O reconhecido economista Harry Dent volta a acender os alarmes em Wall Street com uma previsão que gelaria o sangue a qualquer investidor. Segundo o fundador da HS Dent Investment Company, estamos a aproximar-nos de um ponto de ruptura sem precedentes onde a maquinaria financeira global poderá desmoronar-se.
Uma bolha de 17 anos pronta a explodir
A tese de Dent é clara: quase duas décadas de desequilíbrios acumulados que só podem ser resolvidos de uma forma. No início de 2026, esse nó górdio financeiro estaria destinado a ser cortado. Não falamos de quedas moderadas ou correções táticas, mas de um colapso de 90% que afetaria simultaneamente ações, imóveis e ativos digitais por igual.
Por que seria pior que a Grande Depressão?
Dent desenha um panorama onde o colapso de 1929 ficaria como um evento menor. A magnitude projetada e a interconexão dos mercados modernos criariam um efeito dominó sem paralelo histórico. As criptomoedas e altcoins, especialmente vulneráveis em ambientes de pânico generalizado, sofreriam reduções catastróficas quando a bolha se desinflar.
O refúgio inesperado: títulos do Tesouro dos EUA
Neste cenário apocalíptico, Harry Dent identifica um único porto seguro: os títulos do Tesouro americano. Enquanto tudo desmorona ao redor, esses instrumentos seriam a única tábua de salvação para preservar capital.
Estas previsões contrastam com advertências paralelas sobre a depreciação do dólar, criando um panorama contraditório que mantém os operadores de mercado em suspense.
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O que espera Harry Dent para os mercados em 2026? Um cenário catastrófico
O reconhecido economista Harry Dent volta a acender os alarmes em Wall Street com uma previsão que gelaria o sangue a qualquer investidor. Segundo o fundador da HS Dent Investment Company, estamos a aproximar-nos de um ponto de ruptura sem precedentes onde a maquinaria financeira global poderá desmoronar-se.
Uma bolha de 17 anos pronta a explodir
A tese de Dent é clara: quase duas décadas de desequilíbrios acumulados que só podem ser resolvidos de uma forma. No início de 2026, esse nó górdio financeiro estaria destinado a ser cortado. Não falamos de quedas moderadas ou correções táticas, mas de um colapso de 90% que afetaria simultaneamente ações, imóveis e ativos digitais por igual.
Por que seria pior que a Grande Depressão?
Dent desenha um panorama onde o colapso de 1929 ficaria como um evento menor. A magnitude projetada e a interconexão dos mercados modernos criariam um efeito dominó sem paralelo histórico. As criptomoedas e altcoins, especialmente vulneráveis em ambientes de pânico generalizado, sofreriam reduções catastróficas quando a bolha se desinflar.
O refúgio inesperado: títulos do Tesouro dos EUA
Neste cenário apocalíptico, Harry Dent identifica um único porto seguro: os títulos do Tesouro americano. Enquanto tudo desmorona ao redor, esses instrumentos seriam a única tábua de salvação para preservar capital.
Estas previsões contrastam com advertências paralelas sobre a depreciação do dólar, criando um panorama contraditório que mantém os operadores de mercado em suspense.