Coreia do Sul, fortalece o apoio às indústrias estratégicas de ponta com um Fundo de Crescimento Nacional de 58,5 trilhões de won

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O Banco Industrial da Coreia do Sul e a Companhia de Gestão de Ativos Shinhan anunciaram conjuntamente, no dia 15, o projeto de investimento do Fundo de Crescimento Nacional Fase 1, marcando o início oficial da formação de fundos de apoio financeiro do governo às indústrias de ponta em uma escala sem precedentes.
Este movimento visa consolidar fundos de inovação e crescimento, bem como o Fundo do Ecossistema de Semicondutores, que operavam separadamente anteriormente, simplificando o sistema de execução de políticas financeiras e concentrando uma maior quantidade de recursos.
O Fundo de Crescimento Nacional, formado nesta ocasião, é um fundo de política de investimento indireto, com um objetivo total de 5,85 trilhões de won sul-coreanos.
Baseando-se nas fontes de financiamento existentes — fundos fiscais e recursos do Banco Industrial — e com a participação em grande escala do Fundo de Indústrias de Ponta, o tamanho total foi significativamente ampliado.
Fundos de política não fornecem recursos diretamente às empresas pelo governo, mas operam por meio de uma empresa gestora que fornece fundos a várias empresas e indústrias, desempenhando um papel importante na atração de investimentos privados.
Para avançar com a formação do fundo, o Banco Industrial decidiu dividir o projeto em duas fases.
Primeiramente, o Fundo de Política de Fase 1 terá um tamanho de 3,9 trilhões de won, enquanto o restante será formado gradualmente por meio de investimentos na fase 2.
O Banco Industrial e a Companhia de Gestão de Ativos Shinhan planejam receber propostas para a fase 1 até o dia 29 deste mês e selecionar cerca de 11 empresas de gestão de fundos até maio.
As empresas de gestão de fundos são responsáveis por identificar oportunidades de investimento e administrar os recursos, e sua seleção influenciará os setores e empresas que receberão os fundos.
A motivação para consolidar e ampliar os fundos de política reside na crescente competição nas indústrias de ponta.
Setores estratégicos como semicondutores, inteligência artificial e baterias de segunda geração frequentemente requerem grandes investimentos iniciais e têm longos períodos de retorno, dificultando o financiamento apenas por recursos privados.
O governo e as instituições financeiras de política planejam preencher essas lacunas de investimento nesses setores e direcionar recursos para áreas ainda pouco exploradas pelo mercado, fortalecendo o ecossistema industrial como um todo.
O Banco Industrial também afirmou que pretende criar um sistema de apoio em grande escala para indústrias de ponta e cobrir áreas com investimentos relativamente insuficientes, elevando a competitividade global e a inovação dessas indústrias no país.
O mercado está atento para saber se esses fundos poderão ir além do simples fornecimento de recursos, tornando-se instrumentos eficazes na implementação de políticas industriais.
Se os fundos de política de grande escala forem formados conforme o planejado e estimularem a entrada de recursos privados, poderão abrir oportunidades para empresas com alto potencial de crescimento, mas dificuldades de financiamento.
Essa tendência pode levar, no futuro, à expansão de investimentos centrados em indústrias de ponta e à reestruturação do financiamento político e financeiro.

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