Recentemente, muitas pessoas têm discutido qual é a forma mais vantajosa de pegar dinheiro emprestado, na verdade há apenas duas opções principais: empréstimo a prazo e crédito rotativo. Ambas têm suas vantagens e desvantagens, e escolher errado pode acabar custando bastante mais.



Primeiro, vamos falar do empréstimo a prazo. Você recebe uma quantia de dinheiro de uma só vez e depois faz pagamentos regulares de acordo com um cronograma fixo, com o mesmo valor todo mês. Este tipo de empréstimo pode ser garantido ou não garantido — garantido, por exemplo, por hipotecas ou empréstimos de carro, não garantido, como empréstimos pessoais, não exigem que você ofereça algo como garantia. A maior vantagem do empréstimo a prazo é que a taxa de juros é fixa, permitindo que você calcule antecipadamente quanto vai pagar no total, facilitando o planejamento. Os bancos geralmente fornecem uma tabela de amortização detalhando quanto de cada pagamento é destinado a juros e quanto a principal.

O crédito rotativo é diferente. Trata-se de uma linha de crédito que você pode usar a qualquer momento dentro de um limite, podendo pagar e pegar emprestado quando quiser. Cartões de crédito e linhas de crédito com garantia de valor de casa (HELOC) pertencem a essa categoria. O crédito rotativo também pode ser garantido ou não garantido — cartões de crédito geralmente não são garantidos, bastando passar por uma análise de crédito; já o HELOC, que é garantido pelo seu imóvel, oferece essa opção. Essa modalidade costuma ter uma taxa de juros variável, que muda de acordo com índices de mercado.

Ao usar o crédito rotativo, embora o ideal seja pagar tudo todo mês, na prática não há obrigatoriedade. Você pode pagar apenas o valor mínimo, mantendo a conta em bom estado. Por exemplo, se você deve 10 mil reais no cartão de crédito e o pagamento mínimo é 2%, basta pagar 200 reais. Mas o custo dessa estratégia é que você pagará juros mais altos, e com o tempo a dívida vai se acumulando.

Quanto à facilidade de solicitação, ambas as opções são bastante acessíveis. O empréstimo a prazo pode ser pré-aprovado online, com liberação rápida — às vezes em poucos dias. O crédito rotativo também pode ser solicitado online, com aprovação rápida, e alguns nem exigem análise de crédito.

Porém, há diferenças de custo. O empréstimo a prazo pode cobrar taxas de solicitação, como taxas de liquidação de hipoteca, que normalmente variam de 3% a 6% do valor do empréstimo, ou taxas de abertura de empréstimo pessoal, que podem ficar entre 1% e 8%. Se for um empréstimo garantido, há o risco de perder a garantia se não pagar. O crédito rotativo também tem suas armadilhas — cartões de crédito podem cobrar anuidade (alguns a partir de 49 dólares), e saques com cartão de crédito podem ter taxas adicionais, além de juros mais altos. O HELOC, embora flexível, pode ter custos de liquidação no início.

Quando usar qual? Se você vai fazer um projeto de custo incerto, como uma reforma, sem saber exatamente quanto vai gastar, o crédito rotativo é mais adequado, pois permite usar o dinheiro conforme precisar. Mas se você sabe exatamente quanto precisa, como na compra de um carro ou pagamento de contas médicas, o empréstimo a prazo é mais confiável — o plano de pagamento fixo ajuda a organizar melhor as finanças, e a taxa de juros é mais fácil de prever. Para compras de alto valor, o empréstimo a prazo geralmente oferece parcelas mais vantajosas.

No geral, a escolha entre empréstimo pessoal ou crédito rotativo depende do seu objetivo de empréstimo e da sua capacidade de pagamento. Entender as diferenças entre essas duas opções pode ajudar a economizar bastante dinheiro.
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