A composição do topo da riqueza global mudou significativamente em 2025, trazendo surpresas para quem acompanha o Bloomberg Billionaires Index. O que antes era dominado por nomes tradicionais do varejo e finanças agora vê a inteligência artificial como protagonista. A maioria dos 20 homens mais ricos do mundo provém do setor tecnológico, e o domínio norte-americano permanece esmagador — entre os dez primeiros, apenas um europeu consegue se posicionar.
Quem lidera a corrida pela maior fortuna?
Elon Musk segue no topo inconteste com patrimônio superior a US$ 350 bilhões. Sua diversificação é impressionante: Tesla revoluciona o setor automotivo com veículos elétricos, SpaceX domina a exploração espacial, xAI avança em inteligência artificial, enquanto a plataforma X (antigo Twitter) amplia seu alcance digital. Além disso, suas posições em criptomoedas — Bitcoin, Ethereum e Dogecoin — adicionam camadas de exposição a ativos emergentes.
A riqueza no topo não é monopólio de um único setor. Larry Ellison, fundador da Oracle, acumula US$ 251 bilhões através de sua dominação no mercado de banco de dados e computação em nuvem. Sua participação estratégica na Tesla também reflete a capacidade de identificar tendências antes do mercado. Mark Zuckerberg, com patrimônio similar, expandiu seu império para além do Facebook e Instagram, apostando agressivamente em realidade virtual e metaverso através da Meta.
A era da nuvem e dos dados
Jeff Bezos, fundador da Amazon, permanece entre os mais influentes com mais de US$ 240 bilhões. A AWS (Amazon Web Services) continua sendo uma máquina de geração de receita, transformando a computação em nuvem em commodity. Seu controle sobre o varejo digital através da Amazon e participações como Whole Foods consolidam seu alcance multissetorial.
Steve Ballmer, ex-CEO da Microsoft, expandiu sua fortuna para US$ 174 bilhões durante sua gestão, liderando a transformação da empresa com Azure e Office 365. Hoje, sua diversificação inclui propriedade do Los Angeles Clippers, mostrando como bilionários buscam visibilidade além do mercado financeiro.
Inovação e mobilidade autônoma
Os cofundadores do Google — Larry Page (US$ 165 bilhões) e Sergey Brin (US$ 154 bilhões) — mantêm suas fortunas através de exposição contínua a IA, veículos autônomos e biotecnologia. Ambos demonstram que reinvenção constante é fundamental para manter posição no topo.
Bernard Arnault, único europeu entre os dez primeiros, representa um mundo diferente. Com US$ 156 bilhões controlando o grupo LVMH, ele domina o luxo global através de marcas como Louis Vuitton, Dior e Moët & Hennessy. Seu sucesso prova que tecnologia não é o único caminho para riqueza extrema.
O fenômeno da IA: Jensen Huang e a NVIDIA
Nenhuma história melhor exemplifica o impacto da inteligência artificial do que a ascensão de Jensen Huang. Como criador da NVIDIA, Huang acumulou US$ 149 bilhões em tempo recorde. As GPUs da empresa são essenciais para data centers, machine learning e computação de alto desempenho em todo o mundo. Seu crescimento na lista de homens mais ricos do mundo é praticamente vertical.
Warren Buffett, o “Oráculo de Omaha”, completa o top 10 com US$ 141 bilhões. Através da Berkshire Hathaway e sua estratégia de value investing, Buffett continua inspirando gerações de investidores com disciplina de longo prazo.
Ranking: os 20 maiores bilionários do planeta em 2025
Posição
Nome
Fortuna
Fonte Principal
1
Elon Musk
US$ 358 bilhões
Tesla, SpaceX, xAI
2
Larry Ellison
US$ 251 bilhões
Oracle, tecnologia
3
Mark Zuckerberg
US$ 251 bilhões
Meta, redes sociais
4
Jeff Bezos
US$ 247 bilhões
Amazon, AWS
5
Steve Ballmer
US$ 174 bilhões
Microsoft, esportes
6
Larry Page
US$ 165 bilhões
Google, inovação
7
Bernard Arnault
US$ 156 bilhões
LVMH, luxo
8
Sergey Brin
US$ 154 bilhões
Google, tech
9
Jensen Huang
US$ 149 bilhões
NVIDIA, IA
10
Warren Buffett
US$ 141 bilhões
Berkshire Hathaway
Padrões que definem a riqueza extrema
Analisando a lista de homens mais ricos do mundo, emergem padrões claros:
Visão de longo prazo: Nenhum desses bilionários busca ganhos rápidos. Musk planeja décadas à frente com SpaceX; Buffett investe em valor fundamental; Page aposta em tecnologias não-maturas.
Diversificação estratégica: A maioria não concentra fortunas em um único ativo. Musk distribui entre automotivo, energia, IA e espaço. Ellison conecta software, cloud e hardware. Bezos combina varejo, computação e projetos experimentais.
Aposta em setores em crescimento acelerado: IA, computação em nuvem, mobilidade autônoma e biotecnologia dominam as estratégias dos top bilionários. Jensen Huang exemplifica isso melhor que qualquer outro.
Reinvenção contínua: Zuckerberg transformou suas redes sociais em plataforma de metaverso. Musk evoluiu de PayPal para Tesla para SpaceX. Arnault expandiu luxo tradicional para e-commerce.
O que você deve aprender
Para investidores que estudam a lista de homens mais ricos do mundo em busca de inspiração, as lições são universais:
A carteira não precisa se limitar a um setor — diversifique entre tecnologia, consumo, energia e ativos alternativos como criptomoedas. O timing importa menos que a qualidade da visão: espere paciência de décadas antes de ver retornos exponenciais. Acompanhe tendências estruturais globais, não moda passageira.
A trajetória de Musk com ousadia tecnológica, Buffett com rigor disciplinar e Arnault com conhecimento de marca profundo mostram que não existe única fórmula. Mas disciplina, estratégia e capacidade de aprender com o tempo são invariáveis entre todos que alcançaram o topo extremo da riqueza global.
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Os maiores bilionários em 2025: como a inteligência artificial reshape a lista de homens mais ricos do mundo
A composição do topo da riqueza global mudou significativamente em 2025, trazendo surpresas para quem acompanha o Bloomberg Billionaires Index. O que antes era dominado por nomes tradicionais do varejo e finanças agora vê a inteligência artificial como protagonista. A maioria dos 20 homens mais ricos do mundo provém do setor tecnológico, e o domínio norte-americano permanece esmagador — entre os dez primeiros, apenas um europeu consegue se posicionar.
Quem lidera a corrida pela maior fortuna?
Elon Musk segue no topo inconteste com patrimônio superior a US$ 350 bilhões. Sua diversificação é impressionante: Tesla revoluciona o setor automotivo com veículos elétricos, SpaceX domina a exploração espacial, xAI avança em inteligência artificial, enquanto a plataforma X (antigo Twitter) amplia seu alcance digital. Além disso, suas posições em criptomoedas — Bitcoin, Ethereum e Dogecoin — adicionam camadas de exposição a ativos emergentes.
A riqueza no topo não é monopólio de um único setor. Larry Ellison, fundador da Oracle, acumula US$ 251 bilhões através de sua dominação no mercado de banco de dados e computação em nuvem. Sua participação estratégica na Tesla também reflete a capacidade de identificar tendências antes do mercado. Mark Zuckerberg, com patrimônio similar, expandiu seu império para além do Facebook e Instagram, apostando agressivamente em realidade virtual e metaverso através da Meta.
A era da nuvem e dos dados
Jeff Bezos, fundador da Amazon, permanece entre os mais influentes com mais de US$ 240 bilhões. A AWS (Amazon Web Services) continua sendo uma máquina de geração de receita, transformando a computação em nuvem em commodity. Seu controle sobre o varejo digital através da Amazon e participações como Whole Foods consolidam seu alcance multissetorial.
Steve Ballmer, ex-CEO da Microsoft, expandiu sua fortuna para US$ 174 bilhões durante sua gestão, liderando a transformação da empresa com Azure e Office 365. Hoje, sua diversificação inclui propriedade do Los Angeles Clippers, mostrando como bilionários buscam visibilidade além do mercado financeiro.
Inovação e mobilidade autônoma
Os cofundadores do Google — Larry Page (US$ 165 bilhões) e Sergey Brin (US$ 154 bilhões) — mantêm suas fortunas através de exposição contínua a IA, veículos autônomos e biotecnologia. Ambos demonstram que reinvenção constante é fundamental para manter posição no topo.
Bernard Arnault, único europeu entre os dez primeiros, representa um mundo diferente. Com US$ 156 bilhões controlando o grupo LVMH, ele domina o luxo global através de marcas como Louis Vuitton, Dior e Moët & Hennessy. Seu sucesso prova que tecnologia não é o único caminho para riqueza extrema.
O fenômeno da IA: Jensen Huang e a NVIDIA
Nenhuma história melhor exemplifica o impacto da inteligência artificial do que a ascensão de Jensen Huang. Como criador da NVIDIA, Huang acumulou US$ 149 bilhões em tempo recorde. As GPUs da empresa são essenciais para data centers, machine learning e computação de alto desempenho em todo o mundo. Seu crescimento na lista de homens mais ricos do mundo é praticamente vertical.
Warren Buffett, o “Oráculo de Omaha”, completa o top 10 com US$ 141 bilhões. Através da Berkshire Hathaway e sua estratégia de value investing, Buffett continua inspirando gerações de investidores com disciplina de longo prazo.
Ranking: os 20 maiores bilionários do planeta em 2025
Padrões que definem a riqueza extrema
Analisando a lista de homens mais ricos do mundo, emergem padrões claros:
Visão de longo prazo: Nenhum desses bilionários busca ganhos rápidos. Musk planeja décadas à frente com SpaceX; Buffett investe em valor fundamental; Page aposta em tecnologias não-maturas.
Diversificação estratégica: A maioria não concentra fortunas em um único ativo. Musk distribui entre automotivo, energia, IA e espaço. Ellison conecta software, cloud e hardware. Bezos combina varejo, computação e projetos experimentais.
Aposta em setores em crescimento acelerado: IA, computação em nuvem, mobilidade autônoma e biotecnologia dominam as estratégias dos top bilionários. Jensen Huang exemplifica isso melhor que qualquer outro.
Reinvenção contínua: Zuckerberg transformou suas redes sociais em plataforma de metaverso. Musk evoluiu de PayPal para Tesla para SpaceX. Arnault expandiu luxo tradicional para e-commerce.
O que você deve aprender
Para investidores que estudam a lista de homens mais ricos do mundo em busca de inspiração, as lições são universais:
A carteira não precisa se limitar a um setor — diversifique entre tecnologia, consumo, energia e ativos alternativos como criptomoedas. O timing importa menos que a qualidade da visão: espere paciência de décadas antes de ver retornos exponenciais. Acompanhe tendências estruturais globais, não moda passageira.
A trajetória de Musk com ousadia tecnológica, Buffett com rigor disciplinar e Arnault com conhecimento de marca profundo mostram que não existe única fórmula. Mas disciplina, estratégia e capacidade de aprender com o tempo são invariáveis entre todos que alcançaram o topo extremo da riqueza global.
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