O debate sobre moedas digitais está a intensificar-se cada vez mais: Enquanto stablecoins privadas ganham importância, o banco central indiano defende veementemente uma abordagem diferente. Em dezembro, o Reserve Bank of India (RBI) publicou o seu relatório de estabilidade financeira atual, deixando clara uma exigência – os países devem preferir moedas digitais centrais, chamadas CBDCs, em relação às stablecoins emitidas por privados.
As preocupações do RBI com a estabilidade financeira
Por trás desta posição está uma consideração estratégica: o RBI vê nas CBDCs o melhor instrumento para preservar a estabilidade financeira e a confiança. Segundo o relatório, as moedas digitais centrais “mantêm a uniformidade do dinheiro e a integridade do sistema financeiro”. Elas funcionam não apenas como meio de pagamento, mas também como um “ativo de liquidação final” – um elemento fundamental para a confiança do público na própria moeda.
O banco central indiano argumenta que as CBDCs servem como um “âncora para a confiança no dinheiro” e, assim, oferecem a estabilidade necessária que as stablecoins privadas podem não conseguir garantir. Essa confiança não deve ser subestimada: ela constitui a base de qualquer sistema financeiro.
Implementação global de CBDCs ainda no início
A realidade prática, no entanto, mostra que a introdução de CBDCs tem sido até agora hesitante. Globalmente, apenas três países implementaram com sucesso moedas digitais de banco central – Nigéria, Bahamas e Jamaica. Muitas outras jurisdições ainda estão a avaliar essa etapa ou encontram-se em fases iniciais de piloto.
Uma vantagem em múltiplas camadas para moedas digitais centrais
O RBI resume a sua posição: os países devem promover ativamente as CBDCs, não apenas para garantir a confiança no dinheiro e preservar a estabilidade financeira, mas também para construir uma infraestrutura de pagamento de próxima geração. Essa nova infraestrutura teria várias vantagens – seria mais rápida, mais barata e mais segura do que os sistemas existentes.
A exigência do RBI pode ser interpretada como um sinal claro: enquanto as stablecoins podem desempenhar um papel no ecossistema, as CBDCs devem estar em primeiro lugar no que diz respeito à segurança financeira e à estabilidade sistêmica.
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Porque as moedas digitais estáveis centralizadas devem merecer preferência aos olhos do RBI
O debate sobre moedas digitais está a intensificar-se cada vez mais: Enquanto stablecoins privadas ganham importância, o banco central indiano defende veementemente uma abordagem diferente. Em dezembro, o Reserve Bank of India (RBI) publicou o seu relatório de estabilidade financeira atual, deixando clara uma exigência – os países devem preferir moedas digitais centrais, chamadas CBDCs, em relação às stablecoins emitidas por privados.
As preocupações do RBI com a estabilidade financeira
Por trás desta posição está uma consideração estratégica: o RBI vê nas CBDCs o melhor instrumento para preservar a estabilidade financeira e a confiança. Segundo o relatório, as moedas digitais centrais “mantêm a uniformidade do dinheiro e a integridade do sistema financeiro”. Elas funcionam não apenas como meio de pagamento, mas também como um “ativo de liquidação final” – um elemento fundamental para a confiança do público na própria moeda.
O banco central indiano argumenta que as CBDCs servem como um “âncora para a confiança no dinheiro” e, assim, oferecem a estabilidade necessária que as stablecoins privadas podem não conseguir garantir. Essa confiança não deve ser subestimada: ela constitui a base de qualquer sistema financeiro.
Implementação global de CBDCs ainda no início
A realidade prática, no entanto, mostra que a introdução de CBDCs tem sido até agora hesitante. Globalmente, apenas três países implementaram com sucesso moedas digitais de banco central – Nigéria, Bahamas e Jamaica. Muitas outras jurisdições ainda estão a avaliar essa etapa ou encontram-se em fases iniciais de piloto.
Uma vantagem em múltiplas camadas para moedas digitais centrais
O RBI resume a sua posição: os países devem promover ativamente as CBDCs, não apenas para garantir a confiança no dinheiro e preservar a estabilidade financeira, mas também para construir uma infraestrutura de pagamento de próxima geração. Essa nova infraestrutura teria várias vantagens – seria mais rápida, mais barata e mais segura do que os sistemas existentes.
A exigência do RBI pode ser interpretada como um sinal claro: enquanto as stablecoins podem desempenhar um papel no ecossistema, as CBDCs devem estar em primeiro lugar no que diz respeito à segurança financeira e à estabilidade sistêmica.