Porque focar na vida é extremamente útil no mercado de ações e em investimentos. A sua vantagem é a concentração de esforços, permitindo gerar vantagens parciais e simplificar conceitos complexos. Com repetição ao longo do tempo e esforço, é possível transformar coisas complicadas em algo simples, facilitando o uso. Criando vantagens locais na competição. No entanto, sua desvantagem é o alto custo de oportunidade, pois ao focar em uma única tarefa, você abandona outras possibilidades. Mas uma escolha errada também pode levar à estagnação, por isso esse é um custo que deve ser assumido.
O foco é útil em situações onde a ferramenta pode maximizar seus pontos fortes e minimizar suas fraquezas. Em jogos de estratégia, essa abordagem é especialmente prática, portanto, na vida, no mercado de ações, essa estratégia é altamente aplicável. Na verdade, o foco é um conceito neutro, uma estratégia de sobrevivência. Por exemplo, a águia, uma ave que sobrevive caçando outros pássaros ou pequenos animais terrestres, é uma ave carnívora. Outras aves podem se alimentar de insetos ou frutas. Alguns peixes pequenos comem camarões, grandes peixes comem peixes menores, uma estratégia simples. Como a ovelha, que come grama, sem caçar coelhos ou outros alimentos. Tigres e leões caçam pequenos animais. Assim, a maioria dos animais usa o foco como estratégia de sobrevivência.
Nos seres humanos, nossa estratégia de sobrevivência não é baseada em uma única abordagem, ao contrário dos animais. Desde a evolução, não somos tão focados. Em comparação com outros animais, nossa evolução não nos levou a uma única estratégia de sobrevivência. Antigamente, usávamos a coleta, que consistia em colher frutos nas árvores, uma estratégia de sobrevivência. Caçar animais, como javalis, coelhos, também era uma estratégia. Outra era a agricultura, criando galinhas, patos, porcos, etc., através da criação de animais. Assim, nossa sobrevivência difere bastante da dos animais. Não somos tão focados, pois usamos uma abordagem diversificada para sobreviver, desenvolvendo várias habilidades. Nosso alimento vem de diferentes fontes, não como os lobos, que só comem carne, ou tigres e leões, que também só comem carne, ou as ovelhas, que só comem grama. Somos onívoros, comendo frutas, vegetais, carne, cereais, trigo, millet, etc. Assim, nossas fontes de alimento também não são tão concentradas.
Isso dispersa nossos riscos, pois o ambiente muda. No inverno, por exemplo, pode não haver frutas, então consumimos grãos armazenados, uma adaptação evolutiva. Portanto, nossa própria natureza não é tão focada.
Em certos momentos, também nos concentramos, mas ao longo de toda a história humana, nossos genes não possuem a capacidade de foco extremo como outros animais.
Por isso, não adotamos estratégias de sobrevivência como a de ficar esperando que a presa venha até nós, pois isso não garantiria nossa sobrevivência. Essa é a razão de nossa menor ênfase no foco; temos uma certa capacidade de concentração, mas não de forma intensa.
A sociedade moderna é diferente. Uma característica do mundo contemporâneo é a competição cada vez mais acirrada. A competição, os desafios e a conveniência entre as pessoas se tornaram as maiores ameaças. Não somos mais como antes, quando os desafios eram sobreviver na natureza. Agora, o maior desafio é entre as pessoas. Como superar seus colegas? Sua empresa consegue derrotar outra? Aqui entra a competição, que se torna o maior desafio: vencer o adversário. Assim, nossa vida entra na segunda metade, na fase de competição, não mais por sobrevivência, mas por vantagem.
Como o ambiente mudou, as ferramentas também evoluíram. Precisamos de estratégias que funcionem na competição, e o foco torna-se fundamental, pois a competição entre as pessoas aumentou. Você quer ser promovido na empresa, criar produtos que outros não conseguem, etc. No mercado de ações, você pode ganhar muito dinheiro, que na verdade é o dinheiro de outros. Assim, a vida se torna uma batalha de estratégias. Nesse contexto, as ferramentas que usamos devem ser cuidadosamente escolhidas, especialmente nos últimos séculos, com o crescimento populacional e o aumento da pressão competitiva. Então, qual estratégia escolher? Aqui entra o foco.
O foco na civilização moderna reflete a divisão do trabalho, ou seja, a especialização. Não somos mais autossuficientes, produzindo tudo em casa. Quase tudo ao nosso redor — móveis, televisores, computadores, alimentos — não somos os fabricantes. Possuímos apenas uma função específica, uma habilidade. Quem escreve programas bem, usa essa habilidade para obter recursos, trocar, comprar serviços de outros, adquirir alimentos. Essa é a divisão do trabalho: fazer bem uma coisa, atrair quem valoriza seu serviço, pagar por seu produto ou habilidade. As empresas pagam por suas habilidades específicas, uma troca comercial diária. Você trabalha das 9h às 17h, e essa troca gera renda, que é sua remuneração.
Assim, a forma de sobrevivência humana mudou, assim como o ambiente. É preciso aprender novas habilidades, focar. Por exemplo, na faculdade, escolher uma área específica, se destacar nela, para obter mais recursos. Quanto mais alto o nível de estudo, mais especializado você fica. Desde o ensino fundamental até o doutorado, a especialização aumenta. Quanto mais avançado, mais estreita sua área de atuação. Claro que há custos de oportunidade, mas em jogos de estratégia, essa é uma forma eficiente de competir.
Analisando tudo, antes éramos diversificados, com alimentos variados. Com a civilização, à medida que a população cresce, tornamo-nos nossos próprios inimigos. O ambiente natural deixou de ser nosso inimigo; a competição tornou-se o maior desafio. Uma boa estratégia de competição é o foco, não a diversificação. **$LUNC **$SXP **$OP **
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Focar em estratégias na vida, no mercado de criptomoedas e na bolsa de valores
Prefácio:
Porque focar na vida é extremamente útil no mercado de ações e em investimentos. A sua vantagem é a concentração de esforços, permitindo gerar vantagens parciais e simplificar conceitos complexos. Com repetição ao longo do tempo e esforço, é possível transformar coisas complicadas em algo simples, facilitando o uso. Criando vantagens locais na competição. No entanto, sua desvantagem é o alto custo de oportunidade, pois ao focar em uma única tarefa, você abandona outras possibilidades. Mas uma escolha errada também pode levar à estagnação, por isso esse é um custo que deve ser assumido.
O foco é útil em situações onde a ferramenta pode maximizar seus pontos fortes e minimizar suas fraquezas. Em jogos de estratégia, essa abordagem é especialmente prática, portanto, na vida, no mercado de ações, essa estratégia é altamente aplicável. Na verdade, o foco é um conceito neutro, uma estratégia de sobrevivência. Por exemplo, a águia, uma ave que sobrevive caçando outros pássaros ou pequenos animais terrestres, é uma ave carnívora. Outras aves podem se alimentar de insetos ou frutas. Alguns peixes pequenos comem camarões, grandes peixes comem peixes menores, uma estratégia simples. Como a ovelha, que come grama, sem caçar coelhos ou outros alimentos. Tigres e leões caçam pequenos animais. Assim, a maioria dos animais usa o foco como estratégia de sobrevivência.
Nos seres humanos, nossa estratégia de sobrevivência não é baseada em uma única abordagem, ao contrário dos animais. Desde a evolução, não somos tão focados. Em comparação com outros animais, nossa evolução não nos levou a uma única estratégia de sobrevivência. Antigamente, usávamos a coleta, que consistia em colher frutos nas árvores, uma estratégia de sobrevivência. Caçar animais, como javalis, coelhos, também era uma estratégia. Outra era a agricultura, criando galinhas, patos, porcos, etc., através da criação de animais. Assim, nossa sobrevivência difere bastante da dos animais. Não somos tão focados, pois usamos uma abordagem diversificada para sobreviver, desenvolvendo várias habilidades. Nosso alimento vem de diferentes fontes, não como os lobos, que só comem carne, ou tigres e leões, que também só comem carne, ou as ovelhas, que só comem grama. Somos onívoros, comendo frutas, vegetais, carne, cereais, trigo, millet, etc. Assim, nossas fontes de alimento também não são tão concentradas.
Isso dispersa nossos riscos, pois o ambiente muda. No inverno, por exemplo, pode não haver frutas, então consumimos grãos armazenados, uma adaptação evolutiva. Portanto, nossa própria natureza não é tão focada.
Em certos momentos, também nos concentramos, mas ao longo de toda a história humana, nossos genes não possuem a capacidade de foco extremo como outros animais.
Por isso, não adotamos estratégias de sobrevivência como a de ficar esperando que a presa venha até nós, pois isso não garantiria nossa sobrevivência. Essa é a razão de nossa menor ênfase no foco; temos uma certa capacidade de concentração, mas não de forma intensa.
A sociedade moderna é diferente. Uma característica do mundo contemporâneo é a competição cada vez mais acirrada. A competição, os desafios e a conveniência entre as pessoas se tornaram as maiores ameaças. Não somos mais como antes, quando os desafios eram sobreviver na natureza. Agora, o maior desafio é entre as pessoas. Como superar seus colegas? Sua empresa consegue derrotar outra? Aqui entra a competição, que se torna o maior desafio: vencer o adversário. Assim, nossa vida entra na segunda metade, na fase de competição, não mais por sobrevivência, mas por vantagem.
Como o ambiente mudou, as ferramentas também evoluíram. Precisamos de estratégias que funcionem na competição, e o foco torna-se fundamental, pois a competição entre as pessoas aumentou. Você quer ser promovido na empresa, criar produtos que outros não conseguem, etc. No mercado de ações, você pode ganhar muito dinheiro, que na verdade é o dinheiro de outros. Assim, a vida se torna uma batalha de estratégias. Nesse contexto, as ferramentas que usamos devem ser cuidadosamente escolhidas, especialmente nos últimos séculos, com o crescimento populacional e o aumento da pressão competitiva. Então, qual estratégia escolher? Aqui entra o foco.
O foco na civilização moderna reflete a divisão do trabalho, ou seja, a especialização. Não somos mais autossuficientes, produzindo tudo em casa. Quase tudo ao nosso redor — móveis, televisores, computadores, alimentos — não somos os fabricantes. Possuímos apenas uma função específica, uma habilidade. Quem escreve programas bem, usa essa habilidade para obter recursos, trocar, comprar serviços de outros, adquirir alimentos. Essa é a divisão do trabalho: fazer bem uma coisa, atrair quem valoriza seu serviço, pagar por seu produto ou habilidade. As empresas pagam por suas habilidades específicas, uma troca comercial diária. Você trabalha das 9h às 17h, e essa troca gera renda, que é sua remuneração.
Assim, a forma de sobrevivência humana mudou, assim como o ambiente. É preciso aprender novas habilidades, focar. Por exemplo, na faculdade, escolher uma área específica, se destacar nela, para obter mais recursos. Quanto mais alto o nível de estudo, mais especializado você fica. Desde o ensino fundamental até o doutorado, a especialização aumenta. Quanto mais avançado, mais estreita sua área de atuação. Claro que há custos de oportunidade, mas em jogos de estratégia, essa é uma forma eficiente de competir.
Analisando tudo, antes éramos diversificados, com alimentos variados. Com a civilização, à medida que a população cresce, tornamo-nos nossos próprios inimigos. O ambiente natural deixou de ser nosso inimigo; a competição tornou-se o maior desafio. Uma boa estratégia de competição é o foco, não a diversificação. **$LUNC **$SXP **$OP **