Ao falar das diferenças fundamentais entre Web3 e Web2, não se pode deixar de mencionar um elemento central — o papel da comunidade.
Em muitos projetos Web3 de alta qualidade, como aqueles que estabeleceram uma cultura de comunidade forte, você vai perceber uma espécie de coesão difícil de explicar entre os participantes. A interação deles em várias plataformas de comunicação, desde discussões até feedbacks, e a manutenção conjunta do ecossistema, essa energia na verdade é a verdadeira barreira competitiva do projeto.
Isso é completamente diferente da internet tradicional. Web2 é mais uma saída unidirecional da plataforma para o usuário, onde o usuário é relativamente passivo. Já o Web3 devolve o protagonismo e o senso de pertencimento à comunidade — todos não são apenas consumidores, mas mais como construtores em conjunto. É justamente por essa sensação de participação que se forma aquele tipo de "cultura de tribo" próxima. Ela não é criada por marketing, mas surge naturalmente na interação real.
Essa é a verdadeira barreira de proteção daqueles projetos que conseguem seguir adiante.
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MoonlightGamer
· 01-08 19:39
Concordo, mas acho que a maioria das comunidades de projetos são virtuais, apenas algumas realmente têm coesão.
Projetos confiáveis realmente são diferentes, é possível sentir aquela atmosfera de coletivismo... mas muitas vezes é só marketing.
Sobre a barreira de proteção, depende de a equipe ser confiável, por mais forte que seja a comunidade, ela não consegue salvar projetos ruins.
A cultura tribal soa sofisticada, mas na prática é apenas consenso, e atualmente esse consenso muitas vezes é só para cortar os lucros juntos, haha.
A comunidade Web3 realmente tem uma sensação de interação mais forte do que a Web2, mas não a encare como algo ideal, no fundo ainda é movida por interesses.
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BoredWatcher
· 01-08 16:49
A comunidade é realmente fundamental, mas, para ser honesto, a "cultura de tribo" de muitos projetos é apenas uma fachada para cortar as ovelhas, e poucos têm uma verdadeira coesão.
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StrawberryIce
· 01-08 16:46
A cultura de tribo foi realmente bem explicada, comparado com aqueles projetos puramente de marketing, é possível perceber a diferença. Uma comunidade verdadeiramente coesa não precisa de apelos diários, ela simplesmente vive por si mesma.
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PrivacyMaximalist
· 01-08 16:31
A palavra cultura de tribo é muito apropriada, a verdadeira barreira de proteção é exatamente assim que ela surge. Mas, para ser honesto, a maioria dos projetos ainda está jogando com estratégias de marketing, e não conseguem formar uma verdadeira coesão.
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AirdropHarvester
· 01-08 16:25
A coesão da comunidade é realmente fundamental, mas, para ser honesto, muitos projetos atualmente estão apenas usando a "cultura tribal" como fachada para cortar os lucros dos investidores
Sim, essa é a questão, mas poucos projetos conseguem manter esse tipo de interação de verdade, a maioria é só hype mesmo
Fronteira de proteção? Acho que na maior parte das vezes é só uma "fronteira de proteção dos 'leitores'", haha
Falar bonito é fácil, mas no final das contas, tudo depende do desempenho real do token e do desenvolvimento do ecossistema, só a coesão da comunidade não basta
Concordo com essa visão, no início, o entendimento comum e o entusiasmo realmente sustentaram o projeto, mas na fase final muitas vezes a coisa muda de figura
Ao falar das diferenças fundamentais entre Web3 e Web2, não se pode deixar de mencionar um elemento central — o papel da comunidade.
Em muitos projetos Web3 de alta qualidade, como aqueles que estabeleceram uma cultura de comunidade forte, você vai perceber uma espécie de coesão difícil de explicar entre os participantes. A interação deles em várias plataformas de comunicação, desde discussões até feedbacks, e a manutenção conjunta do ecossistema, essa energia na verdade é a verdadeira barreira competitiva do projeto.
Isso é completamente diferente da internet tradicional. Web2 é mais uma saída unidirecional da plataforma para o usuário, onde o usuário é relativamente passivo. Já o Web3 devolve o protagonismo e o senso de pertencimento à comunidade — todos não são apenas consumidores, mas mais como construtores em conjunto. É justamente por essa sensação de participação que se forma aquele tipo de "cultura de tribo" próxima. Ela não é criada por marketing, mas surge naturalmente na interação real.
Essa é a verdadeira barreira de proteção daqueles projetos que conseguem seguir adiante.