Como será a próxima ação de redução de juros do Federal Reserve? Essa questão determina diretamente a sua direção de investimento.
**Onde estão as taxas atualmente**
O intervalo da taxa dos fundos federais está em 3,50%-3,75%, resultado da última redução de 25 pontos base em dezembro do ano passado. Parece que a redução continua, mas a questão é—será que continuará em 2026?
Dentro do Federal Reserve, não há consenso. O gráfico de pontos oficial prevê apenas uma redução (25 pontos base), mas grandes instituições como Goldman Sachs e Morgan Stanley discordam, prevendo 2-3 cortes (total de 50-75 pontos base). O mercado atualmente vê apenas cerca de 15% de chance de uma redução em janeiro, apostando mais em março ou junho. Essa divergência por si só é um sinal—todos estão esperando por dados.
**Se realmente continuarem a reduzir os juros, quem sairá ganhando**
A economia respirará aliviada. Os custos de financiamento das empresas diminuirão, incentivando mais investimentos. Os empréstimos de habitação e automóveis ficarão mais baratos, aumentando o número de compradores de casas. Economistas ajustaram a previsão de crescimento do PIB para cerca de 2,3% em 2026. Historicamente, durante ciclos de redução de juros, o mercado de ações (como o S&P 500) costuma performar bem, pois as taxas baixas tornam as perspectivas de lucro das empresas mais atraentes.
Investidores em criptomoedas também se beneficiarão mais diretamente. Com mais liquidez, instituições e investidores individuais estarão mais dispostos a assumir riscos, e o dinheiro naturalmente fluirá para ativos de alto risco como o Bitcoin. Se em 2026 houver várias reduções, pode-se esperar uma onda de retorno de fundos institucionais ao mercado de criptomoedas. O dólar também será pressionado para baixo, beneficiando ouro e ativos de mercados emergentes.
**Mas não comemore cedo demais**
A inflação, esse velho inimigo, ainda não foi derrotada. Se as reduções de juros acontecerem muito rápido, combinadas com políticas tarifárias, a rigidez da inflação pode subir—o mercado espera que o núcleo do PCE fique em torno de 2,5%. Isso pode bloquear o caminho do Federal Reserve para uma política mais frouxa.
A taxa de desemprego já subiu para 4,6%. O objetivo inicial do Fed ao reduzir juros era estabilizar o emprego, mas se a economia não mostrar sinais claros de melhora, pode gerar expectativas de recessão, e o humor do mercado pode virar de repente. Essa incerteza trará volatilidade.
Outro fator político que não pode ser ignorado: o mandato de Powell termina em maio de 2026. Quem será o novo presidente, e se ele será mais propenso a afrouxar a política, tudo ainda é incerto. A independência do Federal Reserve está sendo testada.
**Como os investidores devem encarar**
A política de redução de juros em 2026 deve ser moderada e acomodativa, com uma amplitude de 50-75 pontos base. Esse ritmo favorece ativos de risco (ações, criptomoedas), mas não os fará decolar. O mais importante é acompanhar os dados de emprego e inflação, pois o rumo da política dependerá bastante desses indicadores.
As oportunidades em ativos de criptomoedas estão na expectativa de liquidez, mas há armadilhas evidentes—o risco de reversão de política sempre existe. O mercado apresenta maior risco, portanto, cautela é fundamental.
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BlockchainDecoder
· 01-11 11:11
De acordo com estudos, a incerteza na política do Federal Reserve decorre essencialmente do atraso dos dados — aqui estão três pontos-chave que merecem atenção: 1) 15% de probabilidade de corte de juros em janeiro vs. a volatilidade implícita do mercado apresenta uma oportunidade de arbitragem clara 2) A contradição entre a taxa de desemprego de 4,6% e a rigidez do PCE de 2,5% é exatamente a evidência empírica da falha da curva de Phillips 3) A possível mudança no mandato de Powell pode desencadear uma ruptura estrutural na função de política. Do ponto de vista técnico, o aumento na liquidez das criptomoedas depende mais do prêmio de risco do que da magnitude absoluta do corte de juros — recomenda-se consultar o artigo relacionado "Armínio de liquidez e a eficácia da política monetária". Em suma, a expectativa de afrouxamento moderado de 50-75 pontos base provavelmente superestima o espaço de política.
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VibesOverCharts
· 01-09 01:04
Mais uma vez, uma peça de redução de juros, no fundo, ainda é uma aposta na intenção do Federal Reserve
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OnchainHolmes
· 01-08 15:56
Mais uma vez, essa rotina, o Federal Reserve fala uma coisa e os dados mostram o contrário. Prometeram cortar as taxas, mas as instituições se contradizem. Eu aposto que será em março ou talvez em junho, não sei ao certo. Essa jogada vai deixar os investidores de varejo de cabelo em pé.
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TokenTherapist
· 01-08 15:55
Caramba, mais uma vez a história de redução de taxas, tenho a sensação de que o Federal Reserve está encenando um truque.
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GasFeeSobber
· 01-08 15:55
Mais uma vez, a peça do "esperar pelos dados", o Federal Reserve joga muito bem...
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IronHeadMiner
· 01-08 15:44
Outra vez essa história? Redução de juros, redução de juros, eu acho que o Federal Reserve está só brincando, o verdadeiro dinheiro ainda está indo para o lado do Bitcoin
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BearMarketSurvivor
· 01-08 15:35
Com tantas variáveis na expectativa de redução de juros, realmente só podemos confiar nos dados, não se deixe enganar pelo gráfico de pontos oficial.
Como será a próxima ação de redução de juros do Federal Reserve? Essa questão determina diretamente a sua direção de investimento.
**Onde estão as taxas atualmente**
O intervalo da taxa dos fundos federais está em 3,50%-3,75%, resultado da última redução de 25 pontos base em dezembro do ano passado. Parece que a redução continua, mas a questão é—será que continuará em 2026?
Dentro do Federal Reserve, não há consenso. O gráfico de pontos oficial prevê apenas uma redução (25 pontos base), mas grandes instituições como Goldman Sachs e Morgan Stanley discordam, prevendo 2-3 cortes (total de 50-75 pontos base). O mercado atualmente vê apenas cerca de 15% de chance de uma redução em janeiro, apostando mais em março ou junho. Essa divergência por si só é um sinal—todos estão esperando por dados.
**Se realmente continuarem a reduzir os juros, quem sairá ganhando**
A economia respirará aliviada. Os custos de financiamento das empresas diminuirão, incentivando mais investimentos. Os empréstimos de habitação e automóveis ficarão mais baratos, aumentando o número de compradores de casas. Economistas ajustaram a previsão de crescimento do PIB para cerca de 2,3% em 2026. Historicamente, durante ciclos de redução de juros, o mercado de ações (como o S&P 500) costuma performar bem, pois as taxas baixas tornam as perspectivas de lucro das empresas mais atraentes.
Investidores em criptomoedas também se beneficiarão mais diretamente. Com mais liquidez, instituições e investidores individuais estarão mais dispostos a assumir riscos, e o dinheiro naturalmente fluirá para ativos de alto risco como o Bitcoin. Se em 2026 houver várias reduções, pode-se esperar uma onda de retorno de fundos institucionais ao mercado de criptomoedas. O dólar também será pressionado para baixo, beneficiando ouro e ativos de mercados emergentes.
**Mas não comemore cedo demais**
A inflação, esse velho inimigo, ainda não foi derrotada. Se as reduções de juros acontecerem muito rápido, combinadas com políticas tarifárias, a rigidez da inflação pode subir—o mercado espera que o núcleo do PCE fique em torno de 2,5%. Isso pode bloquear o caminho do Federal Reserve para uma política mais frouxa.
A taxa de desemprego já subiu para 4,6%. O objetivo inicial do Fed ao reduzir juros era estabilizar o emprego, mas se a economia não mostrar sinais claros de melhora, pode gerar expectativas de recessão, e o humor do mercado pode virar de repente. Essa incerteza trará volatilidade.
Outro fator político que não pode ser ignorado: o mandato de Powell termina em maio de 2026. Quem será o novo presidente, e se ele será mais propenso a afrouxar a política, tudo ainda é incerto. A independência do Federal Reserve está sendo testada.
**Como os investidores devem encarar**
A política de redução de juros em 2026 deve ser moderada e acomodativa, com uma amplitude de 50-75 pontos base. Esse ritmo favorece ativos de risco (ações, criptomoedas), mas não os fará decolar. O mais importante é acompanhar os dados de emprego e inflação, pois o rumo da política dependerá bastante desses indicadores.
As oportunidades em ativos de criptomoedas estão na expectativa de liquidez, mas há armadilhas evidentes—o risco de reversão de política sempre existe. O mercado apresenta maior risco, portanto, cautela é fundamental.