Opinião: “O número de registos de fundações Web3 nas Ilhas Caimão disparou” impulsionado pelo caso Samuels v. Lido DAO

DeepFlowTech

Segundo informações da TechFlow, a 5 de dezembro, uma análise publicada pela CryptoSlate indica que o “aumento acentuado no registo de fundações Web3 nas Ilhas Caimão” foi impulsionado pelo caso Samuels v. Lido DAO.

A análise refere que um tribunal da Califórnia considerou que organizações autónomas descentralizadas (DAOs) não registadas devem ser tratadas como parcerias comuns, expondo os detentores de tokens ao risco de responsabilidade pessoal ilimitada. Apesar do efeito legal limitado deste precedente, o seu efeito sinalizador levou vários projetos de governance a procurarem jurisdições estrangeiras que ofereçam uma separação de responsabilidades mais clara.

As Ilhas Caimão, graças à estabilidade do seu regime de sociedades fundacionais, permitem que projetos detenham propriedade intelectual, geram cofres multiassinatura e adoptem estruturas de governance orientadas por objetivos, ao mesmo tempo que evitam que os detentores de tokens assumam responsabilidade pessoal. Atualmente, já atraíram entidades importantes do sector, como a OpenSea Foundation.

Segundo informações anteriores, o número de registos de fundações Web3 nas Ilhas Caimão cresceu cerca de 30% em relação ao final de 2024.

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