Hong Kong está a preparar-se para introduzir novas orientações abrangentes e melhorias regulatórias para Ativos Virtuais (VA) — abrangendo criptomoedas, trocas, stablecoins, plataformas de ativos digitais, serviços de negociação, custódia, consultoria e gestão — como parte do seu esforço contínuo para se tornar um centro global líder em finanças digitais responsáveis em 2026. Isto sinaliza uma supervisão mais rigorosa, padrões de conformidade mais claros, maior diversidade de produtos e uma estrutura mais organizada, equilibrando inovação com uma proteção robusta dos investidores. Baseia-se no Roadmap ASPIRe de Hong Kong (lançado em 2025) e nas atualizações recentes, avançando além das plataformas de negociação à vista para cobrir todo o ecossistema de VA. Principais Desenvolvimentos Recentes (Foco no Início de 2026) 11 de fevereiro de 2026 Orientação da SFC — Emissão de novos circulares para impulsionar a vitalidade do mercado: Corretoras licenciadas de VA (que oferecem serviços de negociação) podem agora oferecer financiamento de margem para negociação de VA a clientes elegíveis (com perfis de crédito fortes, colaterais suficientes e salvaguardas rigorosas como haircuts). Estrutura de alto nível para Plataformas de Negociação de Ativos Virtuais licenciadas (VATPs) desenvolverem e oferecerem produtos alavancados relacionados com VA, incluindo contratos perpétuos, exclusivamente a investidores profissionais. Visa melhorar a liquidez, a diversidade de produtos e a participação institucional sob riscos controlados. Impulso Legislativo em Curso para Licenciamento Mais Amplo (Meta: Projeto de Lei de 2026) Conclusões da consulta (Dezembro de 2025) sobre a regulamentação de serviços de negociação de VA e de custódia de VA — finalizando o licenciamento obrigatório sob a Ordinança de Combate à Lavagem de Dinheiro (AMLO). Mais consulta pública (encerrada a 23 de janeiro de 2026) sobre a extensão do licenciamento para aconselhamento de VA (por exemplo, recomendações sobre compra/venda de VAs) e gestão de VA (gestão de portfólios envolvendo VAs). Previsão de introdução do projeto de lei ao Conselho Legislativo em 2026 para preencher lacunas, alinhar-se com regimes existentes (por exemplo, leis de valores mobiliários), e cobrir de forma abrangente os VAs que não sejam de valores mobiliários. Processos acelerados para intermediários regulados existentes/bancos que já oferecem serviços semelhantes. O que Estas Novas Diretrizes de VA Significam na Prática Supervisão mais rigorosa & Conformidade: Licenciamento obrigatório para mais atividades de VA (negociação, custódia, aconselhamento, gestão) → reduz riscos não regulados, reforça AML/KYC, padrões de custódia (por exemplo, armazenamento frio de alta segurança), e requisitos de aptidão e idoneidade. Taxonomia e regras mais claras para classificação de VAs, reduzindo ambiguidades que anteriormente desencorajavam instituições. Padrões Mais Claros para Áreas-Chave: Trocas & Plataformas (VATPs): Ofertas ampliadas (por exemplo, produtos alavancados para profissionais), acesso à liquidez global, regras relaxadas de histórico para ativos apenas profissionais. Stablecoins & Tokens: Melhor integração em ecossistemas regulados, com melhorias contínuas na emissão e uso. Custódia & Negociação: Salvaguardas robustas para ativos de clientes, opções de financiamento e minimização de riscos de liquidação. Aconselhamento & Gestão: Licenças dedicadas para consultores/gestores de carteiras de VA, em conformidade com atividades reguladas tradicionais. Proteção do Investidor & Integridade do Mercado: Foco em salvaguardas como requisitos de colateral, adequação do investidor, prevenção de fraudes e restrições a investidores profissionais para produtos de alto risco. Visa minimizar o uso ilícito enquanto fomenta a confiança e atrai capital global. Porquê Agora? Principais Motivos Baseando-se no momentum de 2025 — Refinamentos às regras de intermediários, padrões de custódia, expansões de produtos e pilotos de stablecoin. Competitividade Global — Posicionar Hong Kong como o principal hub de cripto regulado na Ásia (contra regimes mais restritivos noutros lugares), atraindo instituições em meio às tendências de finanças digitais. Equilíbrio entre Inovação & Segurança — Expandir o acesso (a margem, contratos perpétuos, mais produtos) enquanto aborda riscos de volatilidade de mercado passada e lacunas na aplicação da lei. Fluxos Institucionais — Regras claras que desbloqueiam bancos, fundos e corretores para oferecer serviços de VA, ativos tokenizados e integração on-chain. Impactos Potenciais Benefícios Positivos Liquidez mais profunda e maior diversidade de produtos (por exemplo, negociação alavancada para profissionais). Confiança institucional reforçada e influxo de capital. Reforço do papel de Hong Kong no mercado financeiro digital global. Redução da dependência de plataformas offshore/não reguladas. Riscos & Desafios Custos de conformidade de curto prazo e ajustes para operadores. Potencial de excesso de regulamentação se as regras se tornarem demasiado restritivas. Dificuldades de adoção se parceiros globais hesitarem em certas integrações de VA. Necessidade de melhorias contínuas em áreas emergentes como DeFi. Conclusão As novas diretrizes de VA planeadas por Hong Kong não são apenas mais burocracia — representam uma evolução estratégica rumo a um ecossistema de VA maduro e regulado. As recentes ações da SFC (fev 2026 orientação sobre margem/perps) e o projeto de lei de licenciamento esperado para 2026 sinalizam o compromisso de Hong Kong com clareza, inovação e liderança em ativos digitais. Isto pode acelerar a adoção generalizada, impulsionar a resiliência do mercado e consolidar Hong Kong como uma ponte entre o TradFi e o cripto — transformando a pressão regulatória em crescimento sustentável.
#HongKongPlansNewVAGuidelines Hong Kong está a preparar-se para introduzir novas orientações abrangentes e melhorias regulatórias para Ativos Virtuais (VA) — abrangendo criptomoedas, trocas, stablecoins, plataformas de ativos digitais, serviços de negociação, custódia, consultoria e gestão — como parte do seu esforço contínuo para se tornar um centro global líder em finanças digitais responsáveis em 2026. Isto sinaliza uma supervisão mais rigorosa, padrões de conformidade mais claros, maior diversidade de produtos e uma estrutura mais organizada, equilibrando inovação com uma proteção robusta dos investidores. Baseia-se no Roadmap ASPIRe de Hong Kong (lançado em 2025) e nas atualizações recentes, avançando além das plataformas de negociação à vista para cobrir todo o ecossistema de VA. Principais Desenvolvimentos Recentes (Foco no Início de 2026) 11 de fevereiro de 2026 Orientação da SFC — Emissão de novos circulares para impulsionar a vitalidade do mercado: Corretoras licenciadas de VA (que oferecem serviços de negociação) podem agora oferecer financiamento de margem para negociação de VA a clientes elegíveis (com perfis de crédito fortes, colaterais suficientes e salvaguardas rigorosas como haircuts). Estrutura de alto nível para Plataformas de Negociação de Ativos Virtuais licenciadas (VATPs) desenvolverem e oferecerem produtos alavancados relacionados com VA, incluindo contratos perpétuos, exclusivamente a investidores profissionais. Visa melhorar a liquidez, a diversidade de produtos e a participação institucional sob riscos controlados. Impulso Legislativo em Curso para Licenciamento Mais Amplo (Meta: Projeto de Lei de 2026) Conclusões da consulta (Dezembro de 2025) sobre a regulamentação de serviços de negociação de VA e de custódia de VA — finalizando o licenciamento obrigatório sob a Ordinança de Combate à Lavagem de Dinheiro (AMLO). Mais consulta pública (encerrada a 23 de janeiro de 2026) sobre a extensão do licenciamento para aconselhamento de VA (por exemplo, recomendações sobre compra/venda de VAs) e gestão de VA (gestão de portfólios envolvendo VAs). Previsão de introdução do projeto de lei ao Conselho Legislativo em 2026 para preencher lacunas, alinhar-se com regimes existentes (por exemplo, leis de valores mobiliários), e cobrir de forma abrangente os VAs que não sejam de valores mobiliários. Processos acelerados para intermediários regulados existentes/bancos que já oferecem serviços semelhantes. O que Estas Novas Diretrizes de VA Significam na Prática Supervisão mais rigorosa & Conformidade: Licenciamento obrigatório para mais atividades de VA (negociação, custódia, aconselhamento, gestão) → reduz riscos não regulados, reforça AML/KYC, padrões de custódia (por exemplo, armazenamento frio de alta segurança), e requisitos de aptidão e idoneidade. Taxonomia e regras mais claras para classificação de VAs, reduzindo ambiguidades que anteriormente desencorajavam instituições. Padrões Mais Claros para Áreas-Chave: Trocas & Plataformas (VATPs): Ofertas ampliadas (por exemplo, produtos alavancados para profissionais), acesso à liquidez global, regras relaxadas de histórico para ativos apenas profissionais. Stablecoins & Tokens: Melhor integração em ecossistemas regulados, com melhorias contínuas na emissão e uso. Custódia & Negociação: Salvaguardas robustas para ativos de clientes, opções de financiamento e minimização de riscos de liquidação. Aconselhamento & Gestão: Licenças dedicadas para consultores/gestores de carteiras de VA, em conformidade com atividades reguladas tradicionais. Proteção do Investidor & Integridade do Mercado: Foco em salvaguardas como requisitos de colateral, adequação do investidor, prevenção de fraudes e restrições a investidores profissionais para produtos de alto risco. Visa minimizar o uso ilícito enquanto fomenta a confiança e atrai capital global. Porquê Agora? Principais Motivos Baseando-se no momentum de 2025 — Refinamentos às regras de intermediários, padrões de custódia, expansões de produtos e pilotos de stablecoin. Competitividade Global — Posicionar Hong Kong como o principal hub de cripto regulado na Ásia (contra regimes mais restritivos noutros lugares), atraindo instituições em meio às tendências de finanças digitais. Equilíbrio entre Inovação & Segurança — Expandir o acesso (a margem, contratos perpétuos, mais produtos) enquanto aborda riscos de volatilidade de mercado passada e lacunas na aplicação da lei. Fluxos Institucionais — Regras claras que desbloqueiam bancos, fundos e corretores para oferecer serviços de VA, ativos tokenizados e integração on-chain. Impactos Potenciais Benefícios Positivos Liquidez mais profunda e maior diversidade de produtos (por exemplo, negociação alavancada para profissionais). Confiança institucional reforçada e influxo de capital. Reforço do papel de Hong Kong no mercado financeiro digital global. Redução da dependência de plataformas offshore/não reguladas. Riscos & Desafios Custos de conformidade de curto prazo e ajustes para operadores. Potencial de excesso de regulamentação se as regras se tornarem demasiado restritivas. Dificuldades de adoção se parceiros globais hesitarem em certas integrações de VA. Necessidade de melhorias contínuas em áreas emergentes como DeFi. Conclusão As novas diretrizes de VA planeadas por Hong Kong não são apenas mais burocracia — representam uma evolução estratégica rumo a um ecossistema de VA maduro e regulado. As recentes ações da SFC (fev 2026 orientação sobre margem/perps) e o projeto de lei de licenciamento esperado para 2026 sinalizam o compromisso de Hong Kong com clareza, inovação e liderança em ativos digitais. Isto pode acelerar a adoção generalizada, impulsionar a resiliência do mercado e consolidar Hong Kong como uma ponte entre o TradFi e o cripto — transformando a pressão regulatória em crescimento sustentável.
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#HongKongPlansNewVAGuidelines
Hong Kong está a preparar-se para introduzir novas orientações abrangentes e melhorias regulatórias para Ativos Virtuais (VA) — abrangendo criptomoedas, trocas, stablecoins, plataformas de ativos digitais, serviços de negociação, custódia, consultoria e gestão — como parte do seu esforço contínuo para se tornar um centro global líder em finanças digitais responsáveis em 2026.
Isto sinaliza uma supervisão mais rigorosa, padrões de conformidade mais claros, maior diversidade de produtos e uma estrutura mais organizada, equilibrando inovação com uma proteção robusta dos investidores.
Baseia-se no Roadmap ASPIRe de Hong Kong (lançado em 2025) e nas atualizações recentes, avançando além das plataformas de negociação à vista para cobrir todo o ecossistema de VA.
Principais Desenvolvimentos Recentes (Foco no Início de 2026)
11 de fevereiro de 2026 Orientação da SFC — Emissão de novos circulares para impulsionar a vitalidade do mercado:
Corretoras licenciadas de VA (que oferecem serviços de negociação) podem agora oferecer financiamento de margem para negociação de VA a clientes elegíveis (com perfis de crédito fortes, colaterais suficientes e salvaguardas rigorosas como haircuts).
Estrutura de alto nível para Plataformas de Negociação de Ativos Virtuais licenciadas (VATPs) desenvolverem e oferecerem produtos alavancados relacionados com VA, incluindo contratos perpétuos, exclusivamente a investidores profissionais.
Visa melhorar a liquidez, a diversidade de produtos e a participação institucional sob riscos controlados.
Impulso Legislativo em Curso para Licenciamento Mais Amplo (Meta: Projeto de Lei de 2026)
Conclusões da consulta (Dezembro de 2025) sobre a regulamentação de serviços de negociação de VA e de custódia de VA — finalizando o licenciamento obrigatório sob a Ordinança de Combate à Lavagem de Dinheiro (AMLO).
Mais consulta pública (encerrada a 23 de janeiro de 2026) sobre a extensão do licenciamento para aconselhamento de VA (por exemplo, recomendações sobre compra/venda de VAs) e gestão de VA (gestão de portfólios envolvendo VAs).
Previsão de introdução do projeto de lei ao Conselho Legislativo em 2026 para preencher lacunas, alinhar-se com regimes existentes (por exemplo, leis de valores mobiliários), e cobrir de forma abrangente os VAs que não sejam de valores mobiliários.
Processos acelerados para intermediários regulados existentes/bancos que já oferecem serviços semelhantes.
O que Estas Novas Diretrizes de VA Significam na Prática
Supervisão mais rigorosa & Conformidade:
Licenciamento obrigatório para mais atividades de VA (negociação, custódia, aconselhamento, gestão) → reduz riscos não regulados, reforça AML/KYC, padrões de custódia (por exemplo, armazenamento frio de alta segurança), e requisitos de aptidão e idoneidade.
Taxonomia e regras mais claras para classificação de VAs, reduzindo ambiguidades que anteriormente desencorajavam instituições.
Padrões Mais Claros para Áreas-Chave:
Trocas & Plataformas (VATPs): Ofertas ampliadas (por exemplo, produtos alavancados para profissionais), acesso à liquidez global, regras relaxadas de histórico para ativos apenas profissionais.
Stablecoins & Tokens: Melhor integração em ecossistemas regulados, com melhorias contínuas na emissão e uso.
Custódia & Negociação: Salvaguardas robustas para ativos de clientes, opções de financiamento e minimização de riscos de liquidação.
Aconselhamento & Gestão: Licenças dedicadas para consultores/gestores de carteiras de VA, em conformidade com atividades reguladas tradicionais.
Proteção do Investidor & Integridade do Mercado:
Foco em salvaguardas como requisitos de colateral, adequação do investidor, prevenção de fraudes e restrições a investidores profissionais para produtos de alto risco.
Visa minimizar o uso ilícito enquanto fomenta a confiança e atrai capital global.
Porquê Agora? Principais Motivos
Baseando-se no momentum de 2025 — Refinamentos às regras de intermediários, padrões de custódia, expansões de produtos e pilotos de stablecoin.
Competitividade Global — Posicionar Hong Kong como o principal hub de cripto regulado na Ásia (contra regimes mais restritivos noutros lugares), atraindo instituições em meio às tendências de finanças digitais.
Equilíbrio entre Inovação & Segurança — Expandir o acesso (a margem, contratos perpétuos, mais produtos) enquanto aborda riscos de volatilidade de mercado passada e lacunas na aplicação da lei.
Fluxos Institucionais — Regras claras que desbloqueiam bancos, fundos e corretores para oferecer serviços de VA, ativos tokenizados e integração on-chain.
Impactos Potenciais
Benefícios Positivos
Liquidez mais profunda e maior diversidade de produtos (por exemplo, negociação alavancada para profissionais).
Confiança institucional reforçada e influxo de capital.
Reforço do papel de Hong Kong no mercado financeiro digital global.
Redução da dependência de plataformas offshore/não reguladas.
Riscos & Desafios
Custos de conformidade de curto prazo e ajustes para operadores.
Potencial de excesso de regulamentação se as regras se tornarem demasiado restritivas.
Dificuldades de adoção se parceiros globais hesitarem em certas integrações de VA.
Necessidade de melhorias contínuas em áreas emergentes como DeFi.
Conclusão
As novas diretrizes de VA planeadas por Hong Kong não são apenas mais burocracia — representam uma evolução estratégica rumo a um ecossistema de VA maduro e regulado. As recentes ações da SFC (fev 2026 orientação sobre margem/perps) e o projeto de lei de licenciamento esperado para 2026 sinalizam o compromisso de Hong Kong com clareza, inovação e liderança em ativos digitais.
Isto pode acelerar a adoção generalizada, impulsionar a resiliência do mercado e consolidar Hong Kong como uma ponte entre o TradFi e o cripto — transformando a pressão regulatória em crescimento sustentável.
Hong Kong está a preparar-se para introduzir novas orientações abrangentes e melhorias regulatórias para Ativos Virtuais (VA) — abrangendo criptomoedas, trocas, stablecoins, plataformas de ativos digitais, serviços de negociação, custódia, consultoria e gestão — como parte do seu esforço contínuo para se tornar um centro global líder em finanças digitais responsáveis em 2026.
Isto sinaliza uma supervisão mais rigorosa, padrões de conformidade mais claros, maior diversidade de produtos e uma estrutura mais organizada, equilibrando inovação com uma proteção robusta dos investidores.
Baseia-se no Roadmap ASPIRe de Hong Kong (lançado em 2025) e nas atualizações recentes, avançando além das plataformas de negociação à vista para cobrir todo o ecossistema de VA.
Principais Desenvolvimentos Recentes (Foco no Início de 2026)
11 de fevereiro de 2026 Orientação da SFC — Emissão de novos circulares para impulsionar a vitalidade do mercado:
Corretoras licenciadas de VA (que oferecem serviços de negociação) podem agora oferecer financiamento de margem para negociação de VA a clientes elegíveis (com perfis de crédito fortes, colaterais suficientes e salvaguardas rigorosas como haircuts).
Estrutura de alto nível para Plataformas de Negociação de Ativos Virtuais licenciadas (VATPs) desenvolverem e oferecerem produtos alavancados relacionados com VA, incluindo contratos perpétuos, exclusivamente a investidores profissionais.
Visa melhorar a liquidez, a diversidade de produtos e a participação institucional sob riscos controlados.
Impulso Legislativo em Curso para Licenciamento Mais Amplo (Meta: Projeto de Lei de 2026)
Conclusões da consulta (Dezembro de 2025) sobre a regulamentação de serviços de negociação de VA e de custódia de VA — finalizando o licenciamento obrigatório sob a Ordinança de Combate à Lavagem de Dinheiro (AMLO).
Mais consulta pública (encerrada a 23 de janeiro de 2026) sobre a extensão do licenciamento para aconselhamento de VA (por exemplo, recomendações sobre compra/venda de VAs) e gestão de VA (gestão de portfólios envolvendo VAs).
Previsão de introdução do projeto de lei ao Conselho Legislativo em 2026 para preencher lacunas, alinhar-se com regimes existentes (por exemplo, leis de valores mobiliários), e cobrir de forma abrangente os VAs que não sejam de valores mobiliários.
Processos acelerados para intermediários regulados existentes/bancos que já oferecem serviços semelhantes.
O que Estas Novas Diretrizes de VA Significam na Prática
Supervisão mais rigorosa & Conformidade:
Licenciamento obrigatório para mais atividades de VA (negociação, custódia, aconselhamento, gestão) → reduz riscos não regulados, reforça AML/KYC, padrões de custódia (por exemplo, armazenamento frio de alta segurança), e requisitos de aptidão e idoneidade.
Taxonomia e regras mais claras para classificação de VAs, reduzindo ambiguidades que anteriormente desencorajavam instituições.
Padrões Mais Claros para Áreas-Chave:
Trocas & Plataformas (VATPs): Ofertas ampliadas (por exemplo, produtos alavancados para profissionais), acesso à liquidez global, regras relaxadas de histórico para ativos apenas profissionais.
Stablecoins & Tokens: Melhor integração em ecossistemas regulados, com melhorias contínuas na emissão e uso.
Custódia & Negociação: Salvaguardas robustas para ativos de clientes, opções de financiamento e minimização de riscos de liquidação.
Aconselhamento & Gestão: Licenças dedicadas para consultores/gestores de carteiras de VA, em conformidade com atividades reguladas tradicionais.
Proteção do Investidor & Integridade do Mercado:
Foco em salvaguardas como requisitos de colateral, adequação do investidor, prevenção de fraudes e restrições a investidores profissionais para produtos de alto risco.
Visa minimizar o uso ilícito enquanto fomenta a confiança e atrai capital global.
Porquê Agora? Principais Motivos
Baseando-se no momentum de 2025 — Refinamentos às regras de intermediários, padrões de custódia, expansões de produtos e pilotos de stablecoin.
Competitividade Global — Posicionar Hong Kong como o principal hub de cripto regulado na Ásia (contra regimes mais restritivos noutros lugares), atraindo instituições em meio às tendências de finanças digitais.
Equilíbrio entre Inovação & Segurança — Expandir o acesso (a margem, contratos perpétuos, mais produtos) enquanto aborda riscos de volatilidade de mercado passada e lacunas na aplicação da lei.
Fluxos Institucionais — Regras claras que desbloqueiam bancos, fundos e corretores para oferecer serviços de VA, ativos tokenizados e integração on-chain.
Impactos Potenciais
Benefícios Positivos
Liquidez mais profunda e maior diversidade de produtos (por exemplo, negociação alavancada para profissionais).
Confiança institucional reforçada e influxo de capital.
Reforço do papel de Hong Kong no mercado financeiro digital global.
Redução da dependência de plataformas offshore/não reguladas.
Riscos & Desafios
Custos de conformidade de curto prazo e ajustes para operadores.
Potencial de excesso de regulamentação se as regras se tornarem demasiado restritivas.
Dificuldades de adoção se parceiros globais hesitarem em certas integrações de VA.
Necessidade de melhorias contínuas em áreas emergentes como DeFi.
Conclusão
As novas diretrizes de VA planeadas por Hong Kong não são apenas mais burocracia — representam uma evolução estratégica rumo a um ecossistema de VA maduro e regulado. As recentes ações da SFC (fev 2026 orientação sobre margem/perps) e o projeto de lei de licenciamento esperado para 2026 sinalizam o compromisso de Hong Kong com clareza, inovação e liderança em ativos digitais.
Isto pode acelerar a adoção generalizada, impulsionar a resiliência do mercado e consolidar Hong Kong como uma ponte entre o TradFi e o cripto — transformando a pressão regulatória em crescimento sustentável.