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Há algo de extraordinário no património de Satoshi Nakamoto que a maioria das pessoas não consegue compreender completamente. O misterioso criador do Bitcoin está a segurar uma fortuna que o colocaria entre as pessoas mais ricas do mundo — estamos a falar de mais de $80 mil milhões de dólares em riqueza teórica — e, no entanto, nunca tocou numa única moeda ou revelou quem realmente é.
Pensem nisso por um segundo. Cerca de 1,1 milhão de BTC, todos minerados nos primeiros dias do Bitcoin, quando se podia gerir toda a rede com alguns portáteis. Essa reserva tem estado ali, completamente intocada desde 2010. Quinze anos. Nada mudou.
Com o Bitcoin a ser negociado a cerca de $73K recentemente, as participações de Satoshi colocam o seu património na mesma faixa de alguns dos nomes mais importantes do mundo. Estamos a falar de Michael Dell, Rob Walton da Walmart, pessoas desse nível. Aproximando-se de territórios como Steve Ballmer e Warren Buffett. A única pessoa claramente à frente é provavelmente alguém como Sergey Brin do Google.
O que torna tudo ainda mais louco é como chegaram lá. Sem rodadas de financiamento de risco, sem IPO, sem construir uma empresa tradicional. Simplesmente lançaram o whitepaper do Bitcoin, deixaram a rede a funcionar e desapareceram. Dezasseis anos depois, criaram acidentalmente um ecossistema avaliado em vários trilhões de dólares.
O que acontece é que o património de Satoshi Nakamoto é completamente teórico. Nada foi liquidado. Ninguém sabe sequer se essas moedas ainda são acessíveis ou se estão perdidas para sempre. Algumas pessoas acham que Nakamoto está morto. Outras pensam que simplesmente estão comprometidos a nunca tocar no projeto. De qualquer forma, o facto de esta fortuna existir intocada diz algo sobre o quão longe a criptomoeda realmente chegou desde 2011.
É o tipo de história que faz questionar o que aconteceria se Satoshi algum dia decidisse mover até uma pequena fração dela. Mas esse provavelmente é o ponto — a melhor coisa que fizeram pelo Bitcoin foi criá-lo e depois desaparecer.