Jupiter cofundador SIONG recentemente levantou uma questão direta na comunidade: no ano passado, foram gastos mais de 70 milhões de dólares em recompra de JUP, mas o preço da moeda não apresentou mudanças significativas. Essa verba deveria ser direcionada para recompensar usuários existentes e novos, promovendo o crescimento do ecossistema? Por trás dessa questão, há uma reflexão mais profunda — que tipo de alocação de fundos é mais benéfica para o desenvolvimento de longo prazo do projeto.
Reflexão fria sobre a eficiência da recompra
A dúvida de SIONG não é infundada. Segundo dados recentes, o preço atual do JUP é de 0,211462 dólares, com um valor de mercado de 67,465 bilhões de dólares. Em 2025, Jupiter, como o principal DEX do ecossistema Solana, já gerou mais de 1 bilhão de dólares em receita de taxas, ficando ao lado do Meteora e do Uniswap como os protocolos DeFi de maior receita global.
O que isso significa? O projeto gera fluxo de caixa real, mas esse investimento de mais de 70 milhões de dólares em recompra não conseguiu sustentar efetivamente o desempenho do preço da moeda. Essa situação não é incomum na indústria de criptomoedas — muitos projetos, mesmo com fundamentos sólidos, apresentam preços de tokens relativamente estagnados.
Comparação entre duas lógicas de alocação de fundos
Forma de alocação
Mecanismo de recompra
Incentivos e recompensas
Uso de fundos
Compra e queima de tokens no mercado
Distribuição direta a usuários ativos e novos
Efeito de curto prazo
Pode oferecer suporte técnico
Aumenta a fidelidade do usuário e a atividade do ecossistema
Valor de longo prazo
Depende do sentimento de mercado e fatores externos
Melhora a taxa de uso do projeto e a escala do ecossistema
Eficiência de custo
Pode ser absorvido pelo mercado, efeito limitado
Gera crescimento real de usuários e dados
Uma verdadeira fotografia dos fundamentos do projeto
Vale notar que Jupiter já tem experiência em incentivar usuários. Na atividade “Jupuary” de 2025, o projeto distribuiu diretamente 700 milhões de JUP para cerca de 2 milhões de carteiras, recompensando atividades reais dentro do ecossistema. Essa abordagem é clara: ao invés de gastar dinheiro em recompra no mercado, é mais eficaz distribuir tokens para contribuintes e participantes.
Do ponto de vista de estruturação do ecossistema, Jupiter continua inovando: lançamento do Mobile V3 Wallet, plataforma de financiamento justo DTF, ferramenta de gestão de ativos Portfolio, entre outros produtos. Tudo isso representa criação de valor real para os usuários, não apenas operações técnicas superficiais.
Uma questão maior por trás disso tudo
A pergunta de SIONG, na verdade, toca em uma contradição fundamental dos projetos de criptomoedas: o valor do token como ferramenta de governança e incentivo versus seu valor como ativo de investimento.
A receita de taxas do projeto, superior a 1 bilhão de dólares, demonstra que o serviço tem valor. Mas esse valor pode ser refletido de forma eficaz no token JUP? Isso depende de:
Cenários de aplicação reais e motivos para manter o token
Se os lucros realmente retornam aos detentores do token
Se o projeto consegue criar continuamente forças de crescimento
Sob essa perspectiva, incentivar o crescimento de usuários pode ser mais estratégico do que simplesmente fazer recompra de mercado. Afinal, crescimento traz mais uso, mais transações, mais receita real — que é a base do valor de longo prazo do token.
Resumo
A questão levantada pelo cofundador da Jupiter reflete o pensamento de um projeto racional diante da realidade atual. A recompra de 70 milhões de dólares não atingiu o efeito esperado, indicando que a lógica de precificação do mercado não depende apenas de operações técnicas, mas também do crescimento real e da escala de usuários do projeto.
Focar em incentivos aos usuários e no crescimento do ecossistema faz mais sentido — não é abandonar o suporte ao preço, mas usar uma abordagem mais eficaz para sustentá-lo. A decisão final cabe à comunidade, mas, do ponto de vista dos fundamentos do projeto, essa mudança de estratégia é promissora. O mais importante é como essa direção será implementada e se esses fundos poderão realmente se transformar em crescimento sustentável do ecossistema.
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O dilema de 70 milhões de dólares do Jupiter: recompra ou uso para recompensar os utilizadores?
Jupiter cofundador SIONG recentemente levantou uma questão direta na comunidade: no ano passado, foram gastos mais de 70 milhões de dólares em recompra de JUP, mas o preço da moeda não apresentou mudanças significativas. Essa verba deveria ser direcionada para recompensar usuários existentes e novos, promovendo o crescimento do ecossistema? Por trás dessa questão, há uma reflexão mais profunda — que tipo de alocação de fundos é mais benéfica para o desenvolvimento de longo prazo do projeto.
Reflexão fria sobre a eficiência da recompra
A dúvida de SIONG não é infundada. Segundo dados recentes, o preço atual do JUP é de 0,211462 dólares, com um valor de mercado de 67,465 bilhões de dólares. Em 2025, Jupiter, como o principal DEX do ecossistema Solana, já gerou mais de 1 bilhão de dólares em receita de taxas, ficando ao lado do Meteora e do Uniswap como os protocolos DeFi de maior receita global.
O que isso significa? O projeto gera fluxo de caixa real, mas esse investimento de mais de 70 milhões de dólares em recompra não conseguiu sustentar efetivamente o desempenho do preço da moeda. Essa situação não é incomum na indústria de criptomoedas — muitos projetos, mesmo com fundamentos sólidos, apresentam preços de tokens relativamente estagnados.
Comparação entre duas lógicas de alocação de fundos
Uma verdadeira fotografia dos fundamentos do projeto
Vale notar que Jupiter já tem experiência em incentivar usuários. Na atividade “Jupuary” de 2025, o projeto distribuiu diretamente 700 milhões de JUP para cerca de 2 milhões de carteiras, recompensando atividades reais dentro do ecossistema. Essa abordagem é clara: ao invés de gastar dinheiro em recompra no mercado, é mais eficaz distribuir tokens para contribuintes e participantes.
Do ponto de vista de estruturação do ecossistema, Jupiter continua inovando: lançamento do Mobile V3 Wallet, plataforma de financiamento justo DTF, ferramenta de gestão de ativos Portfolio, entre outros produtos. Tudo isso representa criação de valor real para os usuários, não apenas operações técnicas superficiais.
Uma questão maior por trás disso tudo
A pergunta de SIONG, na verdade, toca em uma contradição fundamental dos projetos de criptomoedas: o valor do token como ferramenta de governança e incentivo versus seu valor como ativo de investimento.
A receita de taxas do projeto, superior a 1 bilhão de dólares, demonstra que o serviço tem valor. Mas esse valor pode ser refletido de forma eficaz no token JUP? Isso depende de:
Sob essa perspectiva, incentivar o crescimento de usuários pode ser mais estratégico do que simplesmente fazer recompra de mercado. Afinal, crescimento traz mais uso, mais transações, mais receita real — que é a base do valor de longo prazo do token.
Resumo
A questão levantada pelo cofundador da Jupiter reflete o pensamento de um projeto racional diante da realidade atual. A recompra de 70 milhões de dólares não atingiu o efeito esperado, indicando que a lógica de precificação do mercado não depende apenas de operações técnicas, mas também do crescimento real e da escala de usuários do projeto.
Focar em incentivos aos usuários e no crescimento do ecossistema faz mais sentido — não é abandonar o suporte ao preço, mas usar uma abordagem mais eficaz para sustentá-lo. A decisão final cabe à comunidade, mas, do ponto de vista dos fundamentos do projeto, essa mudança de estratégia é promissora. O mais importante é como essa direção será implementada e se esses fundos poderão realmente se transformar em crescimento sustentável do ecossistema.