Comissão da UE Aprova Caminho para Autopilot da Tesla: Duas Rotas para Aprovação Europeia
A Comissão da UE acaba de divulgar orientações críticas sobre a certificação de veículos autónomos. O sistema FSD da Tesla agora tem uma rota viável em direção à Europa — e é mais direta do que se esperava anteriormente.
Aqui está o quadro: a aprovação do FSD pode avançar através de isenções do Artigo 39 OU das regras regulatórias expandidas da ONU, dependendo dos resultados dos testes pela Autoridade Rodoviária Holandesa (RDW). Esta abordagem de caminho duplo sinaliza a postura pragmática da Comissão em relação à implementação de tecnologia autónoma.
O que isto significa: em vez de esperar por uma harmonização completa entre todos os Estados-Membros da UE, os fabricantes ganham flexibilidade. Os testes do RDW tornam-se o ponto de validação. As isenções do Artigo 39 permitem historicamente que os Estados-Membros concedam aprovações temporárias para tecnologia inovadora durante o processo de elaboração de regras. Combinar isso com a expansão das regras da ONU cria espaço para inovação genuína, mantendo a supervisão de segurança.
Isto marca uma mudança notável na postura anterior da Comissão — passando de restritiva para facilitadora no que diz respeito às capacidades de condução autónoma. O caminho de certificação agora está mais claro, embora ainda condicionado à demonstração de padrões de segurança através de testes rigorosos.
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Comissão da UE Aprova Caminho para Autopilot da Tesla: Duas Rotas para Aprovação Europeia
A Comissão da UE acaba de divulgar orientações críticas sobre a certificação de veículos autónomos. O sistema FSD da Tesla agora tem uma rota viável em direção à Europa — e é mais direta do que se esperava anteriormente.
Aqui está o quadro: a aprovação do FSD pode avançar através de isenções do Artigo 39 OU das regras regulatórias expandidas da ONU, dependendo dos resultados dos testes pela Autoridade Rodoviária Holandesa (RDW). Esta abordagem de caminho duplo sinaliza a postura pragmática da Comissão em relação à implementação de tecnologia autónoma.
O que isto significa: em vez de esperar por uma harmonização completa entre todos os Estados-Membros da UE, os fabricantes ganham flexibilidade. Os testes do RDW tornam-se o ponto de validação. As isenções do Artigo 39 permitem historicamente que os Estados-Membros concedam aprovações temporárias para tecnologia inovadora durante o processo de elaboração de regras. Combinar isso com a expansão das regras da ONU cria espaço para inovação genuína, mantendo a supervisão de segurança.
Isto marca uma mudança notável na postura anterior da Comissão — passando de restritiva para facilitadora no que diz respeito às capacidades de condução autónoma. O caminho de certificação agora está mais claro, embora ainda condicionado à demonstração de padrões de segurança através de testes rigorosos.