#数字货币市场洞察 Terramoto regulatório inesperado no sector das stablecoins! Duas grandes regiões agiram em simultâneo – desta vez é a sério.
Estratégias regulatórias bem diferentes:
No continente, a abordagem é direta e dura – as stablecoins foram classificadas como moeda virtual, passando a ser geridas segundo o quadro existente de proibição. O objetivo é claro: bloquear as vias de saída de capitais e cortar a cadeia de pagamento usada em burlas telefónicas (embora as autoridades não tenham divulgado números concretos, o ambiente já está bastante apertado).
Hong Kong está a seguir um caminho totalmente diferente: introduziu um regime de licenciamento. Queres emitir ou promover stablecoins? Primeiro tens de obter uma licença. Atualmente encontra-se numa fase de transição, e as instituições qualificadas podem submeter candidaturas. Isto não é uma proibição simples e bruta, mas sim uma espécie de “experiência de conformidade” – um teste para ver se é possível atrair fundos regulados dentro de um quadro legal.
O panorama de mercado vai ser reescrito
Com estas medidas, o impacto não será pequeno: quem quiser expandir as stablecoins nos mercados mainstream vai enfrentar uma fasquia bem mais alta. Para não ficar de fora, só há dois caminhos: alinhar-se com as regras regulatórias ou mudar de sector.
O mais importante é que o “custo de conformidade” precisa de ser reavaliado. Antes, ser compliant era uma mais-valia; agora, é o bilhete de entrada.
O que observar a seguir?
Basta prestar atenção a dois pontos: se o continente vai emitir regras complementares (por exemplo, novas restrições); e quem serão os primeiros a receber licenças em Hong Kong (a lista das entidades aprovadas vai revelar as preferências dos reguladores). Com estes dois sinais, já se poderá prever a tendência futura.
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· 2025-12-06 08:08
Na China continental é tudo preto no branco, em Hong Kong estão a tratar das licenças... Agora as stablecoins têm mesmo de escolher um lado.
#数字货币市场洞察 Terramoto regulatório inesperado no sector das stablecoins! Duas grandes regiões agiram em simultâneo – desta vez é a sério.
Estratégias regulatórias bem diferentes:
No continente, a abordagem é direta e dura – as stablecoins foram classificadas como moeda virtual, passando a ser geridas segundo o quadro existente de proibição. O objetivo é claro: bloquear as vias de saída de capitais e cortar a cadeia de pagamento usada em burlas telefónicas (embora as autoridades não tenham divulgado números concretos, o ambiente já está bastante apertado).
Hong Kong está a seguir um caminho totalmente diferente: introduziu um regime de licenciamento. Queres emitir ou promover stablecoins? Primeiro tens de obter uma licença. Atualmente encontra-se numa fase de transição, e as instituições qualificadas podem submeter candidaturas. Isto não é uma proibição simples e bruta, mas sim uma espécie de “experiência de conformidade” – um teste para ver se é possível atrair fundos regulados dentro de um quadro legal.
O panorama de mercado vai ser reescrito
Com estas medidas, o impacto não será pequeno: quem quiser expandir as stablecoins nos mercados mainstream vai enfrentar uma fasquia bem mais alta. Para não ficar de fora, só há dois caminhos: alinhar-se com as regras regulatórias ou mudar de sector.
O mais importante é que o “custo de conformidade” precisa de ser reavaliado. Antes, ser compliant era uma mais-valia; agora, é o bilhete de entrada.
O que observar a seguir?
Basta prestar atenção a dois pontos: se o continente vai emitir regras complementares (por exemplo, novas restrições); e quem serão os primeiros a receber licenças em Hong Kong (a lista das entidades aprovadas vai revelar as preferências dos reguladores). Com estes dois sinais, já se poderá prever a tendência futura.