Acabei de ver uma atualização da Bloomberg com os 100 mais ricos do mundo e, sinceramente, é fascinante ver como está o mapa da riqueza em 2026. Elon Musk continua claramente a dominar com 444 mil milhões, seguido de Bezos com 244 mil milhões. Mas o que me deixou mesmo impressionado foi o quão concentrado está tudo — os 10 primeiros detêm uma riqueza absoluta.



A América continua a ser o epicentro, mas noto uma mudança interessante. Os chineses ocupam cada vez mais espaço no top 100 — Changpeng Zhao em 23.º lugar com 58,9 mil milhões, Zhang Yiming em 32.º, Ma Huateng em 28.º. E não são só da Ásia — Mukesh Ambani, da Índia, Gautam Adani, todos estão lá em cima.

O que é difícil de digerir é a diferença enorme entre o topo e o resto. Musk tem 444 mil milhões, e o homem no lugar 100(Vicky Safra) tem 20,7 mil milhões. Isto dá uma diferença de 21 vezes. E isto é apenas para o top 100 — o resto do mundo estende-se abaixo disso.

A tecnologia e o retalho dominam, obviamente. Mas o que me surpreendeu foi quantos dos 100 mais ricos do mundo não estão no radar do público em geral. Giovanni Ferrero, as famílias Wertheimer da Chanel, pessoas com dezenas de mil milhões que são completamente desconhecidas. Riqueza silenciosa, acho que é assim que se chama.
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