No início de 2025, o mercado global de IPOs viveu uma recuperação há muito esperada, e os dados mais recentes divulgados pela Bloomberg são impressionantes — esta onda de mercado criou de uma só vez 21 novos bilionários. Mas a segunda metade da história está repleta de uma realidade implacável: esses novos bilionários, cujo patrimônio líquido na estreia na bolsa ultrapassava os 10 bilhões de dólares, viram o valor de suas participações evaporar em média 23% nas semanas ou meses seguintes.
De acordo com o acompanhamento do índice Bloomberg Billionaires, esse fenômeno reflete uma questão profunda: a grande disparidade entre o preço de IPO e a trajetória do preço das ações após a estreia. Após o desaparecimento do brilho do primeiro dia, o retorno à racionalidade do mercado costuma levar os investidores a ajustarem suas expectativas, enquanto a riqueza em papel representada pelas participações dos fundadores encolhe.
Por outro lado, o mercado de IPOs na Ásia apresenta um panorama completamente diferente. O mercado de IPOs na Índia continua aquecido, atraindo continuamente financiamento estrangeiro; o mercado do Vietnã também não fica atrás, com a GSM iniciando planos de listagem no exterior, com uma avaliação alvo de até 20 bilhões de dólares, demonstrando o dinamismo de financiamento do Sudeste Asiático; em contraste, o mercado de IPOs na Tailândia enfrenta dificuldades, com a atividade em declínio contínuo; o cenário do Japão é ainda mais sombrio — o número de pequenas empresas listadas caiu para o menor em 12 anos, refletindo uma recessão estrutural no mercado de IPOs de mercados desenvolvidos.
Por trás da redução de riqueza desses novos bilionários, há uma fenômeno que merece atenção: uma listagem rápida pode trazer um brilho de riqueza de curto prazo, mas a realização de valor a longo prazo ainda depende do reconhecimento do mercado. A diferenciação regional se torna ainda mais evidente — o impulso de financiamento dos mercados emergentes permanece forte, enquanto os mercados maduros enfrentam uma profunda reestruturação.
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A maré de IPOs criou os "bilionários de papel": aviso de que os 21 novos ricos tiveram uma redução de 23% na sua riqueza
No início de 2025, o mercado global de IPOs viveu uma recuperação há muito esperada, e os dados mais recentes divulgados pela Bloomberg são impressionantes — esta onda de mercado criou de uma só vez 21 novos bilionários. Mas a segunda metade da história está repleta de uma realidade implacável: esses novos bilionários, cujo patrimônio líquido na estreia na bolsa ultrapassava os 10 bilhões de dólares, viram o valor de suas participações evaporar em média 23% nas semanas ou meses seguintes.
De acordo com o acompanhamento do índice Bloomberg Billionaires, esse fenômeno reflete uma questão profunda: a grande disparidade entre o preço de IPO e a trajetória do preço das ações após a estreia. Após o desaparecimento do brilho do primeiro dia, o retorno à racionalidade do mercado costuma levar os investidores a ajustarem suas expectativas, enquanto a riqueza em papel representada pelas participações dos fundadores encolhe.
Por outro lado, o mercado de IPOs na Ásia apresenta um panorama completamente diferente. O mercado de IPOs na Índia continua aquecido, atraindo continuamente financiamento estrangeiro; o mercado do Vietnã também não fica atrás, com a GSM iniciando planos de listagem no exterior, com uma avaliação alvo de até 20 bilhões de dólares, demonstrando o dinamismo de financiamento do Sudeste Asiático; em contraste, o mercado de IPOs na Tailândia enfrenta dificuldades, com a atividade em declínio contínuo; o cenário do Japão é ainda mais sombrio — o número de pequenas empresas listadas caiu para o menor em 12 anos, refletindo uma recessão estrutural no mercado de IPOs de mercados desenvolvidos.
Por trás da redução de riqueza desses novos bilionários, há uma fenômeno que merece atenção: uma listagem rápida pode trazer um brilho de riqueza de curto prazo, mas a realização de valor a longo prazo ainda depende do reconhecimento do mercado. A diferenciação regional se torna ainda mais evidente — o impulso de financiamento dos mercados emergentes permanece forte, enquanto os mercados maduros enfrentam uma profunda reestruturação.