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Banco Central Europeu, explorando possibilidades de aumentos de taxas em meio às consequências da guerra no Médio Oriente
A guerra na região do Médio Oriente aumentou a pressão para a subida dos preços, levando o Banco Central Europeu (BCE) a considerar a possibilidade de subir as taxas de juro. Isto deve-se ao impacto direto do aumento dos preços da energia em toda a Europa.
O membro do conselho de política do BCE e presidente do Banco Central da Alemanha, Joachim Nagel, afirmou que a situação atual está a agravar as perspetivas de inflação e que pode ser necessário adotar uma política monetária mais restritiva. Ele indicou que, na reunião do conselho de política que ocorrerá em cerca de seis semanas, deverá discutir-se a possibilidade de aumento das taxas.
Por sua vez, o presidente do Banco de França, François Villeroy de Galhau, também afirmou que está a acompanhar de perto a volatilidade dos preços da energia e que está preparado para responder adequadamente à situação. Estas declarações indicam que, com o impacto da guerra no Médio Oriente a elevar as expectativas de inflação na zona euro, o BCE está pronto a agir, se necessário.
Num relatório recente, o BCE expressou preocupação, afirmando que, na pior das hipóteses, a inflação na zona euro poderá atingir 4,4% este ano e 4,8% no próximo, com base na hipótese de o preço do petróleo atingir 145 dólares por barril e o gás natural chegar a 106 euros por megawatt-hora.
Esta tendência futura aumenta a probabilidade de o BCE aumentar as taxas para conter a inflação. Vários bancos de investimento já previram que o BCE fará pelo menos duas subidas de taxas até ao final do ano, numa tentativa de equilibrar o mercado em situação de instabilidade.