Enquanto fechamos 2025 e olhamos para o horizonte de 2026, a comunidade cripto debate-se entre otimismo e incerteza. O preço atual do Bitcoin ronda os $90.66K, mas a pergunta que todos fazem é: até onde irá subir antes de tudo desmoronar?
O analista financeiro Henrik Zeberg lançou um aviso que desperta preocupação nos investidores. Segundo a sua análise técnica, estamos a presenciar o final de uma grande diagonal expansiva no gráfico de BTC. O seu cenário apocalíptico sugere que, após atingir um pico de $154,000, poderá ocorrer uma queda catastrófica de 97-98%.
A Profecia de Zeberg: Bolha ou Realidade?
O reconhecido analista observa que o MACD cruza em base mensal, o que interpreta como um sinal extremamente baixista. Para Zeberg, o que acontecerá após atingir esse máximo não será um simples retrocesso, mas um “blow-off top” seguido de um colapso sem precedentes.
“O objetivo técnico mínimo seria de 3.000 a 4.000 dólares, potencialmente até menor”, afirmou. Para apoiar a sua tese, menciona que o Nasdaq colapsou entre 80-85% após o estouro da bolha das pontocom.
Parece impossível? Zeberg argumenta que o Bitcoin sempre amplificou os movimentos do mercado, em ambas as direções. Se a bolha de IA e criptomoedas rebentar, as consequências podem ser devastadoras.
Contexto Histórico: Ciclos de Euforia e Ruína
Para entender esta previsão, é necessário recordar por que o Bitcoin gera emoções tão extremas. Quando o preço era de $19.000, muitos viam-no como um sonho inalcançável. O colapso da FTX em 2022 traumatizou o setor, deixando cicatrizes que ainda persistem.
No entanto, a narrativa do Bitcoin mudou drasticamente. Há uma década, era visto como uma aposta especulativa. Hoje, gigantes financeiros como a MicroStrategy possuem mais de 600.000 BTC. Os ETFs de Bitcoin acumularam mais ativos do que as próprias reservas de criptomoedas nas exchanges. Grandes bancos globais que antes rejeitavam clientes por operarem com criptomoedas agora oferecem serviços de trading.
O Bitcoin atingiu $60.000 em 2021, parecia impressionante então. Agora, esse nível é considerado um suporte básico. Isto reflete como o mercado evoluiu, com instituições massivas entrando no jogo.
O que Poderia Impedir o Cenário Apocalíptico?
Nem todos partilham a visão catastrófica de Zeberg. Alguns analistas apontam que 2026 poderá trazer surpresas positivas se certos fatores se alinharem: redução de tensões geopolíticas, expansão monetária acelerada, ciclo eleitoral nos EUA, e crescimento da IA impulsionando os mercados de risco.
O Bitcoin precisa de uma nova narrativa para justificar avaliações mais altas. A adoção institucional é um desses argumentos, mas também pode ser uma armadilha para novos investidores minoritários que entram perto de máximos históricos.
O Dilema de 2026
Estamos num ponto de inflexão. O preço pode continuar a subir até aos $154.000 que Zeberg prevê, ou pode desmoralizar-se gradualmente. O que é certo é que a volatilidade continuará a ser a constante.
Se Zeberg estiver certo, os próximos meses definirão uma geração de investidores. Se estiver errado, o Bitcoin consolidará a sua posição como classe de ativo respeitável. Entre ambos os cenários está a realidade de 2026: um ano de decisões que nenhum investidor deve ignorar.
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Bitcoin em colapso? O cenário apocalíptico que aterroriza os mercados em 2026
Enquanto fechamos 2025 e olhamos para o horizonte de 2026, a comunidade cripto debate-se entre otimismo e incerteza. O preço atual do Bitcoin ronda os $90.66K, mas a pergunta que todos fazem é: até onde irá subir antes de tudo desmoronar?
O analista financeiro Henrik Zeberg lançou um aviso que desperta preocupação nos investidores. Segundo a sua análise técnica, estamos a presenciar o final de uma grande diagonal expansiva no gráfico de BTC. O seu cenário apocalíptico sugere que, após atingir um pico de $154,000, poderá ocorrer uma queda catastrófica de 97-98%.
A Profecia de Zeberg: Bolha ou Realidade?
O reconhecido analista observa que o MACD cruza em base mensal, o que interpreta como um sinal extremamente baixista. Para Zeberg, o que acontecerá após atingir esse máximo não será um simples retrocesso, mas um “blow-off top” seguido de um colapso sem precedentes.
Parece impossível? Zeberg argumenta que o Bitcoin sempre amplificou os movimentos do mercado, em ambas as direções. Se a bolha de IA e criptomoedas rebentar, as consequências podem ser devastadoras.
Contexto Histórico: Ciclos de Euforia e Ruína
Para entender esta previsão, é necessário recordar por que o Bitcoin gera emoções tão extremas. Quando o preço era de $19.000, muitos viam-no como um sonho inalcançável. O colapso da FTX em 2022 traumatizou o setor, deixando cicatrizes que ainda persistem.
No entanto, a narrativa do Bitcoin mudou drasticamente. Há uma década, era visto como uma aposta especulativa. Hoje, gigantes financeiros como a MicroStrategy possuem mais de 600.000 BTC. Os ETFs de Bitcoin acumularam mais ativos do que as próprias reservas de criptomoedas nas exchanges. Grandes bancos globais que antes rejeitavam clientes por operarem com criptomoedas agora oferecem serviços de trading.
O Bitcoin atingiu $60.000 em 2021, parecia impressionante então. Agora, esse nível é considerado um suporte básico. Isto reflete como o mercado evoluiu, com instituições massivas entrando no jogo.
O que Poderia Impedir o Cenário Apocalíptico?
Nem todos partilham a visão catastrófica de Zeberg. Alguns analistas apontam que 2026 poderá trazer surpresas positivas se certos fatores se alinharem: redução de tensões geopolíticas, expansão monetária acelerada, ciclo eleitoral nos EUA, e crescimento da IA impulsionando os mercados de risco.
O Bitcoin precisa de uma nova narrativa para justificar avaliações mais altas. A adoção institucional é um desses argumentos, mas também pode ser uma armadilha para novos investidores minoritários que entram perto de máximos históricos.
O Dilema de 2026
Estamos num ponto de inflexão. O preço pode continuar a subir até aos $154.000 que Zeberg prevê, ou pode desmoralizar-se gradualmente. O que é certo é que a volatilidade continuará a ser a constante.
Se Zeberg estiver certo, os próximos meses definirão uma geração de investidores. Se estiver errado, o Bitcoin consolidará a sua posição como classe de ativo respeitável. Entre ambos os cenários está a realidade de 2026: um ano de decisões que nenhum investidor deve ignorar.