Sugiro: eliminar todas as praças de pedágio em todo o país, e cobrar as taxas de autoestrada unificadamente no preço do combustível.


As pessoas contra diriam: "Então, os motoristas que não usam a autoestrada não vão perder?"
Adivinha o que acontece? Os carros que não usam a autoestrada já estão consumindo mais combustível. Cobrar mais cinquenta cêntimos por litro no preço do combustível, ao longo de um ano, equivale a gastar mais duzentos euros. Mas, se as praças de pedágio forem eliminadas, o dinheiro economizado em taxas de passagem e tempo de viagem é suficiente para abastecer com dez caixas de combustível.
Alguém diria novamente: "Assim, os custos das empresas de transporte vão subir, e os preços ao consumidor também."
Atualmente, uma viagem de uma empresa de transporte custa várias milhares de euros em taxas de passagem; se essa despesa for convertida em custo de combustível, acaba por ser mais barato. Se os preços ao consumidor não caírem, então eu perco.
Quem realmente se opõe? São aqueles que vivem das taxas de pedágio. Uma praça de pedágio emprega dezenas de pessoas, com salários que chegam a dezenas de milhões por ano. Se ela for eliminada, para onde irão?
Por isso, esse plano nunca será aprovado. Não porque seja irracional, mas porque ameaça os empregos de outros.
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