superpetroleiro carregado com dois milhões de barris de petróleo iraquiano passou com sucesso pelo Estreito de Hormuz. Se essa informação for verdadeira, será o primeiro navio observado a atravessar essa rota de exportação de petróleo do Iraque após o início de conflitos no Oriente Médio.
Sinal de localização do navio mostra que o petroleiro Omega Trader, gerenciado pela Mitsui O.S.K. Lines, está atualmente em Mumbai, Índia. Segundo relatos, o último sinal foi emitido há mais de dez dias, quando o navio ainda estava no Golfo Pérsico.
(Fonte: marinetraffic)
Até o momento da publicação, essa notícia não foi confirmada por fontes oficiais.
Desde o início do conflito, poucos petroleiros passaram pelo estreito, portanto qualquer sinal de navegação atrai grande atenção do mercado. Com a guerra entre EUA, Israel e Irã entrando na quarta semana, a rota que responde por um quinto do comércio mundial de petróleo permanece paralisada, causando a maior interrupção de fornecimento na história do mercado de petróleo.
Com base no destino do referido petroleiro, pode-se inferir que há uma mediação por parte da Índia por trás da navegação.
Na semana passada, foi divulgado que, com o envolvimento diplomático da Índia, a Marinha do Irã escoltou um petroleiro de gás liquefeito de petróleo indiano pelo Estreito de Hormuz. Segundo relatos, durante a travessia, o navio indiano manteve contato por rádio com a Marinha do Irã. O Irã registrou a bandeira, o nome do navio, os portos de origem e destino, além da nacionalidade da tripulação (todos indianos), e guiou o navio ao longo da rota acordada.
Essa notícia também confirma uma hipótese de alguns analistas: que o Irã está implementando um “sistema de controle de tráfego” no Estreito de Hormuz, identificando e permitindo a passagem segura de navios de países amigos, enquanto mantém outros sob risco de ataque.
Dados de navegação também indicam que, nos últimos dias, outros petroleiros deixaram o Golfo Pérsico.
Por exemplo, o navio Al Ruwais, carregado com nafta, partiu dos Emirados Árabes Unidos no início de março e está a caminho da Ásia; o Abu Dhabi-III, também carregado de combustível nos Emirados, chegou ao porto de Vadhinar, na Índia, na segunda-feira. Como muitos navios desligam seus sinais ao atravessar o estreito, só após deixar o Golfo Pérsico é que a navegação se torna claramente visível.