A recente agitação no mundo financeiro dos EUA tem sido intensa. A secretária do Tesouro, Janet Yellen, fez uma pressão pública para que o Federal Reserve corte as taxas de juros rapidamente, jogando uma jogada um pouco dura — o subtexto é: não demorem mais, é preciso alinhar com as políticas econômicas.
Falando nisso, há muito por trás dessa jogada de Yellen. Desde cortes de impostos, negociações comerciais até relaxamento da regulamentação, todas essas preparações já estão feitas; agora só falta uma redução de juros para acender a chama. O objetivo é claro: conquistar bons dados econômicos antes de 2026, dando respaldo às políticas atuais.
O mais complicado é que, além de usar a palavra, Yellen começou a interferir na escolha do presidente do Federal Reserve. É importante lembrar que o Fed sempre se orgulhou de sua independência, e ser pressionado publicamente é como colocá-lo na linha de frente de uma luta política. Agora, o Fed está na beira de um vulcão: ceder à pressão e cortar juros, o que pode reativar a inflação; resistir ao White House, e a coordenação de políticas pode desmoronar.
O problema é que estímulos de curto prazo costumam ter custos de longo prazo. A dívida dos EUA já atingiu níveis inimagináveis, e uma redução de juros só vai diminuir os custos de empréstimo, incentivando ainda mais o acúmulo de dívidas — a bola de neve da dívida vai ficar maior. As bolhas no mercado de ações e no imobiliário também podem continuar a se inflar, e quem vai pagar a conta no final são os cidadãos comuns.
Será que tudo isso está criando condições para o crescimento econômico ou é uma exibição política descarada? Essa "medicação" de redução de juros trata a doença ou envenena? Opiniões do setor divergem, qual é a sua?
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MrDecoder
· 01-10 22:43
São todos jogos políticos, mesmo que o Federal Reserve seja mais independente, terá que fazer concessões, é uma questão de tempo.
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BlockBargainHunter
· 01-09 20:08
Mais um jogo político, o Federal Reserve está a ser assado... a bolha da dívida vai explodir cedo ou tarde, desta vez realmente não vai aguentar
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UncommonNPC
· 01-08 15:47
Mais uma vez, o mesmo velho truque, os políticos jogando a culpa no banco central... O Federal Reserve já está sofrendo bastante, e agora ainda tem que servir de escada para a política, isso é realmente absurdo
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SignatureDenied
· 01-08 15:46
Mais uma vez, o mesmo velho truque, política a manipular o banco central. O Federal Reserve já devia ter mantido a postura firme, reduzir as taxas só vai criar uma bolha ainda maior, e quando estourar, ninguém vai conseguir escapar.
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FantasyGuardian
· 01-08 15:26
Mais uma vez, o mesmo velho truque: cortes de juros sob pressão política, e no final somos nós, os investidores de varejo, que ficamos a perder
A recente agitação no mundo financeiro dos EUA tem sido intensa. A secretária do Tesouro, Janet Yellen, fez uma pressão pública para que o Federal Reserve corte as taxas de juros rapidamente, jogando uma jogada um pouco dura — o subtexto é: não demorem mais, é preciso alinhar com as políticas econômicas.
Falando nisso, há muito por trás dessa jogada de Yellen. Desde cortes de impostos, negociações comerciais até relaxamento da regulamentação, todas essas preparações já estão feitas; agora só falta uma redução de juros para acender a chama. O objetivo é claro: conquistar bons dados econômicos antes de 2026, dando respaldo às políticas atuais.
O mais complicado é que, além de usar a palavra, Yellen começou a interferir na escolha do presidente do Federal Reserve. É importante lembrar que o Fed sempre se orgulhou de sua independência, e ser pressionado publicamente é como colocá-lo na linha de frente de uma luta política. Agora, o Fed está na beira de um vulcão: ceder à pressão e cortar juros, o que pode reativar a inflação; resistir ao White House, e a coordenação de políticas pode desmoronar.
O problema é que estímulos de curto prazo costumam ter custos de longo prazo. A dívida dos EUA já atingiu níveis inimagináveis, e uma redução de juros só vai diminuir os custos de empréstimo, incentivando ainda mais o acúmulo de dívidas — a bola de neve da dívida vai ficar maior. As bolhas no mercado de ações e no imobiliário também podem continuar a se inflar, e quem vai pagar a conta no final são os cidadãos comuns.
Será que tudo isso está criando condições para o crescimento econômico ou é uma exibição política descarada? Essa "medicação" de redução de juros trata a doença ou envenena? Opiniões do setor divergem, qual é a sua?