Keynes já apontou essa estratégia em 1944: alguns países estimulam suas exportações ao reduzir o consumo interno, o que realmente pode levar a um crescimento mais rápido — mas ao custo de pressionar a demanda global e se tornar um modelo de pegar uma fatia do mercado de outros países. Essa lógica ainda se aplica hoje na circulação de capitais e na alocação de ativos.
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rekt_but_vibing
· 01-10 07:46
Já percebi, isto não é nada mais do que uma versão moderna de "vizinhos a mendigar", consumindo de forma frustrada e tendo que vender produtos para se sustentar, no final, a demanda global desmorona-se e todos acabam por perder.
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hodl_therapist
· 01-07 12:07
Resumindo, é um crescimento suicida, o PIB de hoje troca pela falência de amanhã.
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DevChive
· 01-07 08:50
Resumindo, é como beber veneno para saciar a sede, os dados de curto prazo parecem bons, mas a longo prazo é uma armadilha.
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HalfIsEmpty
· 01-07 08:50
Ou seja, é aquele jogo de soma zero, onde se você se esforçar ao máximo para prejudicar os outros, também não vai sair ganhando.
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WalletsWatcher
· 01-07 08:45
Esta estratégia nunca mudou, é apenas um disfarce diferente. Ainda está a jogar agora.
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DegenMcsleepless
· 01-07 08:33
Esta lógica não é diferente agora, só mudou de aparência.
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LiquidityWhisperer
· 01-07 08:28
Honestamente, o velho Keynes já tinha percebido isso há 80 anos, e ainda está a jogar o mesmo truque.
Reduzir o consumo para impulsionar as exportações? É só apertar a cintura para enviar calor aos outros.
Espera aí, se essa lógica fosse aplicada ao mercado de capitais... aí sim, teríamos que ficar de olho.
As pessoas querem crescimento rápido, mas quem paga a conta?
Por isso é que a demanda global está sempre insuficiente.
É um pouco irónico, o progresso tecnológico ao longo de tantos anos ainda repete a história.
Os métodos de cada país não mudaram, apenas trocaram de pele.
Agora, onde o capital está fluindo, dá para saber quem está usando essa jogada.
De verdade, basta analisar a alocação na bolsa para inferir as estratégias econômicas.
Caramba, um truque de cem anos, a humanidade simplesmente gosta de repetir.
Keynes já apontou essa estratégia em 1944: alguns países estimulam suas exportações ao reduzir o consumo interno, o que realmente pode levar a um crescimento mais rápido — mas ao custo de pressionar a demanda global e se tornar um modelo de pegar uma fatia do mercado de outros países. Essa lógica ainda se aplica hoje na circulação de capitais e na alocação de ativos.