Como será o mercado de criptomoedas em 2026? Mais do que uma corrida de touros louca, é uma corrida de touros institucional.
Dos dados, desde o início do ano, os ETFs já captaram mais de 6 bilhões de dólares, e o setor RWA atingiu uma escala de centenas de bilhões, esse ritmo de crescimento realmente não deve ser subestimado. Mas o problema é, não se deixe enganar por esses números — a lógica de entrada das instituições é completamente diferente da dos investidores individuais.
O ciclo de halving de quatro anos já perdeu validade. Agora, o que as instituições estão de olho? Fluxo de caixa. Eles não se interessam por moedas puramente conceituais, mas por ativos com aplicação prática e que geram receita. Tokens de utilidade, projetos regulamentados, esses são os preferidos das instituições. E quanto às MEME coins puramente especulativas? O risco é grande demais, não é coisa que o capital institucional deva tocar.
Neste estágio de definição progressiva do quadro regulatório, as stablecoins já se tornaram o principal meio de liquidação no mercado. Quer aproveitar a baixa? A estratégia inteligente é usar dinheiro ocioso para fazer compras parceladas, se posicionar com antecedência e, depois, ir realizando lucros aos poucos. Não vá all-in, e nem sonhe em ficar rico da noite para o dia.
A característica desta fase de mercado é maior segurança, mas isso também significa que o espaço para lucros exorbitantes foi comprimido. As instituições comem a carne, os investidores individuais podem se contentar com um pouco de sopa.
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Como será o mercado de criptomoedas em 2026? Mais do que uma corrida de touros louca, é uma corrida de touros institucional.
Dos dados, desde o início do ano, os ETFs já captaram mais de 6 bilhões de dólares, e o setor RWA atingiu uma escala de centenas de bilhões, esse ritmo de crescimento realmente não deve ser subestimado. Mas o problema é, não se deixe enganar por esses números — a lógica de entrada das instituições é completamente diferente da dos investidores individuais.
O ciclo de halving de quatro anos já perdeu validade. Agora, o que as instituições estão de olho? Fluxo de caixa. Eles não se interessam por moedas puramente conceituais, mas por ativos com aplicação prática e que geram receita. Tokens de utilidade, projetos regulamentados, esses são os preferidos das instituições. E quanto às MEME coins puramente especulativas? O risco é grande demais, não é coisa que o capital institucional deva tocar.
Neste estágio de definição progressiva do quadro regulatório, as stablecoins já se tornaram o principal meio de liquidação no mercado. Quer aproveitar a baixa? A estratégia inteligente é usar dinheiro ocioso para fazer compras parceladas, se posicionar com antecedência e, depois, ir realizando lucros aos poucos. Não vá all-in, e nem sonhe em ficar rico da noite para o dia.
A característica desta fase de mercado é maior segurança, mas isso também significa que o espaço para lucros exorbitantes foi comprimido. As instituições comem a carne, os investidores individuais podem se contentar com um pouco de sopa.