Hoje é 7 de abril — expira o prazo final do ultimato de 48 horas de Trump~


O jogo chegou a este ponto, com três linhas simultaneamente em tensão:
Linha militar: em 3 de abril, dois aviões de combate americanos foram abatidos num único dia — um F-15E no espaço aéreo do Irão, um A-10 perto de Hormuz. A defesa aérea do Irão não entrou em colapso; o campo de batalha é muito mais difícil do que o esperado~
Linha diplomática: Trump ameaça bombardear hoje as centrais elétricas e as pontes do Irão; a ONU responde diretamente: isso violaria o direito internacional. O ultimato foi sucessivamente adiado; especialistas sauditas consideram que, na essência, é uma ferramenta para pressionar nas negociações, e não um sinal de escalada militar real~
Linha energética: o volume de tráfego em Hormuz caiu para 5% do nível normal; as exportações de LNG do Qatar e dos EAU estão praticamente interrompidas; o Morgan Stanley prevê que este ano o mercado global de LNG terá uma falha de abastecimento de cerca de 15 milhões de toneladas~
Agora, a única contradição central é apenas uma:
Trump quer terminar rapidamente; o Irão quer trocar tempo por espaço. Diz-se que a coligação EUA-Israel já está a preparar-se para manter a guerra até setembro — o que mostra que o guião de “vitória rápida” está silenciosamente a transformar-se num guião de “guerra prolongada”~
Estar numa situação difícil não é uma metáfora, é a realidade~
Hoje expira o ultimato: escalar ou adiar? A resposta está nas próximas horas~
O mercado está à espera, o mundo está à espera~
#中东战争 #Hormuz #伊朗 #Risco geopolítico
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